segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Cabo envolvido na morte da juíza dá entrevista ao Fantástico
Assista o vídeo da entrevista AQUI
Apesar de já ter tido sua imagem divulgada, o policial pediu para seu rosto não ser mostrado durante a entrevista.
Fantástico: A sua mulher sabia da sua participação?
Sérgio: Não. Só ficou sabendo no fórum, quando eu fui fazer o acordo.
Fantástico: Da delação premiada?
Sérgio: Sim.
Fantástico: Você teme pela segurança dela e da sua filha?
Sérgio: Temo.
Fantástico: Por quê?
Sérgio: Saiu nos jornais que foi por causa do meu depoimento que o coronel foi preso. Na verdade eu não citei o nome do coronel. Quem falou o nome do coronel foi o tenente Benitez.
O tenente Benitez é o condutor da moto. O coronel Cláudio Oliveira era comandante do 7º Batalhão. Esta semana ele foi preso, acusado de ser o mentor do crime.
Outro cabo – Jeferson de Araújo Miranda - que também fez acordo de delação premiada disse, em depoimento, que ouviu do tenente que o coronel sabia do desejo dele de matar a juíza e ainda teria dito ao tenente: ‘Você me faria um grande favor’.
Fantástico: Quando foi a primeira vez que você ouviu falar sobre assassinar a juíza Patrícia Acioli?
Sérgio: “Abril, maio, ele trouxe a ideia para dentro da...
Fantástico: Ele quem?
Sérgio: O tenente trouxe a ideia para dentro da equipe.
Fantástico: A equipe que você diz é o GAT?
Sérgio: Sim.
GAT é o Grupamento de Ações Táticas, uma espécie de tropa de elite em cada batalhão da PM no Rio. Todos os nove homens do GAT de São Gonçalo estão presos.
O cabo Sérgio confessou confessou ser o homem que atirou com duas pistolas, calibres 40 e 45, e apontou o tenente como autor dos tiros de revólver 38.
Fantástico: Como é que você se sentiu quando você saiu daquele condomínio depois de todos aqueles tiros no carro da juíza?
Sérgio: Muito arrependido, muito arrependido.
Fantástico: Você se arrependeu na hora ou se arrependeu quando foi preso?
Sérgio: Dois minutos depois já estava arrependido.
Logo depois do assassinato da juíza, o tenente, os dois cabos e cinco policiais foram presos por outro crime: a morte de um jovem em São Gonçalo. A prisão tinha sido determinada pela própria Patrícia Acioli minutos antes de morrer. De dentro da prisão militar, o tenente fazia ligações, que a polícia estava gravando, com autorização da Justiça.
Tenente Daniel Benitez: “Sabe se alguém do batalhão vem me visitar aqui nesse final de semana, para eu organizar aqui as visitas?
Desconhecido: O zero-um falou que vai aí, cara, vai aí. E pediu para que os oficiais fossem também pra poder dar um apoio moral a vocês, entendeu?
Benitez: Sempre bom receber os amigos, sempre bom receber os amigos. Tranquilo.
Zero-um era o coronel Cláudio.
Fantástico: O coronel esteve na prisão visitando vocês?
Sérgio: Ele fez uma reunião com todos, dando a palavra de conforto e que isso ia passar. Depois que todos saíram, só ficou o tenente conversando com ele, não sei quanto tempo.
No Batalhão Especial Prisional, a cadeia da PM, o tenente não se sentia preso, como mostra nesta conversa com a mãe.
Mãe: Corre o risco de vocês fugirem daí? Como é que você sai daí, meu filho?
Benitez: Isso aqui é a coisa mais fácil de fugir que tem no mundo, é que ninguém quer. Mas daqui a pouco, daqui a pouco, eu devo estar saindo. Mais umas feriazinhas.
Férias com festa e cerveja.
Desconhecido: Fala, cabeça.
Benitez: Arruma uma bolsa de viagem aí. Vê se consegue trazer uma seis caixas. Pode ser latão. Qualquer coisa.
Deconhecido: Você quer seis, oito caixas? Como é que eu vou botar isso numa bolsa de viagem, filho?
