terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Site do Bradesco fica fora do ar



O site do banco Bradesco ficou fora do ar durante parte da manhã desta terça-feira (31). O acesso por meio de celulares como o iPhone, por exemplo, também apresentou problemas.

Procurado pelo G1, o Bradesco informou que a página "apresentou momentos de intermitência, com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar".

O grupo hacker Anonymous assumiu a autoria do ataque ao site do banco. Em mensagem publicada no Twitter, eles afirmam que o "alvo foi atingido" e que o site bradesco.com.br "está à deriva".

O grupo anunciou no microblog que realizaria ataques a diversos sites de bancos brasileiros esta semana. Na segunda-feira (30), o Anonymous disse que derrubou o site do Itaú. O banco afirmou que apenas passou por uma instabilidade temporária.

G1

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PMs denunciam péssimas condições de trabalho em UPPs e garantem greve

Enquanto aguarda um posicionamento do governo e da corporação sobre o movimento grevista, integrantes da Polícia Militar do Rio de Janeiro dão claros indícios de que a greve no começo de fevereiro é inevitável. Ao Jornal do Brasil, um grupo de policiais militares lotados em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) denunciou uma série de irregularidades que afligem o carro-chefe da política fluminense no quesito segurança pública.

Baixos salários, escalas de trabalho que superam 70 horas semanais, agentes de outros municípios forçados a viver nas UPPs em função do sistema deficitário de vale-transporte oferecido pelo governo do estado, gratificações incompatíveis com determinadas funções, problemas no "bico legalizado" do Proes. Estas são apenas algumas das razões pelas quais, segundo os integrantes do movimento grevista, foi escolhido o dia 8 de fevereiro como data limite para receber algum posicionamento das autoridades.



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BOCA DE SABÃO DO 7º BPM

JORNAL EXTRA

EXTORSÃO CONTRA SOLDADOS, CABOS E SARGENTOS DA POLICIA MILITAR



JORNAL EXTRA

domingo, 29 de janeiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

CONTAGEM REGRESSIVA!!!


AMANHÃ É O DIA 'D"


PMERJ - PCERJ - CBMERJ



COM CHUVA OU COM SOL, ÀS 10 HORAS EM FRENTE AO COPACABANA PALACE!

CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIIA



Convocação para a reunião extraordinária com os líderes e representantes de associações e sindicatos dos profissionais da segurança pública fluminense. hoje (28/01) às 20h no SINDSPREV. Rua Joaquim Silva, 98 - Lapa.

CABRAL ENGANA, CABRAL MENTE!!!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

POLICIAIS CIVIS DO RIO, PRENDEM O TRAFICANTES FB EM SÃO PAULO

Chefão preso
O traficante mais procurado do Rio de Janeiro acaba de ser preso em São Paulo pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Fabiano Atanásio da Silva, o FB, que derrubou um helicóptero da Polícia Militar em 2009 e liderou dezenas de ataques pela cidade no ano seguinte, foi preso por agentes da 25ª DP

RADAR ON LINE

E VAI CONTINUAR SENDO O PIOR SALÁRIO DO BRASIL!!!!!!

Estado concede aumento a profissionais de Segurança e Defesa Civil em fevereiro

O Governador Sérgio Cabral definiu nesta sexta-feira (27) as novas regras para o aumento da remuneração da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e dos Agentes Penitenciários. Segundo o Governo, eles terão reajuste total de 39,4% para o biênio 2012/2013. Na abertura da próxima legislatura, será enviado à Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) um projeto de lei que antecipa os reajustes.

Os aumentos serão concedidos gradativamente. Já em fevereiro deste ano, o reajuste será de 10,15%. Segundo o Governo, o reajuste total acumulado em 2012, incluindo o aumento já concedido em janeiro, será de 11,55%.

Em janeiro de 2013 o aumento será de 0,915%. Em fevereiro de 2013: 10,15%. E em outubro de 2013: 13,84%. Ainda de acordo com o Governo, o reajuste total acumulado em 2013, incluindo as três parcelas, será de 26,54%.

Os reajustes vão incidir sobre saldos e vencimentos e também vão beneficiar aposentados e pensionistas.

O impacto financeiro da nova sistemática somente neste ano de 2012 é de R$ 200 milhões. As novas regras abrangem 73.106 servidores ativos, 32.163 servidores inativos e 14.404 pensionistas. Serão beneficiadas, portanto, 119.673 pessoas. De janeiro de 2007 a outubro de 2013, estas categorias terão recebido reajuste acumulado de 100% (cem por cento), sem contar gratificações e outros benefícios já concedidos.

"Vamos antecipar o calendário, mandando uma mensagem no dia 1° de fevereiro à Assembléia Legislativa. disse o governador.

AGÊNCIA RIO DE NOTÍCIAS


VALE LEMBRAR QUE NADA MUDOU!

Domingo - às 10:00 hs - em frente ao Copacabana Palace

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

CONVOCAMOS TODOS OS POLICIAIS LOTADOS NAS UPP'S



REUNIÃO FOCANDO OS ATUAIS ACONTECIMENTOS NA PMERJ
CONVOCAMOS TODOS OS POLICIAIS DAS UPPs, PARA REUNIÃO NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA DIA 27, ÀS 19:00 HORAS NO SINDSPREV.

RUA JOAQUIM SILVA Nº 98 - LAPA

COMO CHEGAR NO SINDSPREV - VEJA AQUI

" Eu tenho poder, eu sou delegada, eu posso fazer"

A delegada Helen Sardenberg que trabalha na Corregedoria Unificada da Polícia Civil foi acusada de agredir uma funcionária de uma clínica psiquiátrica na tarde de quarta-feira (25). Segundo o advogado da clínica, ela queria retirar um prontuário médico e chegou a dar voz de prisão à funcionária do do local.
Rejane Gabriel que trabalha na clínica acusa a delegada Helen Sardenberg de ter invadido o escritório da clínica. “Ela queria um documento que eu não tinha autoridade para dar, que só o médico pode dar, e aí disse que era um desacato à autoridade, porque ela era uma delegada e eu era obrigada a fornecer”, disse a funcionária.

Ela conta que recebeu voz de prisão. “Eu estava presa, não podia sair dali, não podia fazer nada. Saí extremamente humilhada, arrasada, um sentimento horrível porque ser trabalhador dentro de um local e alguém chega e fala: ‘eu tenho poder, eu sou delegada, eu posso fazer’ ", disse.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PM do Rio coloca batalhões em prontidão na véspera da greve

A Polícia Militar do Rio de Janeiro anunciou regime de prontidão em seus batalhões dia 9 de fevereiro, na véspera do começo da Operação Verão. A decisão foi repudiada pelos policiais militares, que vêem na atitude uma tentativa de desarticular a greve, programada para começar no dia 10.

Obrigação

De acordo com a lei, nenhum militar do estado pode se recusar a cumprir uma determinação superior e a negativa dos policiais em acatar à mudança pode colocá-los em prisão administrativa.

Déjà vu

A manobra é a mesma que a Secretaria de Segurança usou no ano passado para impedir que policias militares participassem de uma passeata em homenagem aos bombeiros grevistas, em junho do ano passado. Naquela ocasião, o regime de prontidão, no entanto, foi cancelado na última hora.
JORNAL DO BRASIL

Desembargadores do TJ-RJ ganham salários de até R$ 640 mil

A folha de pagamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) indica que desembargadores ganham até 25 vezes mais que os R$ 24 mil estabelecidos pela Constituição como o salário-base da categoria. O contracheque revela que um dos 179 servidores recebeu, em setembro de 2011, mais de R$ 642 mil. Em dezembro de 2010, 11 desembargadores ganharam até R$ 50 mil; 94 receberam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil; e 72 tiveram salário de mais de R$ 100 mil. No mesmo mês, um dos magistrados logrou ser pago com R$ 511 mil. As informações são do Jornal Nacional.

O TJ-RJ explica que benefícios e vantagens garantidos por lei (como acúmulo de função, substituição de outro magistrado, auxílios transporte e alimentação) multiplicam os ganhos previstos para os magistrados. Além disso, eventualmente se somam ao salário insalubridade, gratificações por serviços extras e pagamentos atrasados. As vantagens cresceram em 2009, sob aprovação da Assembleia Legislativa e do governo do Estado, embora a Procuradoria-Geral da República tenha considerado a ampliação inconstitucional. O processo está no Supremo Tribunal Federal (STF), onde não tem prazo para ser julgado. O presidente do TJ-RJ, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, nega qualquer ilegalidade. "Quando você fala em R$ 600 mil, são casos excepcionais, ou são desembargadores que se desvinculam do tribunal por algum motivo ou são desembargadores do Quinto constitucional que o Supremo entendeu que tem pagar essas vantagens a eles. Isso tudo é com base legal", afirmou o presidente, acrescentando que deixa as portas abertas para investigações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

JB

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

JOGO DOS SETE ERROS



1- DEU CARTEIRADA
2- RECUSOU FAZER O TESTE DO BAFÔMETRO
3- VISIVELMENTE EMBRIAGADA
4- AGREDIU UM POLICIAL
5- CARTEIRA DE HABILITAÇÃO VENCIDA DESDE JANEIRO DE 2011
6- DÉBITO DO IPVA DESDE 2009
7- 104 PONTOS DE INFRAÇÃO EM SUA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio divulgou uma nota em apoio a Daniela:

"A delegada não havia ingerido qualquer espécie de bebida alcoólica e parou seu veículo para efetuar uma ligação telefônica. A médica legista que realizou seu exame clínico atestou sua perfeita lucidez. Na verdade, Daniela foi vítima de abuso de autoridade dos agentes que a algemaram". A nota continua: "uma testemunha presenciou toda a abordagem policial e prestou declaração na delegacia, confirmando o abuso e despreparo dos agentes".


sábado, 21 de janeiro de 2012

A ÚLTIMA DO CABRAL!