Benitez: Ah, bota o que der. Bota o que der. Bota duas garrafas de vodca, também.
Chefiando o GAT, o tenente estava acostumado a pegar o que queria. Os cabos confessaram que o grupo tinha um esquema de corrupção. Eles tomavam armas, drogas e dinheiro dos traficantes e chamavam isso de espólio de guerra.
Sérgio: Uma vez o tenente reservou uma parte do espólio para o coronel. Se entregou ou não, não tenho como te afirmar.
Fantástico: Mas ele disse que ia entregar pro coronel.
Sérgio: Separou, sim.
Fantástico: Você lembra quanto era?
Sérgio: Não me recordo.
O outro cabo disse que o movimento semanal era de entre R$ 10mil e R$ 12 mil. O que passava disso ia para o coronel.
“A Patrícia tinha um objetivo, que era pegar o comandante do batalhão por todo o comando de corrupção que ele fazia na Comarca de São Gonçalo. Ele era o alvo da Patrícia. Por isso ela foi morta, porque ela colocou em risco o faturamento do batalhão”, explica desembargador Antonio Siqueira, presidente da Associação de Magistrados/RJ.
Naquela noite, a juíza saiu sozinha do fórum. Sozinha, fez todo o percurso e sozinha estava quando caiu na emboscada em frente à casa dela. Como uma mulher que tinha mandado para a cadeia mais de 60 policiais e que estava ameaçada de morte estava andando sem escolta? Depoimentos e documentos reunidos pela polícia começam a esclarecer bem essa questão.
Em janeiro, o coronel Cláudio transferiu os últimos dois policiais que faziam a escolta da juíza. Um deles era o cabo Poubel, namorado de Patrícia Acioli. No boletim interno da Polícia Militar, uma observação: os dois só poderiam sair dos novos postos com autorização do comandante-geral da PM. O coronel Mário Sergio Duarte pediu demissão depois que o coronel Cláudio foi preso.
O coronel Mário Sérgio, que está se recuperando de uma cirurgia, disse por telefone que a responsabilidade pela segurança de magistrados é do Tribunal de Justiça, e que é o tribunal que escala PMs cedidos por convênio.
No caso dos dois seguranças da juíza, o coronel disse que foram transferidos de volta para a rua junto com outros PMs que estavam fazendo segurança de autoridades sem estarem formalizados por convênio. Sobre o fato de que a transferência destes dois praças só poderia ser feita com autorização expressa dele, o comandante-geral da PM, o coronel disse que isso era uma forma de protegê-los, para evitar que fossem transferidos para o interior do estado.
sábado, 1 de outubro de 2011
JUNTE-SE AOS BOMBEIROS DOMINGO DIA 2 NO LEBLON!
Os bombeiros militares reunidos em assembleia na noite de hoje (30) decidiram que, a partir deste domingo (2) e durante todos os finais de semana de outubro, vão se concentrar em frente ao Posto 12 do Grupamento Marítimo de Salvamento, no Leblon, zona sul carioca.
No local, eles vão distribuir panfletos e colar adesivos nos carros para chamar a atenção da população sobre a grande manifestação marcada para o domingo (30) de outubro, quando vão se juntar a outras categorias do funcionalismo estadual, como professores, profissionais da área de saúde, policiais, para pedir o impeachment do governador Sérgio Cabral.
De acordo com um dos líderes do movimento, o cabo bombeiro Daciolo Benevenuto, a “campanha é contra a corrupção e a impunidade no governo estadual e pelo "fora, Cabral".
A assembleia no Clube dos Portuários, na região portuária da cidade, reuniu mais de 3 mil participantes, segundo a coordenação do movimento. O Leblon foi escolhido para as manifestações por ser o local de residência do governador Sérgio Cabral.
O cabo Benevenuto disse ainda que o acampamento montado nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que completa 30 dias hoje, será mantido “até que o governador receba uma comissão dos bombeiros. A categoria tenta há 5 meses um encontro com Cabral sem sucesso”.
Os bombeiros reivindicam piso de R$ 2 mil para a categoria, além de reajuste no RioCard, cartão usado no transporte público. Segundo eles,o valor atual de R$ 100 mensais é pouco.