Servidores do estado terão pacotes turísticos abaixo do preço de mercado
AGÊNCIA RIO DE NOTÍCIAS

Com o objetivo de oferecer pacotes turísticos abaixo do preço de mercado para os servidores públicos estaduais, o governo estadual através da Secretaria de Turismo lança na próxima terça-feira (24/1), o Programa TurisFácil, numa parceria com o Sindicato dos Servidores do Executivo do Estado e interveniência da Caixa Econômica Federal.

O secretário de Turismo, Ronald Ázaro, assinará o Termo de Cooperação Técnica com o Sindicato às 14h, numa loja da Setur na Rua México, 125, centro do Rio. Segundo ele, o turismo consignado é uma oportunidade dos servidores conhecerem a enorme diversidade turística do interior fluminense.

"Sabemos que muitos servidores gostariam de conhecer melhor o estado onde moram e trabalham. A intenção do governo é facilitar esse desejo, para que o funcionário viaje com sua família, conhecendo as “cidades maravilhosas” que existem no interior do Rio de Janeiro. Inicialmente estarão à disposição, cinco pacotes: Angra dos Reis, Búzios, Cabo Frio, Itatiaia e Paraty, mas outros virão", afirmou o secretário de turismo Ronald Ázaro.

O secretário, assinará o Termo de Cooperação Técnica com o Sindicato às 14h, numa loja da Setur na Rua México, 125, centro do Rio. Segundo ele, o turismo consignado é uma oportunidade dos servidores conhecerem a enorme diversidade turística do interior fluminense.

CABRAL, O SERVIDOR QUER É AUMENTO SALARIAL. SEM AUMENTO SALARIAL NÃO DÁ PARA FAZER TURISMO!!!

Policial civil é baleado no rosto em São João Meriti

O policial Civil Ulisses Afonso Pinto, 47 anos, foi baleado no lado esquerdo do rosto e teve seu veículo, roubado ao ser abordado por bandidos na Via Dutra, na altura da Via Show, sentido Rio, por volta das 22h da noite desta sexta-feira.
De acordo com os PMs, a patrulha do 21º BPM (São João de Meriti) chegou no momento em que Ulusses foi abordado por oito bandidos que estavam em um Chevrolet Captiva e um VW Fox. Eles informaram que o policial civil contou que seria executado logo após os bandidos terem pego sua identificação policial e sua pistola calibe 40 com as quais fugiram.

Os PMs contaram que, durante o patrulhamento, ouviram tiros e correram para conferir, quando os bandidos começaram a atirar. Na troca de tiros, dois bandidos foram feridos, mas conseguiram ser resgatados pelos comparsas. Na fuga, eles abandonaram o Fox e um fuzil cromado, que combina elementos de uma HK G3 e de uma Hugger, com uma luneta para mira. A munição deste fuzil era calibre 762 e no pente havia 37 munições.
O policial civil foi levado para o Hospital Quinta D'or onde, segundo amigos, está fora de perigo e passará por uma cirurgia no maxilar.

O caso foi registrado na 64ª DP (Delegacia Legal), em São Mateus, distrito de São João de Meriti.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Sargento Eli Freitas da Silva perseguido e morto em São Gonçalo


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A polícia investiga a hipótese de o sargento Eli Freitas da Silva, 45 anos, ter sido morto por disparos de sua própria arma, uma pistola, que foi levada pelos assassinos.

Com diálogo, governo evita paralisação da PM e dos Bombeiros do Pará

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PMs e Bombeiros de Belém fazem greve por 100% de aumento salarial

ONTEM DIA 19 - Em Belém, cerca de 200 homens, entre policiais militares e bombeiros, interditaram uma das principais avenidas da cidade.

"Dia D"

Categoria diz que decide hoje se faz paralisação geral no Estado

O governo do Estado volta a negociar hoje com policiais e bombeiros militares que estão em estado de greve. Desde ontem, no entanto, pelo menos três batalhões já pararam suas atividades. A informação foi confirmada por Feliciana Mota - diretora da Associação de Policiais Militares, Bombeiros Militares e Familiares do Estado do Pará (Aspon) - e pela assessoria da Polícia Militar do Estado. Policiais lotados nos Batalhões de Polícia Militar (BPM) de Marituba (21º BPM), Ananindeua (6º) e Icoaraci (10º) foram trabalhar, mas não saíram às ruas. Para não comprometer as atividades de policiamento nestes locais, o governo determinou algumas ações emergenciais. Uma delas foi destacar policiais civis para policiamento nas ruas, além das tropas especializadas, como Batalhão de Choque, Cavalaria, Comando de Operações Especiais (COE), Ronda Tática Metropolitana (Rotam) e dez viaturas do Conselho de Segurança Pública do Meio Norte (Conen).

Segundo a assessoria de imprensa do governo do Estado, nos batalhões de Icoaraci e Marituba a paralisação durou poucas horas e o trabalho começou a ser retomado por volta de meia-noite.

Em assembleia realizada na noite de ontem pela categoria, ficou acertado que todos continuam em estado de greve, mas apenas após a reunião marcada para a hoje, deverão decidir se será deflagrada ou não uma greve geral em todo o estado. Apesar de uma nova rodada prevista de negociações, os três batalhões decidiram paralisar antecipadamente. A reunião entre categoria e Estado deverá ocorrer às 9 horas de hoje, no Centro Integrado de Governo (CIG).

De acordo com a Aspon, além de toda a capital e Região Metropolitana, 50% do interior do estado já se manifestaram a favor da paralisação, como os estados de Santarém, Salinas, Parauapebas, Bragança, Salinópolis, entre outros. "Contamos que o governo volte para a mesa, para que possamos avançar nas negociações. É importante lembrar que não queremos em momento nenhum penalizar a sociedade, mas não podemos aceitar a proposta indecente que foi feita pelo governo do Estado", disse Feliciana Mota. Segundo a diretora da associação, a tropa está em estado de greve, o que permitiu que alguns batalhões paralisassem desde ontem. "O governo apostou que a tropa não estava mobilizada, pagou para ver", afirmou.

NEGOCIAÇÕES

A assessoria de comunicação da Polícia Militar do Pará informou que o governo criou uma mesa de negociação permanente, em que todas as questões inerentes à categoria serão discutidas até o mês de março. Por isso, o governo não acredita que a paralisação irá se estender para o restante da tropa, já que o Estado está disposto a dialogar e negociar com a categoria. Dentro do limite que é possível oferecer sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo do Estado apresentou proposta de reajuste que eleva os salários dos soldados para R$ 2.128,80. Com o reajuste, as tropas paraenses passarão a ter o oitavo maior salário pago a policiais militares no Brasil.

O comandante do policiamento da capital, tenente coronel Hilton Benígno, foi ainda ontem à noite para Icoaraci, onde conversaria com a tropa que estava paralisada. Enquanto isso, o comandante do policiamento da região metropolitana (CPRM), tenente coronel Campos, se dirigiu para Marituba e Ananindeua, também para conversar com os grevistas. Não foi confirmada a informação de que os policiais militares de Santa Izabel do Pará também tinham entrado em greve.

Segundo a assessoria, o Governo entrou em contato com a Guarda Municipal de Belém e com a Guarda de Ananindeua, que concordaramem disponibilizar homens para atuarem nas áreas em que os policiais estavam em greve. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento de Trânsito (Detran) também foram incluídos na força tarefa, assim como delegados, incluindo o delegado geral de Policia Civil, Nilton Ataíde e também o Comando Geral da PM.

PROPOSTA

Na última reunião entre governo e categoria, que durou quatro horas, o governo propôs reajuste escalonado para os praças, do soldado ao sub-tenente, indo de 14,13% a 22, 47%, além de outros benefícios. A categoria, no entanto, pede um acréscimo de 100% no soldo para repor as perdas salariais de cinco anos.

A secretária de Estado de Administração do Pará, Alice Viana, apresentou a tabela com o reajuste escalonado apenas para os praças, isto, é para as patentes da base da PM e dos Bombeiros, sendo que para os soldados o aumento proposto é de 14,13%; para cabos, 17,23%; terceiro e segundo sargento e sargento, 19,42%; e sub-tenente; 22,47%. A represente da Sead também afirma que o governo está disposto a pagar ainda esse semestre um soldo como auxílio fardamento, o que deve se repetir a cada seis meses.