POLICIAL MILITAR MORTO NA QUINTA-FEIRA FAZIA SEGURANÇA DA MÃE DO GOVERNADOR
O crime aconteceu na Rua João Barbalho, próximo ao Viaduto de Quintino, na Zona Norte do Rio.
Segundo a assessoria do governo do estado, dona Magaly não estava no carro no momento do assalto, embora o segurança estivesse de plantão. O policial chegou a ser levado para o Hospital Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo dele foi enterrado, ontem, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, em Vassouras, cidade onde mora sua família.
JORNAL EXTRA
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
POLICIAL BANDIDO QUE SUJA A CORPORAÇÃO MERCECE PENA MÁXIMA
1º CASO - Uma investigação feita pela PF (Polícia Federal) entre agosto do ano passado e fevereiro deste ano e que resultou em processo na 40ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ-RJ) revelou que um cabo do 1º BPM (Estácio) atuava como informante de traficantes do morro do Fallet, em Santa Teresa, na região central da capital, antes da implantação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora).
A UPP do Fallet, que também é a responsável pelos morros do Fogueteiro e da Coroa, é a mesma onde está sendo investigado um suposto esquema de corrupção que resultou no afastamento de 35 PMs, entre eles o ex-comandante da unidade, capitão Élton Costa. Segundo as investigações, os policiais receberiam propinas dos traficantes.
Segundo as informações prestadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da PF, o cabo, que está preso, informava a um dos chefes do tráfico do Fallet, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho, sobre todas as operações que seriam feitas na favela.
Além disso, de acordo com a PF, o PM também repassava aos bandidos drogas que eram apreendidas em outras favelas, principalmente crack. Uma escuta telefônica flagrou o policial negociando este tipo de droga com Paulinhozinho, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público Estadual.
"Foi apurado que o PM ia pessoalmente e com freqüência à favela negociar com os traficantes locais. O policial se reportava não só a Paulo César como também a um comparsa dele identificado por Alan", diz nota enviada pela PF.
Segundo a Justiça, o policial também supostamente repassava informações sobre operações que seriam realizadas no morro da Mangueira, na zona norte do Rio, e no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana. Os traficantes destas duas favelas negociavam armas e drogas com os bandidos do Fallet, revelam as investigações.
O trabalho feito pela PF resultou em uma denúncia do Ministério Público contra 11 pessoas. Um dos alvos da investigação, o traficante de vulgo Coroa, foi preso em novembro, na ponte Rio-Niterói, com 4 kg de cocaína e R$ 99 mil.
A PF informou que não há indícios de que o PM suspeito tivesse a ajuda de colegas de farda. Segundo a PF, após a implantação da UPP no Fallet, em fevereiro, os traficantes citados nas investigações deixaram a favela.2º CASO - PMs condenados
Outro caso que ocorreu durante a crise na PM foi a condenação, no último dia 29, de um tenente, dois sargentos e um cabo da Polícia Militar acusados de terem sequestrado um traficante conhecido como Tião da Providência, em Niterói, na região metropolitana, e pedido R$ 50 mil de resgate.
Segundo os autos, o suspeito foi abordado pelos PMs no dia 15 de dezembro na localidade conhecida como Praça de Santa, em Niterói. Na ocasião, os policiais alegaram ter informações de que haveria uma pessoa com as características de Tião praticando assaltos na região.
Tião negou as acusações e, de acordo com o processo, passou a ser agredido pelos PMs. Levou chutes na costela e teve um relógio e um bracelete de prata com ouro subtraídos.
Em seguida, ele foi algemado e colocado em uma viatura e os PMs pediram que Tião entrasse em contato com alguém da família. O suposto traficante, então, ligou para uma irmã. Um dos policiais acusados pediu R$ 50 mil em troca da liberdade de Tião.
Um encontro foi marcado em frente de uma lanchonete na Alameda São Boaventura, no Fonseca, para a entrega do dinheiro. Os familiares de Tião, no entanto, entraram em contato com a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), órgão subordinado à Corregedoria Interna da PM.
Um dos PMs acusados foi preso no local e informou aos representantes da Corregedoria a localização dos colegas supostamente envolvidos na trama e que acabaram presos também. O traficante sequestrado acabou escapando e está foragido.