O LIBERAL

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O policial militar do 12º BPM foi encontrado morto em São Gonçalo

Um policial, de identidade não revelada, foi encontrado morto a tiros no Morro da Coruja, em Neves, São Gonçalo, na manhã desta quinta-feira, durante uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na região. Segundo testemunhas, cerca de cinco tiros foram disparados contra a vítima.

O policial morto era membro da banda da corporação e não fazia parte da equipe que fazia a incursão no local. Os motivos que o levaram para lá ainda são desconhecidos, mas a polícia investiga a possibilidade de ter havido uma tentativa de assalto.
SÃO GONÇALO

PMs são atacados a tiros na Avenida Brasil

Policiais militares do Batalhão da Maré foram atacados a tiros na Avenida Brasil, perto da Favela Parque União, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, na madrugada desta quinta-feira.

Patrulhas realizavam uma ronda na via expressa quando foram atacadas por traficantes, que estavam dentro da comunidade. Não houve feridos.

O policiamento foi reforçado e os bandidos fugiram para dentro da favela, que integra o complexo da Maré.

JB

Espírito de união - Policiais Civis, Militares e Bombeiros dio Rio

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

POLICIAIS MILITARES CHEGOU A HORA!

Prisão e libertação de ex-comandante do 7º BPM expõe ‘racha’ entre PM e Civil

O impasse envolvendo o coronel Djalma Beltrami, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), denunciado pelo Ministério Público por suposto recebimento de propina do tráfico, já causa um grande desgaste entre as polícias Civil e Militar. Preso duas vezes por agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, Beltrami foi posto em liberdade porque a Justiça entende que não há indícios suficientes para mantê-lo atrás das grades.

Nesta segunda-feira, Beltrami voltou a cobrar provas contra ele e disse desconfiar de falsas informações sobre sua pessoa.“Por terem interesses contrariados, muitos transformam o Disque-Denúncia em ‘disque-vingança’, com mentiras e calúnias”, argumentou. “Se esse delegado (Alan Luxardo, titular da DH que conduziu as investigações) tem alguma coisa específica contra mim, eu nunca dei motivo para isso”, completou o coronel, que continua afastado do comando do 7º BPM e cumpre funções administrativas.

Em defesa de Beltrami, o presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Rio (AME/RJ), coronel Fernando Belo, reforçou as críticas contra Luxardo.

“Ele (Luxardo) deveria vir a público e dizer que errou, ou então apresentar à sociedade as provas que diz ter. Do contrário, está praticando crime. Entendemos ainda que está mais do que na hora de o secretário de Segurança (José Mariano Beltrame) e a chefe de Polícia Civil (delegada Martha Rocha) intervirem para que esse desgaste não perdure e se transforme numa crise sem precedentes”, afirmou Belo.

O governador Sérgio Cabral descartou a possibilidade de crise entre as corporações, afirmando que “as instituições não se deixarão contaminar por um caso específico”. Em nota, o Sindicato dos Delegados da Polícia Civil, por sua vez, apoiou Luxardo, ressaltando que a investigação “foi isenta e criteriosa”. Por meio de suas assessorias, Beltrame e Martha informaram que não vão se manifestar. O comandante-geral da PM, Erir Ribeiro, também através de sua assessoria, não respondeu as solicitações para falar sobre o assunto.

Delegado insiste que tem provas

Alan Luxardo colocou mais lenha na fogueira no início da noite, adiantando que vai processar o coronel Fernando Belo. “Vou processá-lo. As provas (contra Beltrami) estão no papel e foram corroboradas por seis promotores”, justificou.

A assessoria do MP informou que os promotores respeitam a decisão judicial e que o processo segue normalmente. A presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, Margarida Pressburger, diz que o desgaste afeta também a opinião pública. “Esse prende e solta virou brincadeira. É preciso haver esclarecimento maior que ligue provas e acusações”.

O DIA

A LUTA INCANSÁVEL DOS BOMBEIROS MILITARES

REVISTA AMIGOS WEB
A ETERNA LUTA POR UM SALÁRIO DIGNO
TRABALHO DO JORNALISTA E FOTOGRAFO - CARLOS SENNA JÚNIOR

PARTE IV


PARTE III


PARTE II


PARTE I

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A reunião DE HOJE será uma preparação para a reunião do dia 18/01 às 19:00 horas, no SINDSPREV.

Hoje realizaremos uma reunião que reputo muito importante para a consolidação da mobilização dos Bombeiros e dos Policiais Militares do Rio de Janeiro, na qual buscaremos iniciar a construção de um movimento que não sofra solução de continuidade, o que só se consegue com uma mobilização devidamente estruturada. Não será um novo movimento, mas a comunhão de todos os nossos esforços iniciados em 2007. Uma luta sem líderes e nem liderados. Uma mobilização que fortaleça a PMERJ e o CBMERJ, construindo pontes entre todos os segmentos das corporações, Oficiais e Praças, inativos e ativos, pensionistas e familiares. Um movimento na direção de começarmos a derrubar todos os muros que historicamente tem nos separado e nos enfraquecido.
Divulguem, usando todos os meios disponíveis (blogs, sites, redes sociais, emails, telefone) e, o mais importante, compareçam.
Tragam as suas ideias para fortalecermos a nossa mobilização.

Ativos e inativos, Oficiais e Praças, pensionistas e familiares, todos e todas serão bem-vindos.
Todos devem estar desarmados, em trajes civis e os do serviço ativo deverão estar de folga.
Data: 16 JAN 2012 (2ª feira).
Horário: 19:00 horas.
Local: Clube dos Subtenentes e Sargentos do CBMERJ (Rua Carlos Xavier, 96 - Madureira – RJ).

OBS: A reunião DE HOJE será uma preparação para a reunião do dia 18 JAN 2012, às 19:00 horas, no SINDSPREV.

Juntos Somos Fortes!

REPRODUÇÃO DO BLOG SOS PMERJ


OUTRAS REUNIÕES:

1) Policiais Civis - SINDPOL. Data: 17 JAN 2012 (3ª feira). Horário: 19:00 horas. Local: Rio’s Presidente Hotel (Rua Pedro I, 19 – Centro – RJ).

2) Bombeiros e Policiais Militares - Data: 18 JAN 2012 (4ª feira). Horário: 19:00 horas. Local: SINDSPREV (Rua Joaquina Silva, 98/A – Lapa – Rio de Janeiro).

domingo, 15 de janeiro de 2012

Campanha gera polêmica dentro dos quartéis da PM do Rio de Janeiro

Cartazes fixados em batalhões e delegacias referentes à conduta e honestidade dos policiais são vistos por muitos como ofensa e propaganda parece fazer 'pré-julgamento'

Para reprimir a má conduta de PMs, a Associação dos Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias Militares (Assinap) lançou recentemente campanha que está gerando polêmica na corporação.

Cartazes com imagens ilustrativas de policias algemados diante de suas famílias, ao lado de frases como: “Você quer ser o herói ou a vergonha da sua família?”, estão sendo afixados nos corredores dos quartéis da corporação de todo o estado. Para muitos policiais a campanha parece fazer um pré-julgamento.

“Um longo processo ao longo de décadas levou nossa categoria à miséria e desvalorização tão grande, que muitos profissionais chegaram a situações vulneráveis de corrupção. Achei essa campanha infeliz e incorreta, além de autodestruir nossa imagem”, afirma o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar, Vanderlei Ribeiro, acrescentando que antes de qualquer campanha, o PM deveria ser mais valorizado.

Um policial do 12º BPM (Niterói), que pediu para não ser identificado, alerta que a campanha pode ter resultado inverso. Ele teme que ela prejudique também a imagem dos PMs honestos.

“Sou policial há 30 anos e nunca me envolvi em nenhum caso de corrupção. Já conversei com diversos colegas de farda e todos pensam da mesma forma: essa campanha só irá nos afastar ainda mais da sociedade”.

O comandante geral da PM, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, discorda que a campanha manche a imagem da corporação. Segundo ele, o fato dela envolver a família do policial é que faz com que se torne ainda mais eficaz. “O cartaz procura sensibilizar, através do seu bem maior que é a família, sobre a importância de se ter uma postura correta nesta e em qualquer outra profissão”, frisa.

O comandante do 12° BPM (Niterói), Wolney Dias, também acredita na eficácia da campanha. Ele lembra que “na década de 1980 o policial corrupto tinha sua farda rasgada por outros PMs, que em seguida viravam-se de costas, enquanto ele saía detido”. “A nova campanha foi bem-vinda e não é tão forte quanto esse episódio da nossa história”, compara.

O comandante interino do 7° BPM (São Gonçalo), Gilberto Tenreiro, ainda ressalta: “Mais fortes do que as imagens dos cartazes são as consequências do desvio de conduta de alguns PMs. Essa é uma campanha preventiva que deve ser apoiada por toda a corporação”.

Recentes casos motivaram campanha- Recentemente, casos de PMs envolvidos em escândalos de corrupção têm tomado os noticiários. Em setembro do ano passado, o procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Lopes, anunciou os pedidos de afastamento cautelar de 34 PMs investigados pelos crimes de homicídio e formação de quadrilha na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde atuava a juíza Patrícia Acioli. Ela foi morta a tiros em agosto de 2011 e o crime foi atribuído a policiais.