Os policiais foram condenados pelo crime de extorsão mediante sequestro pela juíza da Auditoria Militar, Ana Paula Monte Figueiredo, que decidu manter a prisão preventiva dos acusados.
O tenente envolvido foi punido com 13 anos, dois meses e 12 dias de prisão. O cabo pegou 12 anos e os dois sargentos, a 10 anos, nove meses e 18 dias de detenção. As penas, segundo a juíza, devem ser cumpridas em regime fechado.
Segundo a Polícia Civil, Tião da Providência é apontado como um dos bandidos mais procurados de Niterói e São Gonçalo.
Ele é acusado de comandar o tráfico de drogas no morro Novo México, em São Gonçalo, e responde a dois processos na Justiça por homicídios. De acordo com a polícia, ele age em parceria com o irmão, que é conhecido pela alcunha de Branco.
Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
ASSEMBLÉIA GERAL DOS BOMBEIROS
Amanhã dia 30 acontece a ASSEMBLÉIA GERAL dos Bombeiros é a hora da nossa união às 18h, no Clube dos Portuários (Av, Francisco Bicalho, 47).
Policial Militar morre durante patrulhamento no Rock in Rio
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o corpo da PM será levado para o Instituto Médico Legal, onde a autópsia poderá identificar as causas da morte.
O Dia
Polícia Civil protesta por melhores salários

Policiais civis do Rio de Janeiro realizavam uma manifestação no centro da cidade na tarde desta quinta-feira (29) para reivindicar melhores condições de trabalho e salários.
Organizadores do movimento Operação Padrão Cumpra-se a Lei dizem que ao menos mil policiais participavam do protesto. Já o Centro de Operações da Prefeitura do Rio informava que, por volta das 14h30, eram 200 manifestantes.
No horário, o protesto se concentrava na avenida Rio Branco, na altura da Cinelândia, e prejudicava o trânsito.
De acordo com Sindipol (Sindicato dos Policiais Civis), o movimento é, principalmente, para reivindicar por uma Polícia Civil mais eficiente. Os policiais chamaram atenção para o que eles denominaram "investigação com CPF", dando exemplo do caso da juíza assassinada Patrícia Acioli, em que a Delegacia de Homicídios teve total condições de investigar o caso, que está prestes a ser esclarecido.
O presidente do sindicato, Fernando Bandeira, disse que uma comissão foi entregar um documento ao Ministério Público, Defensoria Pública e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
- Nós queremos informar porque precisamos do apoio deles. Nós imaginamos que mil policiais participam do protesto. Isso é importante para mostrar ao governo que precisamos discutir os nossos salários. Não é possível a gente ganhar 10% do salário de um delegado. Nós não temos nem hospital e nem plano de saúde. Trabalhamos com 40% do efetivo necessário.
Na operação os agentes policiais não poderão fazer registros ou tomar depoimentos, conforme determina o CPP (Código de Processo Penal). De acordo com o sindicato, o policial civil poderá se recusar a fazer diligências se a viatura não dispuser de rádios ou coletes à prova de balas. O policial que não tiver carteira de motorista específica para dirigir veículos de emergência (ambulâncias e carros da polícia e bombeiros) também pode se recusar a guiar o veículo, de acordo com o sindicato.
Os manifestantes saíram em manifestação por volta das 13h em direção a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e depois seguiram para o Ministério Público. A última parada dos manifestantes é a Alerj (Assembleia Legislativa). Nesses lugares, os policiais entregam a cartilha do movimento.
R7
O coronel Erir Ribeiro da COSTA FILHO é o novo comandante da Polícia Militar.
O coronel Erir da Costa Filho chegou a ser exonerado em 2003, após acusar o deputado estadual Chiquinho da Mangueira (PMDB) de pedir uma trégua no combate ao tráfico de drogas na comunidade.
Entre outras funções, a de comandante do 2º Comando de Policiamento de Área (CPA ), a de coordenador do Serviço de Atendimento de Emergência 190, a de comandante do 4º BPM (São Cristóvão) e de diretor de apoio logístico.Passou também pelo 14º BPM (Bangu), Batalhão Rodoviário (BPRv), Batalhão de Choque (BPChq) e Superintendência da Secretaria de Segurança.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Comandante da Polícia Militar pede exoneração do cargo
No comunicado, o secretário lamenta a saída de Mário Sérgio e esclareceu que tem por política conceder autonomia às chefias das polícias para que em nome da
eficiência, possam buscar as melhores medidas administrativas e técnicas para ajudar na implementação da política de segurança. Beltrame ressalta que nos últimos anos esse modelo vem ajudando a reduzir os índices de violência no Estado do Rio.
Na nota, é ressaltado que o ex-comandante Mário Sérgio, que se encontra em licença médica. No texto afirma-se que ele "reconheceu o equívoco e ciente do desgaste institucional decorrente de sua escolha, pediu, voluntariamente e em caráter irrevogável, para deixar o comando da PM", sem explicar que equívoco ele está se referindo.
Segundo a nota, o nome do novo comandante geral da PM será divulgado o mais breve possível.
JORNAL O DIA
São raros os casos de OFICIAIS presos ou afastados por desvios.
Cerveja roubada - Oliveira era subcomandante do 3º BPM (Méier) em 2008, quando a unidade foi vergonha nacional. Um grupo de policiais foi fotografado no momento em que colocava engradados de cerveja de um caminhão no porta-malas da viatura. Um dos policiais era o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes. Beintez, agora, é um dos presos sob acusação de executar Patrícia Acioli, e foi levado de batalhão em batalhão pelo próprio tenente-coronal Oliveria agora apontando como mandante do crime. Uma canhestra amizade.
Relembre o caso
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Quatorze anos depois do “muro da vergonha” o oficial chega ao posto máximo da Polícia Militar
Com o licenciamento do comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Brito Duarte, por 30 dias — ele se recupera de uma cirurgia para a retirada de um nódulo na próstata —, o chefe operacional do Estado-Maior, tenente-coronel Álvaro Garcia, assume interinamente o comando da corporação, tentando exorcizar fantasmas de um passado turbulento. Em 1997, então major do 18º BPM (Jacarepaguá), ele chegou a ficar preso por seis meses antes do julgamento que o condenaria a um ano e dez meses, mas com o direito a gozar a pena em liberdade, por comandar uma sessão de espancamentos na Cidade de Deus.O episódio, filmado por um cinegrafista amador, ganhou as primeiras páginas dos principais jornais do país. O local da ação ficou conhecido como o “muro da vergonha” — 11 moradores foram agredidos junto a um muro. Garcia comandava o grupo de cinco policiais que deram joelhadas, tapas no rosto, “telefones” nos ouvidos e bateram com um cinto e um pedaço de pau em nove homens e duas mulheres.
Logo após o caso, o então governador Marcello Alencar defendeu a expulsão sumária dos PMs. Mas recuou em seguida, explicando que o fato seria apurado e os envolvidos, julgados como determina a lei.
De 1997 a 2003, Garcia trabalhou em serviços internos da PM, até receber o convite do então secretário de Segurança, Anthony Garotinho, para comandar seu primeiro quartel: o 22º BPM (então Benfica, hoje Maré).
Em entrevista ao GLOBO, em 2003, Garcia lembrou que, durante o tempo em que ficou preso, se recusava a desfrutar do benefício do banho de sol porque não queria ficar ao lado de policiais militares que praticaram extorsões ou assassinatos e que, como ele, estavam no Batalhão de Choque da PM. “Eu estava preso como aqueles homens, mas não era igual a eles”, disse o oficial.
Sobre o episódio na Cidade de Deus, o tenente-coronel explicou que fora vítima de uma armadilha do tráfico, mas reconheceu que errou. “Fui duro com o tráfico na Cidade de Deus e eles queriam me tirar de lá. No dia do incidente, eu e meu grupo estávamos estressados. Sei que nos excedemos”, disse na ocasião.