Em dezembro de 2011, o então comandante do 7º BPM (São Gonçalo), tenente-coronel Djalma Beltrami, foi preso durante uma operação da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), batizada de Dezembro Negro.

De acordo com a polícia, ele é acusado de corrupção passiva, sendo suspeito de receber dinheiro de traficantes do Morro da Coruja, em São Gonçalo. Na ação, foram presos 11 PMs e sete traficantes. Posto em liberdade por outra decisão judicial, Beltrami voltou a ser preso esta semana, e solto de novo 30 horas depois.

Outdoors pelo estado

De acordo com o presidente da Assinap, Miguel Cordeiro, a campanha para reprimir a má conduta dos policiais militares, que recebeu o apoio do Governo do Estado e da própria Polícia Militar, será prolongada nos próximos meses, através de outras iniciativas.

“A ideia surgiu no final do ano passado após inúmeras notícias de policiais corruptos. No dia três de janeiro o primeiro cartaz foi colocado no Quartel General da Polícia Militar, no centro do Rio de Janeiro. De lá para cá, todos os quartéis estão recebendo os cartazes”, informou.

Segundo ele, o próximo passo será colocar essas imagens em outdoors espalhados pelo estado. “Já no mês que vem, uma propaganda, também falando sobre corrupção policial, será exibida em canais abertos, que ainda não definimos. Palestras sobre boa conduta nos quartéis também estão em nossos planos. Nossa intenção é atingir o policial para que futuramente sua imagem passe mais confiança à população”, adianta, argumentando que “a imagem do cartaz é forte, porém incomoda apenas os profissionais que apresentam desvio de conduta”.

O FLUMINENSE

sábado, 14 de janeiro de 2012

Cabo do Bope Leonardo Albarello foi inocentado

Cabo do Bope que matou homem ao confundir furadeira com submetralhadora é absolvido pela Justiça

O cabo do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Leonardo Albarello foi inocentado da acusação de ter assassinado com um tiro de fuzil o fiscal de supermercado Hélio Barreira Ribeiro, de 47 anos, ao confundir uma furadeira que a vítima segurava com uma submetralhadora. O crime ocorreu em 19 de maio de 2010, durante uma operação do Bope de repressão ao tráfico de drogas no Morro do Andaraí, atualmente ocupado por uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Albarello, que respondia a processo de homicídio no 3º Tribunal do Júri da Capital, foi absolvido sumariamente, isto é, sem sequer ir a júri popular. O juiz Murilo André Kieling Cardona Pereira aceitou o pedido de absolvição feito pelo Ministério Público. A sentença foi publicada na última quinta-feira.

Ainda cabe recurso da decisão. Porém, como foi o próprio MP que pediu a absolvição do réu, apenas um advogado contratado pela família da vítima pode se habilitar como assistente de acusação e recorrer. Ele terá 15 dias para protocolar o recurso, após o término do prazo de cinco dias que o MP tem para tomar ciência da sentença. A promotora Carmen Eliza foi oficialmente informada na própria quinta-feira, e o prazo já está correndo.

Em sua decisão, o juiz escreveu que "as circunstâncias conduziram o atuar do agente informado erroneamente sobre a realidade. Apesar de sua larga experiência, acreditava, piamente, na licitude de sua conduta. Naquelas circunstâncias, o acusado acreditava na figura de um homem empunhando uma arma de fogo e pronto para o confronto".

Ainda segundo o magistrado, "é isento de pena quem, por erro plenamente justificado, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima e não atípica (...)".

‘Não posso pedir a punição de um inocente’, diz promotora

Para o juiz, o cabo do Bope "foi motivado por um expressivo conjunto: o ínfimo espaço de tempo para reflexões; a pressão de uma operação policial, sob o dever específico de proteger seus companheiros; a razoável distância para o alvo e a forma da ferramenta empunhada similar a de uma arma de fogo".

A promotora Carmen Eliza, que pediu a absolvição de Albarello, disse que o policial, ao atirar, agiu com uma falsa representação da realidade, o que o isenta de pena:

— A perícia constatou que a furadeira poderia, sim, ser confundida com uma submetralhadora na distância que o réu se encontrava da casa onde a vítima estava. E a função dele naquela operação era proteger os colegas que estavam incursionando o morro a procura de traficantes. A morte de um homem de bem, chefe de família, é lamentável. Mas não posso pedir a punição de um inocente. Sou promotora de Justiça. Estou vinculada aos fatos e à aplicação da lei.

EXTRA

MORTO A TIROS PM QUE VENDIA CACHORRO QUENTE PARA COMPLEMENTAR A RENDA

PM que vendia cachorro quente é morto a tiros no Rio

Um cabo do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi morto no final da noite desta quinta-feira, após ser baleado no Centro de Campo Grande, na zona oeste da cidade. Segundo policiais militares do Batalhão de Campo Grande, o cabo Francisco José dos Santos, de 33 anos, estava em frente à barraquinha de cachorro quente da qual era dono, na Estrada do Mendanha, quando foi surpreendido por dois homens que chegaram como se fossem clientes e fizeram vários disparos contra ele. Dois tiros atingiram a cabeça da vítima. Os criminosos fugiram. O PM, que trabalhava na barraquinha para complementar a renda, foi socorrido, sendo levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, no mesmo bairro, onde morreu. A Divisão de Homicídios assumiu as investigações.


Família está indignada e pede justiça.
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Comandante da PM não é bem vindo!

Você policial militar concorda com a presença do COMANDANTE DA POLÍCIA MILITAR na reunião do dia 18 no SINDSPREV?

Traficantes armados sequestram ônibus em Santa Rosa - Niterói

Um dia após uma ação no Morro do Viradouro, em Santa Rosa, que assustou moradores, policiais do 12º BPM (Niterói) voltaram à comunidade na tarde de sexta-feira à procura de criminosos. Um vídeo circula pela internet, gravado por uma pessoa que assistiu todo o tiroteio, foi comentário durante todo o dia.

Houve troca de tiros e um menor foi detido com uma pequena quantidade de drogas e dinheiro. Bandidos armados conseguiram fugir de ônibus assim que os policiais ocuparam a favela.

Durante a operação, que contou com uma equipe composta por 27 policiais e oito viaturas, houve confronto entre os PMs e traficantes assim que os policiais chegaram à comunidade. Porém, os bandidos conseguiram fugir dentro de um ônibus da Viação Ingá que fazia a linha 31 (Ponta D’areia - Beltrão).

Alguns suspeitos foram revistados e um jovem de 16 anos foi detido e enviado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) com quatro papelotes de cocaína e R$ 60 em espécie.

“Um policial que estava à paisana dentro do ônibus presenciou a fuga de sete traficantes, três armados com fuzis e quatro com pistolas, que desceram em um dos acessos ao Morro Souza Soares, na Rua Mario Viana. Ele nos informou sobre o caso, porém não conseguimos localizar os foragidos. Esses traficantes conhecem bem a mata e os becos da favela, o que facilita a fuga. Mas iremos avaliar nossa ação de hoje para melhoramos nosso trabalho e evitar que casos como esse ocorra de novo”, afirmou o comandante do 12º BPM, coronel Wolney Dias.

Um despachante da Viação Ingá informou que qualquer anormalidade que ocorra nos ônibus é registrada em um livro de controle da Viação e os ônibus possuem câmeras de segurança que pode gravado o fato.

MORADOR FILMA A AÇÃO DOS BANDIDOS


Depois dos PMs, policiais civis do Rio sinalizam greve

O governo do estado terá que fazer malabarismo para contornar os ânimos de policiais civis e militares e evitar uma possível greve de ambos no primeiro semestre. Enquanto a PM dá claros sinais de que vai parar em fevereiro, a insatisfação é grande na Polícia Civil. No dia 17 de janeiro, os civis realizarão uma assembléia geral e tudo aponta para uma greve.

Ensino superior, salário inferior

O sucesso inicial do movimento grevista da PM acabou, indiretamente, alfinetando a Civil. Isso porque o reajusta que os militares receberam, válido apenas para quem for promovido, deixa um soldado com a remuneração média de R$ 2.237. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, a média da corporação é de R$ 2.200. Para piorar, um dos pré-requisitos para o cargo é o ensino superior completo enquanto os PMs precisam apenas do segundo grau.

JB

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Justiça concede habeas corpus a coronel da PM Djalma Beltrami

A Justiça concedeu habeas corpus ao coronel da PM Djalma Beltrami, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), na noite desta sexta-feira. O oficial foi preso, no fim da tarde desta quinta-feira, em casa, em São João de Meriti, por uma equipe da Corregedoria Geral Unificada. O habeas corpus foi concedido pelo desembargador Antônio Carlos do Santos Bitencourt, do plantão judiciário.

Essa foi a segunda vez, em menos de um mês que Beltrami foi preso.Nas duas ocasiões, Beltrami teve a prisão decretada com base em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, em que PMs do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 7º BPM negociam com traficantes o pagamento de propina.

Segundo o Ministério Público, metade da propina de R$ 20 mil por semana seria para Beltrami.

O comandante da Polícia Militar, coronel Erir Costa Filho, lamentou a prisão de Djalma Beltrami e mostrou-se aliviado com a decisão da Justiça de libertar o oficial.

- Só fico triste que a Secreteria de Seugança Pública esteja lutando tanto para integraçãoo das polícias no Estado do Rio, e verificamos um profissional sem provas e sem investigação conclusiva para mostrar a sociedade dizer que o coronel Beltrami é culpado - disse Erir.

O comandante da PM também criticou o fato de que sua corporação não teve acesso às escutas telefônicas feitas durante a investigação da Polícia Civil . Segundo ele, a PM só ficou sabendo da invesitgação da Delegacia de Homicídios de Niterói, por meio da imprensa.

- Ate agora, a PM não teve direito a ouvir a escutas, nem teve acesso ao inquérito que o delegado disponibilziou para a mídia. A PM não teve esse direito de ler e saber o que está acontecendo. Nós da PM não tivemos esse privilégio - afirmou.

O oficial disse, ainda, que quer saber quem é o "homem de gravata" citado nas escutas telefônicas da investigação. Questionado sobre que impressão fica sobre esse episódio, Erir disse:

- A resposta que vamos dar é trabalhar, e muito. E ajudar a sociedade a ter tranquilidade e paz. É a melhor resposta que podemos dar.

O habeas corpus foi concedido pelo desembargador Antônio Carlos do Santos Bitencourt, do plantão judiciário.

Leia a íntegra da decisão AQUI


Extra

REUNIÃO NO QG DA POLÍCIA MILITAR - PRESENÇA DE 60 PRAÇAS E 2 SUBTENENTES


NA REUNIÃO DE HOJE NO QG, COMPARECERAM 60 PRAÇAS E 2 SUBTENENTES


POLICIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


ATA DA RUNIÃO COM O Sr. CMT GERAL

Ata da reunião com o Sr. Cel. PM Erir Costa Filho, CMT Geral da PMERJ, realizada no dia 13 de janeiro de 2012, as 09h00min no Auditório do Quartel General com o efetivo das seguintes Unidades: UPP Borel, UPP Salgueiro, UPP Andaraí, 3ª DPJM, 1ª CIPM, Diretoria de Logística, Tribunal de Justiça, Ajudância, DGS, DGP, Corregedoria, APM D. João VI, GCG, BPFMA, DIP, CG, Diretoria de Finança, Reformados, Inativos, BPChoque , BPTur, 3º BPM, 5º BPM, 6º BPM, 10º BPM, 16º BPM, 19º BPM, 20º BPM, 22º BPM, 23º BPM, 25º BPM, 26º BPM, 33º BPM, 41º BPM, com o inicio da reunião o representante da comissão, reunida com o Sr. CMT Geral, apresentou para o mesmo as propostas (Pauta de solicitação) elaboradas pela comissão, “aumento de salário, vale transporte, carga horário (escala de serviço), proteção aos agentes de segurança pública, equipamento de segurança, fim de sistema do rancho (substituição por vale-refeição), fim das prisões administrativas, não punição e perseguição dos PPMM que estão reivindicando melhorias”, após a leitura da referida proposta o Sr. CMT Geral grifou os itens principais tais como aumento do salário, informando que a equipe técnica já encontrava-se fazendo os cálculos para apresentar proposta ao Sr. Governador, deixando claro que o mesmo (CMT G.) não é a favor das gratificações que vem sendo dadas desde os Governos passados sendo a favor de um salário digno para que o policial possa ir para sua reforma sem perdas. Vale Transporte e carga horária o CMT Geral informa que já estaria providenciando de imediato. Foi entregue também por esta comissão o Plano Diretor 2007/2010 assinado pelo atual CMT Geral conforme consta em Adit. BOL PM 001 de 02 de janeiro de 2007, em que o Policial é o bem maior da Policia Militar, sendo entregue o Diário Oficial da União edição 240 seção 1,12,13 de 16 de dezembro de 2010 onde estabelece as diretrizes nacionais de promoção e defesa dos direitos humanos dos profissionais de segurança pública, e outro documento onde fala sobre a inconstitucionalidade do RDPM e suas Jurisprudência, sendo entregue o documento referente a Lei Estadual 3921 de 23 de agosto de 2002 (Assédio Moral contra Policias Civis e Militares) a referida Lei foi sugerido pela Comissão que a mesma fosse publicada em BOL PM, o CMT falou que tais documentos seriam entregues ao Departamento Jurídico. O CMT Geral falou sobre o novo Decreto em relação aos Sargentos de curso e que o referido Decreto já estaria saindo nas próximas semanas. O Sr. CMT colocou-se como o LIDER da Instituição e que a responsabilidade é dele, não deu prazo para entrega da proposta salarial e que encontra-se no Comando apenas há 03 (três) meses e que o grupo deve tomar cuidado com os aproveitadores oposicionistas ao Governo que querem se juntar ao grupo para buscarem posições, que a comissão deixou claro que não tem problema contra o Governador Sergio Cabral e nem tão pouco com o CMT Geral, porém a comissão quer que as propostas sejam aceitas e que até a data de 10 de fevereiro de 2012 o CMT Geral estaria marcando uma outra reunião com a comissão. A reunião do dia 18 de janeiro continua marcada as 19:00h na Lapa, para maiores esclarecimentos. Contamos com a presença de todos.

BLOG SOS PMERJ

QUEREM DESQUALIFICAR O MOVIMENTO DE GREVE DO POLICIAIS MILITARES


Representantes de cada batalhão se reúnem na manhã desta sexta-feira (13/01) com o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Erir Ribeiro Costa Filho, para expor as exigências do movimento grevista. Desde o sucesso da paralisação da categoria no Ceará, a PM fluminense tem se unido cada vez mais para tomar o mesmo rumo. Como Erir Ribeiro tem bom relacionamento com a tropa, sua ideia original era levar as reivindicações dos policiais ao governador Sérgio Cabral.

As eleições municipais deste ano, no entanto, já figuram como o principal obstáculo dos grevistas. O governador teme que seus adversários políticos se aproveitem da mobilização e usá-la como palanque contra a reeleição de Eduardo Paes, por isso já indicou ao comandante-geral que terá pouca tolerância com uma possível paralisação do dia 11 de fevereiro. Em contrapartida, os líderes da greve garantem que não têm qualquer vínculo político com adversários do governo.

“Está claro para os líderes da greve que o governador Sérgio Cabral não é nosso inimigo. Nós estamos defendendo a nossa categoria, e não enfrentando o governo. Tanto é que, se nossos pedidos forem atendidos, não vai haver greve”, explica o cabo Joao Carlos Soares Gurgel, um dos líderes do movimento grevista. “É claro que não podemos ser hipócritas. Estamos falando de milhares de policiais militares. Alguns podem realmente ser abertamente contra o Sérgio Cabral e simpatizar com seus rivais, mas esse não é o espírito do nosso movimento.

Apesar de ter maioria absoluta na Assembleia Legislativa e na Câmara, os políticos aliados de Sérgio Cabral têm pouco ou nenhum diálogo com os policiais militares. Hoje, as principais vozes da categoria no legislativo são de oposição, como o major reformado Paulo Ramos (PDT) e os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro (ambos do PP). O próprio cabo Gurgel, que foi candidato a deputado estadual em 2010 pelo PTB e pode se candidatar a vereador neste ano, foi atacado pelo comandante-geral por supostamente usar a greve a seu favor.

"Quem está revoltado é o PM honesto, e não o corrupto que recebe propina"

"Se eu chegar na reunião e tiver essas pessoas (com envolvimento político), eu vou dizer isso na cara deles, que eles são aproveitadores. Não estão vendo o interesse da corporação e sim o deles", disse o coronel Erir Ribeiro, durante uma entrevista coletiva na última quinta-feira (12/01). Para Gurgel, a declaração foi uma tentativa de desqualificar os grevistas.

“O que eu tento deixar claro é que eu não sou um político. Eu sou um policial militar escolhido por outros policiais para representar a categoria. Tanto que sou apenas um porta-voz dos grevistas, e não um líder absoluto na força. A insatisfação com as atuais condições de trabalho não foram inventadas por mim, estão todas lá”.

Apoio popular

Vítimas constantes de ataques do crime organizado, donos do pior salário da categoria em todo o país e trabalhando em jornadas semanais de 72 horas, os policiais militares que se mobilizam pela greve enfrentam outro problema: a falta de apoio popular da corporação, cuja imagem acabou manchada pelas milícias e casos recorrentes de corrupção. Para ganhar a simpatia do povo, os policiais pretendem expor as condições precárias nas quais vivem.

“Quem está revoltado é o policial militar justo e honesto, o policial que não recebe propina. O corrupto está feliz com as coisas da maneira que estão. Ele não gasta quase metade do salário dele com transporte, já que nós não temos vale-transporte, ele não fica sem dinheiro no fim do mês, ele é favorecido. Infelizmente, quem está de fora acha que todo policial militar é bandido, mas isso só diz respeito a uma parte pequena da corporação”, garante Gurgel, que busca o apoio dos bombeiros.

“A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros são regidos pela mesma legislação, eles são os nossos co-irmãos. Além disso, os bombeiros têm uma imagem muito positiva com a sociedade e simpatizam com as nossas reivindicações. Eles estão juntos no movimento”.

Leia AQUI as reivindicações do movimento grevista


JB

MOVIMENTO DAS ESPOSAS DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES



SITE: http://uemrj.webnode.com.br/
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MOVIMENTO GREVISTA JÁ CIRCULA PELOS QUARTÉIS

COLUNA DO SERVIDOR - JORNAL EXTRA

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

POLICIAIS CIVIS - " hipotecamos nosso total apoio aos colegas POLICIAIS MILITARES e BOMBEIROS pela CORAGEM e DISPOSIÇÃO"


Como POLICIAIS CIVIS, que igualmente deixamos o SANGUE e o SUOR nas ruas do Rio de Janeiro, hipotecamos nosso total apoio aos colegas POLICIAIS MILITARES e BOMBEIROS pela CORAGEM e DISPOSIÇÃO de lutar por uma vida mais digna para os seus familiares.

E deixe Alice ficar no seu País das Maravilhas, pensando que NADA VAI ACONTECER em sua cidade maravilhosa, como se fôssemos todos “soldadinhos” da Rainha de Copas que não pensam ou necessitam de melhores condições de trabalho.

Depois, quando o Chapeleiro Louco estiver definitivamente solto, não nos venham dizer que os JUSTOS MOVIMENTOS pela dignidade das categorias POLICIAIS são “oportunistas”, como Alice se referiu a uma paralização de 48 horas feitas pelos Policiais Civis à época do PANAMERICANO.

OPORTUNISTAS são os governantes que estão APROVEITANDO as demandas da SEGURANÇA PÚBLICA, das TRAGÉDIAS, dos GRANDES EVENTOS para encher os bolsos de dinheiro às custas de nossas vidas.

FORÇA e HONRA, amigos!
Porque isso eles nunca vão conseguir nos tirar.

GRUPO PCERJ

CEARÁ - filha de PM é assassinada

A filha de um policial do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Ceará foi assassinada na noite de quarta-feira no bairro Quintino Cunha, em Fortaleza. Letícia Marcolino Barros da Costa tinha 12 anos e foi morta com três tiros na cabeça.

De acordo com as investigações da polícia, a menina foi atraída até o local do crime por dois homens em uma motocicleta e, logo em seguida, executada. A suspeita é de que o caso tenha sido queima de arquivo, já que Letícia tinha presenciado um assassinato há cerca de 20 dias no mesmo bairro.

Logo após o crime, PMs da 6ª Companhia do 5º Batalhão, no bairro Antônio Bezerra, e policiais da tropa de elite da PM organizaram um cerco na comunidade do Inferninho, no Quintinho Cunha, mas até o início da tarde desta quinta-feira.

NOTÍCIAS TERRA

Coronel da PM Djalma Beltrami foi preso novamente

O coronel da PM Djalma Beltrami, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), foi preso na noite desta quinta-feira (12), pela segunda vez. Segundo a polícia, o Beltrami foi preso por agentes da Corregedoria Geral Unificada (CGU) da Secretaria de Segurança.

De acordo com o advogado do coronel, Marcos Espíndola, a defesa ainda não teve acesso ao mandado de prisão e por isso não vai se pronunciar neste momento.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro (Seseg) informou que a "Corregedoria Geral Unificada (CGU) da Secretaria de Segurança acatou e cumpriu imediatamente a decisão do juiz Márcio da Costa Dantas, da 2ª Vara Criminal de São Pedro D'Aldeia, de prisão do coronel PM Djalma Beltrami".

Além disso, o comunicado afirma que "agentes da Polícia Militar e da Polícia Civil encaminharão o coronel Beltrami para um quartel da PM, ainda a ser definido, onde ficará detido de forma preventiva", acrescentando que a Seseg "aguardará a conclusão do processo para se pronunciar".

Responsável pela primeira prisão de Beltrami, o delegado Alan Luxardo, titular da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, confirmou a nova prisão do coronel, mas não informou o motivo.

Também nesta quinta-feira (12), o Ministério Público informou que promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) já haviam denunciado ao Juízo da Comarca de São Pedro da Aldeia o coronel Djalma Beltrami, mais 12 policiais militares e 27 pessoas relacionadas ao tráfico de drogas no Conjunto de Favelas da Maré, no subúrbio do Rio, e nos Morros do Bumba, em Niterói, e da Coruja, em São Gonçalo, ambos na Região Metropolitana.

Ainda segundo o MP-RJ, foi requerida a prisão preventiva de todos os denunciados, sendo que dez policiais e dois traficantes já estão presos em decorrência da operação "Dezembro Negro".

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Blog do "SOS PMERJ"


http://sospoliciaismilitares.blogspot.com/

Compromissos do movimento grevista:
Dia 13/01/2012 - Reunião com o comandante da polícia militar no QG com representantes dos batalhões às 09 horas.
Dia 18/01/2012 - Reunião com os policiais militares no SINDSPREV às 19 horas.

SINDSPREV – Rua Joaquim Silva 98/A – Centro
Como chegar no SINDSPREV: mapa



Para evitar greve, comandante-geral convoca reunião com PMs do Rio

A Polícia Militar ligou o sinal de alerta para o movimento grevista que ganha força no Rio de Janeiro. O comandante-geral da PM, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, convocou uma reunião com os líderes do movimento para a próxima sexta-feira (13/01), no quartel-general na corporação. Como mantém um bom relacionamento com a tropa, o coronel quer ouvir as principais reivindicações do movimento grevista e levá-las ao governador Sérgio Cabral.

Greve em fevereiro

A deflagração da greve em fevereiro depende do que será discutido nesta reunião e a reação do governador Sérgio Cabral às reivindicações. Além de um aumento salarial, os policiais militares querem receber vale-transporte, vale-refeição e o estabelecimento de uma carga horária fixa para evitar os constantes abusos. Hoje, alguns agentes trabalham 72 horas por semana, bem acima das 44 horas apontadas pela legislação trabalhista.

JORNAL DO BRASIL

Estado antecipa as promoções de PMs e BMs



DIÁRIO OFICIAL

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

ATENÇÃO POLICIAIS MILITARES!


Dia 18 de janeiro (quarta-feira) a partir das 19:00 horas, faremos uma reunião no auditório do SINDSPREV, para deliberações sobre a mobilização dos POLICIAIS MILITARES e BOMBEIROS MILITARES.
Ativos e inativos sua presença é muito importante!
SINDSPREV – Rua Joaquim Silva 98/A – Centro

Como chegar no SINDSPREV: mapa


Obs: Dia 11 estaremos em frente ao CFAP, às 09:00 horas e na Cinelândia às 16:00 horas.
Os Bombeiros e os Policiais Militares que quiserem participar da exibição de faixa e da panfletagem deverão estar desarmados, em trajes civis e de folga.


Reivindicações -PMERJ

CB GURGEL!

Necessidades para se tornar uma Polícia Militar Forte, digna e que realmente atenda a necessidade da sociedade, é só o que nós queremos, nos seguintes itens:

1 - SERVIÇO EXTRA REMUNERADO - Somos servidores públicos e não escravos;

2 - FIM DAS PRISÕES ADMINISTRATIVAS - Somos profissionais e não marginais, cárcere é para marginal;

3 - SALÁRIO COMPATÍVEL COM A REALIDADE DO PAÍS - Somos agentes de segurança pública e entregamos nosso bem mais precioso, NOSSA VIDA, em prol da sociedade, o mínimo que merecemos é um salário digno, que não nos faça passar fome ou escravo de seguranças privadas, o que é muito conveniente para os utilitários desses serviços;

4 - UMA POLÍTICA SÉRIA DE COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA POLICIAIS - Representamos o Estado e a Sociedade, portanto, precisamos de suporte para isso, na atual realidade, somos mortos de maneira covarde, como o SD BRUNO SALDANHA, covardemente assassinado por vagabundos da pedreira, e que medidas foram tomadas? Incursões até a poeira abaixar? E a família de nosso irmão, quem está cuidando dela? PRECISAMOS DE LEIS MAIS SEVERAS PARA CRIMES CONTRA POLICIAIS, pois todos os crimes contra a administração pública são punidos com mais rigor. por exemplo: o PECULATO, nada mais é do que apropriação indébita, mas, por ser uma apropriação de bens do Estado, a pena é muito mais rigorosa do que a apropriação. E o homicídio de um Policial em razão de sua profissão, não é um crime contra a administração pública? Uma Seção especializada na captura a marginais que atentem contra a integridade de PMs já ajudaria.

5 - VALE ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE - Porque somos obrigados a arcar com as despesas de transporte, se TODOS os trabalhadores possuem esse direito? Não somos Trabalhadores? Porque somos obrigados a ter fome no horário em que o rancho funciona? Por que somos obrigados a comer a comida que nos é servida? Não temos direitos de não gostar de alguma delas? Somos máquinas ou seres humanos?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

POLICIAIS MILITARES E O MOVIMENTO GREVISTA É NOTÍCIA NO JB

A greve dos policiais militares no Ceará inflamou a corporação fluminense. Os PMs do Rio de Janeiro recebem um dos piores salários do país (R$ 1.137) e se inspiram no sucesso dos colegas cearenses para fazer valer suas reivindicações. Cartazes indicando datas entre fevereiro e maio para uma suposta paralisação geral nos quartéis são amplamente divulgados nas redes sociais. Além de um reajuste salarial, os policiais também pedem a revisão da jornada de trabalho da categoria.

Cartaz indigesto

O crescimento do movimento grevista foi catalisado pela revolta da tropa com o novo cartaz espalhado pelos quartéis. A peça, que mostra um policial militar algemado como parte de uma campanha anti-corrupção da corporação, serviu apenas para desmoralizar os agentes.

Vitória

No Ceará, a greve dos policiais militares conseguiu um reajuste de 56% e a incorporação de uma gratificação de R$ 920 ao salário base da categoria com apenas cinco dias de paralisação.

Jornal do Brasil

domingo, 8 de janeiro de 2012

Crise entre as polícias Militar e Civil

A histórica crise entre as polícias Militar e Civil promete novos e delicados capítulos. A cúpula da PM não engoliu a prisão, em dezembro, do coronel Djalma Beltrami, então comandante do 7º Batalhão, em São Gonçalo. Investigação da Polícia Civil teria encontrado provas de seu envolvimento com traficantes de drogas.

Libertado pela Justiça, Beltrami foi transferido para funções burocráticas pelo comando da PM, que aguarda a conclusão do inquérito: munição pesada sairá do Quartel General da corporação caso não haja provas conclusivas contra o oficial.

O Dia

‘Gladiadores’ a galope na PM

Chamar a cavalaria contra os bandidos é coisa de filme de faroeste? Pois o policiamento sobre quatro patas está aumentando a galope no Rio. Montada em estatísticas que comprovam que os equinos ajudam a botar a criminalidade no chão, a Polícia Militar vai subir de 130 para mais de 500 o número de cavalos na corporação até o fim do ano. Mas metade já estará pronta e equipada para a Rio+20, reedição da Eco-92 que será realizada em junho.

Segundo a comandante do Batalhão de Cavalaria (RPMont), tenente-coronel Cláudia Lovain, o plantel hoje não dá conta de todos os pedidos. Rotineiramente, segundo a oficial, o batalhão apoia o policiamento de Irajá, Lagoa, Aterro, Grajaú, Campo Grande e Engenho de Dentro.

Está provado que, onde os cavalos estão, os índices de criminalidade caem. Além desses batalhões, ainda somos chamados para patrulhar eventos em diversas cidades do interior”, afirmou Lovain, que visitará as fazendas da HD Licit, vencedora da licitação, para escolher os animais que integrarão a PM.

Com a chegada dos 400 cavalos, a ideia é que se faça uma escala entre os animais. “Eles trabalharão um dia e folgarão no outro”, diz. O batalhão terá novas instalações. As baias para os cavalos e os alojamentos dos policiais serão reformados. Datadas da década de 60, as cocheiras precisam de reparos e modernização, segundo a comandante. Com tropa de mais de 500 animais, a PM também precisará de um hospital veterinário. O projeto está sendo enviado para a Secretaria de Segurança para orçamento.

“Quando o animal precisa de uma intervenção cirúrgica ou atendimento mais específico, usamos as instalações e os equipamentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, mas com uma tropa deste tamanho, vamos precisar de um centro para cuidados mais específicos”, explica Lovain. Pelo projeto, o hospital, que ficará no terreno do RPMont, em Campo Grande, terá 678 metros quadrados e contará com centro cirúrgico, enfermaria, sala de imagem para exames, além de leitos para cavalos que precisem ser internados.

O Dia


A FANTÁSTICA FÁBRICA DE POLICIAIS MILITARES

Em um ano, PM quer formar mesmo número de policiais que nos 5 anteriores
A Polícia Militar do Rio de Janeiro pretende formar 7 mil soldados, no período de um ano, entre o segundo semestre de 2011 e os seis primeiros meses deste ano. O número é superior ao número alcançado entre 2006 e 2010, quando 6,4 mil policiais foram preparados pela academia da PM, ou seja, uma média de 1,3 mil por ano.

Segundo o coordenador de Comunicação Social da PM fluminense, coronel Frederico Caldas, formar um grande número de policiais em um curto espaço de tempo “não é o ideal, mas é preciso” diante da necessidade de aumento do efetivo da Polícia Militar, para se expandir as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e para garantir a segurança dos grandes eventos esportivos progrmados para o Rio: alguns jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

“A gente não tem opção. Não é o ideal porque é uma quantidade muito grande [de policiais], que foge ao nosso padrão normal, mas é algo que era preciso fazer. Há um compromisso das autoridades de empregar 16 mil policiais nesses eventos”, disse o coronel, que também trabalha há 20 anos, como instrutor do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), a academia de praças da PM.

Segundo o coronel, apesar de ser um esforço maior do que o normal, a Polícia Militar tem se preparado desde 2009 para aumentar a capacidade do centro de formação. Ele explica que, no ano passado, foram construídas duas instalações (chamadas de companhias) dentro da academia, para se somar às três que já existiam.

Com as duas novas instalações, que incluem salas de aula e alojamentos para alunos de outros municípios, a capacidade do centro, de acordo com o coronel Frederico, aumentou de 3,6 mil por ano para cerca de 8 mil.

A PM está adotando outras medidas para tentar manter o padrão do curso, ampliando o refeitório e o número de instrutores. A polícia começou a pagar aos instrutores (R$ 65 por hora-aula) e formou um banco de talentos para contratar profissionais de outras áreas. O curso continua durando seis meses.

O coronel disse que não acredita numa perda da qualidade do curso de formação, devido ao aumento do número de alunos. “Claro que dar aula para 30 alunos não é o mesmo que dar aula para 60, 70 alunos. Mas não digo que eles serão malformados. Eu, por exemplo, fui soldado da PM e, em 1984, estudei no Cfap. Posso afirmar que minha formação, naquela época, não era melhor do que hoje em dia”, disse.

De acordo com o oficial, a expectativa é que essa situação só se mantenha até 2014, quando se encerra o cronograma de implantação das UPPs. Depois disso, o número de alunos do centro deve retornar à média histórica.
JB

Polícia Civil anunciou a substituição de pelo menos 30 titulares de delegacias especializadas e distritais em todo o Estado

A Polícia Civil anunciou a substituição de pelo menos 30 titulares de delegacias especializadas e distritais em todo o Estado. As mudanças começaram no último dia 29, quando foi publicado no Diário Oficial decreto extinguindo as delegacias de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) e a de Repressão aos Crimes contra a Saúde Pública (DRCCSP). De acordo com a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, o efetivo empregado nas delegacias extintas será redistribuído. A previsão é de que nesta segunda-feira seja divulgada a lista com as mudanças que ainda não foram concluídas.

As substituições foram iniciadas com a nomeação do novo diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), delegado Fernando Reis. Entre as alterações já feitas estão a ida do delegado Felipe Ettore, titular da Delegacia de Homicídios (DH), para a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFA), antes comandada por Márcio Mendonça, que foi indicado para a 12ª DP (Copacabana). O comando da DH será do delegado Rivaldo Barbosa que é ex-secretário de Inteligência da Secretaria de Segurança.

A Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) será comandada pela delegada Valéria de Aragão Sadio, que antes estava à frente da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (Dpca), que agora ficará a cargo da delegada Bárbara Lomba, do Drae. A Delegacia Especial de Atendimento ao Turista terá Alexandre Braga como titular. Ele comandava a 16ª (Barra), que ainda não tem a indicação.

O FLUMINENSE

sábado, 7 de janeiro de 2012

Munição de Nem vinha da polícia

Investigações revelam que policiais corruptos venderam mais de 2 000 cartuchos e balas ao bando de Nem na Rocinha. Só falta agora apontar os responsáveis

Dias antes da ocupação da favela da Rocinha por forças de segurança no Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu cinco traficantes que tentavam escapar da operação iminente. Os bandidos eram do alto escalão da quadrilha do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e estavam sendo escoltados por três policiais civis. Nos quatro carros usados na fuga havia quase 500 cartuchos e balas, dez pistolas e três fuzis. Boa parte era de uso exclusivo das forças de segurança e chegara aos marginais pelas mãos dos próprios policiais. A prisão escancarou a simbiose entre o crime organizado e agentes da lei que manteve aquela área imune à ação do estado durante décadas. Desde então, por força da nova ordem que se estabeleceu ali, os esqueletos começaram a sair do armário. O mais recente emerge de um relatório de inteligência da Secretaria de Segurança do Rio obtido por VEJA. O documento deixa claro que vigoravam, entre o bando de Nem e policiais corruptos, canais permanentes de fornecimento de armas e munições. Dos 23 000 cartuchos e balas já encontrados em covas e paióis clandestinos espalhados pela Rocinha, pelo menos 2 300 foram desviados de quartéis do Exército, de batalhões da Polícia Militar e dos estoques da Polícia Civil. Os bandidos tinham até munição da Polícia Militar de São Paulo.

A contabilidade das apreensões na Rocinha mostra que o arsenal ali era maior do que o de qualquer batalhão da PM ou delegacia do Rio. Até agora, além dos 23 000 cartuchos e balas, foram encontrados 91 fuzis, noventa pistolas, dez metralhadoras e 122 granadas. Nas mãos de cerca de 400 marginais, tal artilharia garantia o comércio de mais de 5 toneladas de cocaína por ano, que rendia estimados 60 milhões de reais. Ao ser preso, Nem declarou gastar metade disso em propinas para policiais corruptos — que, além de armas e proteção, davam também treinamento bélico a seus comparsas. A equipe da Subsecretaria de Inteligência que rastreia a origem das armas e munições já sabe que a parte que não foi desviada da polícia ou do Exército chegou ao morro pelas mesmas rotas que as drogas — principalmente via Paraguai e Bolívia. A inteligência começa a desvendar quem eram os fornecedores da quadrilha e como funcionava o esquema. Sabe-se, por exemplo, que treze dos 26 lotes de munição já identificados foram comprados pela PM do Rio num mesmo dia de 2009. Diz um dos investigadores: “O mais provável é que o material tenha sido desviado por um único grupo, especializado em atender a bandidagem”. Agora é questão de tempo — e de vontade — até que se chegue aos nomes.

Revista VEJA

PMERJ - GREVE GERAL

O 4º ANJINHO - "O meu filho nunca se envolveu com nada de errado e foi vítima dessa covardia"

Uma faxineira de 45 anos, que mora no Morro da Providência, voltou a viver um antigo pesadelo nos últimos dias. Mãe de um dos três jovens que foram entregues em junho de 2008 por militares do Exército a traficantes do Morro da Mineira, facção rival à comunidade, ela sentiu que poderia perder o outro filho numa operação feita por policiais militares da UPP. X., de 17 anos, disse ter sido torturado a socos, tapas, pontapés e golpes de cassetete. A versão foi confirmada por moradores, que dizem ter presenciado as agressões.

O episódio ocorreu na quarta-feira à tarde, na entrada da comunidade, após uma troca de tiros entre policiais e traficantes. X. e outros três menores foram detidos com Wagner Luiz Fagundes, preso por tráfico e associação para o tráfico. Um dos adolescentes foi atingido por um tiro na nádega e está internado no Hospital Souza Aguiar. Os policiais apreenderam um revólver e pequena quantidade de drogas na operação. A ocorrência foi registrada na 5ª DP (Mem de Sá).

A mãe de X. diz que o filho nunca se envolveu com o tráfico e é um aluno estudioso, numa escola municipal perto da comunidade.

— O meu filho saiu de casa com R$ 20 no bolso para cortar os cabelos. Aí, disse que ouviu barulho de tiros e saiu correndo. Foi quando a polícia pegou ele. Fiquei com medo de perder um outro filho do mesmo jeito. O meu filho nunca se envolveu com nada de errado e foi vítima dessa covardia — desabafou a mãe.

O caso está sendo acompanhado pela Secretaria Estadual de Direitos Humanos, pelo Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura, da Alerj e pela ONG Projeto Legal.

— O adolescente estava com sangramento na cabeça, tinha um ferimento na perna e levou chutes nas costas — disse o advogado Antônio Pedro Soares, da ONG, que esteve com o menor na delegacia.

Na próxima segunda-feira, os menores serão ouvidos em audiência no Juizado da Infância e da Juventude, num processo que corre em segredo de Justiça.

PM está apurando a denúncia

Em nota, a PM disse que os policiais chegaram uma denúncia sobre a presença de traficantes dentro de uma creche quando os cinco suspeitos tentaram fugir. Segundo a PM, um deles atirou e os policiais revidaram.

A corporação informa, ainda, que está apurando a denúncia. O comandante Glauco Schorcht já identificou os policiais envolvidos na ocorrência, que estão sendo ouvidos sobre as circunstâncias da ocorrência. “Os autos serão encaminhados para a Corregedoria da Polícia Militar, que já instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM)”, informou.

EXTRA

RELEMBRE O CASO DOS 3 ANJINHOS:

David Wilson Florenço da Silva, conhecido como "Deivão", foi preso em flagrante, em junho de 2004, por porte ilegal de munição e corrupção de menores. Também seria segurança do traficante Carlinhos Fininho, gerente da boca de fumo do Morro da Providência, favela dominada pela facção criminosa Comando Vermelho (CV).
Marcos Paulo Rodrigues Campos, era primo do traficante Carlinhos Fininho e provavelmente prestava serviços como segurança da boca-de-fumo. A mãe adotiva de Marcos, Maria de Fátima Barbosa, foi presa em flagrante delito pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, no dia 18 de dezembro de 2004, em companhia de três cidadãos, por estarem de posse de 04 (quatro) fuzis, sendo três de calibre 7.62mm e um de calibre .223, além de cartuchos de munição para os calibres supra citados.
Wellington Gonzaga da Costa Ferreira, também conhecido como "Negão" possui registro policial por ser acusado de associação para o tráfico, em maio de 2006. Seria também segurança do traficante Carlinhos Fininho. Lílian Gonzaga da Costa de Souza, mãe de Wellington, já foi presa por posse de cocaína, em 2001.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Greve no Ceará deixa em alerta o comando da PM fluminense


A greve dos policiais militares no Ceará e o aumento conquistado pela categoria deixaram em alerta o comando da corporação fluminense. Há o receio de que o movimento acabe repercutindo por aqui.

O temor se justifica pelas diferenças salariais: além de conseguirem uma redução na jornada de trabalho (de 46 horas para 40 horas semanais) e auxílio-refeição, os cearenses conquistaram o piso de R$ 2.634. No Estado do Rio, um soldado recebe R$ 1.277: se for casado ou tiver dependentes (caso de 90% da tropa), o valor vai a R$ 1.510.

Os soldados do Rio ainda recebem gratificações que chegam a R$ 500. Mas comandantes da PM contam mesmo é com a antecipação de parcelas do reajuste anual de 12% que vem aplicado aos salários. Pela lei, o aumento só terminará de ser pago em 2014.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Falso PM é preso no Rio por porte ilegal de arma

O homem tentou conseguir uma identidade falsa de militar em um quartel na zona oeste do Rio. Ele foi preso com um revólver sem registro.


Delegado e três agentes são suspeitos de criar esquema de corrupção na Baixada Fluminense

Policiais foram denunciados por supostamente exigirem propinas de comerciantes em Piabetá, na Baixada Fluminense


Um delegado e três policiais civis são acusados de participar de um suposto esquema de corrupção na delegacia de Piabetá (66ª DP), em Magé, na Baixada Fluminense. Todos foram denunciados em setembro e respondem processo na Vara Criminal do município que foi instaurado na mesma época. No mês passado, a Justiça decretou sigilo dos autos.
Segundo o processo, os policiais estariam envolvidos na cobrança de propinas de proprietários de depósitos de gás e de ferro-velhos de Piabetá. Os valores chegariam até a R$ 5 mil.

O delegado chegou a ter decretada pela Justiça em novembro a suspensão de sua função pública. A decisão, no entanto, foi revogada em dezembro sob alegação de que as provas ainda não eram consistentes.
O policial, no entanto, continua afastado, segundo o corregedor da Polícia Civil, delegado Gilson Emiliano, que disse não ter sido notificado pela Justiça.

Os agentes suspeitos chegaram a ficar presos mas foram soltos beneficiados por um habeas corpus.

"Eles estão suspensos de suas funções. Estão sem armas e o distintivo da polícia", afirmou o corregedor.

Propina para 'trabalhar em paz'

De acordo com as investigações, os agentes agiriam em conluio com miliciano identificado como Cigano, que está preso. Em nome da 66ª DP, Cigano percorria os estabelecimentos e exigia o pagamento de propinas para que os comerciantes pudessem "trabalhar em paz".

"A investigação indicou que os suspeitos exigiam dinheiro de donos de ferro velho e de depósitos de gás. Normalmente, pegavam R$ 100 de um e de outro", disse o corregedor Gilson Emiliano.

O proprietário de um depósito de gás denunciou o grupo. Ele contou que Cigano, na companhia de dois dos policiais suspeitos, foram até a sua loja no dia 1º de setembro e exigiram propina de R$ 400 mensais em troca de não fiscalizar o seu estabelecimento. O miliciano teria dito, na ocasião, que todas as distribuidoras de gás contribuíam com a 'caixinha' da 66ª DP.

Constam nos autos de que, no interior da própria delegacia e no mesmo dia, um outro agente envolvido no esquema exigiu do comerciante o pagamento de R$ 5 mil de propina e depois tentou junto aos colegas suspeitos a redução da mesma para R$ 500.

Miliciano usava viatura

Cigano está preso desde o dia 12 de setembro. De acordo com a investigação, mesmo não sendo policial civil, ele conduzia viatura da corporação, armado e com o distintivo do órgão.

Sobre o delegado, o processo revela que ele teria ameaçado de forma agressiva o comerciante de que ele responderia por um crime inafiançável (não mencionado no texto) e pegaria cinco anos de condenação.

A cena teria ocorrido na frente de um dos agentes investigados o que, segundo o relatório da investigação, indicaria um suposto conluio entre o delegado e o policial no sentido de aterrorizar a vítima e obrigá-la a pagar propina.
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