Procurado na terça-feira pelo GLOBO, Garcia disse estar ocupado e não retornou a ligação. Quatorze anos depois do “muro da vergonha”, o oficial chega ao posto máximo da Polícia Militar, e a Cidade de Deus comemora um ano e sete meses de implementação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Acusado de pertencer a grupo de milicianos é preso em Pedra de Guaratiba
Apontado pela polícia como um dos homens mais temidos em um grupo de milicianos que age na comunidade Piraquê, em Pedra de Guaratiba, Henrique Ramos Souza da Silva, o Bafo, de 23 anos, foi preso, na tarde de segunda-feira, por agentes da 43ª DP (Guaratiba), quando se preparava para encontrar a namorada no centro de Guaratiba. Contra ele existiam cinco mandados de prisão, todos eles por homicídios em três varas criminais do Fórum da capital.De acordo com o delegado Antonio Ricardo Nunes, titular da 43ª DP (Guaratiba), o acusado era responsável por cobrar os moradores da comunidade as taxas referentes as extorsões cometidas pela milícia. Era ele também quem ficava de frente, segundo o delegado, na hora das execuções dos desafetos.
- Ele andava armado e era muito temido ma região. Matava quem teimava em não cumprir as regras da milícia - afirmou o delegado.
Em um dos processos, Bafo matou um homem que era informante da polícia. Ele teria conseguido levar armas à milícia que acabaram desaparecendo. Após ter sido visto conversando com policiais militares, a vítima foi morta com diversos tiros. Ele foi responsabilizado pelo desvio das armas.
EXTRA
A terceira vara criminal de Niterói decretou a prisão do tenente-coronel Claudio Luiz Oliveira e de mais cinco PMs
A Justiça decretou a prisão após um dos cabos que executaram o crime ter relatado ao juiz Peterson Barroso Simões, que o tenente-coronel era o mandante do crime. O cabo, que estaria ameaçado de morte, resolveu contar tudo e participar de uma antecipação de prova, obtendo o direito à delação premiada (que inclui provável redução de pena). O PM e sua família foram incluídos no programa de proteção à testemunha. O cabo teria dito que usou duas pistolas no crime. A polícia havia informado que a juíza morreu com 21 tiros de pistolas 40 e 45 e de revólver 38.
Após o assassinato de Patrícia Acioli o comanda da Polícia Militar trocou os comandantes de diversos Batalhões. Cláudio Luiz de Oliveira assumiu o comando do 22º BPM (Maré).
Nesta segunda, o juiz Fábio Uchôa, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, decretou as prisões preventivas de sete PMs do 7º BPM (São Gonçalo) acusados de envolvimento num auto de resistência forjado. Dois dos policiais já estão presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), pois são suspeitos de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli. São eles: Jovanis Falcão Júnior e Carlos Adílio Maciel dos Santos, o Carlão.
domingo, 25 de setembro de 2011
O batalhão prisional (BEP) tem um histórico de safadezas, diz deputada
Deputada cobra punição para o Ten. Cel. CARLOS EDUARDO RIBEIRO SOUZA responsável pelo presídio na época da festa do ex-PM Carlão.
Após a divulgação da festa dada pelo ex- PM ‘Carlão’ , chefe de uma milícia que estava preso no batalhão prisional da PM (BEP), onde foram exibidas jóias caras, bebidas alcoólicas e mulheres em fotos, a apresentadora e deputada arrasou com a cúpula da PM.
Cidinha Campos esculhambou com o Coronel Mário Sérgio a quem acusou de querer abafar o caso para não punir o Tenente Coronel que comandava o BEP na época da festa, e que comanda hoje, o batalhão de Campanha no Complexo do Alemão.
sábado, 24 de setembro de 2011
Três motos sumiram no BPChoque
Inquérito investiga sumiço de motos em quartel da PMDuas motos da Polícia Militar sumiram de dentro do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), na Rua Salvador de Sá, no Centro do Rio. Os veículos, descaracterizados, pertencem à frota do Projeto Garupa, implantado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, em maio de 2010, com dinheiro repassado pelo Departamento de Transportes Rodoviários (Detro)
O sumiço foi percebido dois dias após a chegada dos veículos, há menos de um mês. Um inquérito policial militar (IPM) está prestes a ser concluído. Segundo a corporação, três linhas de investigação são analisadas: furto, roubo e erro na conferência dos veículos na hora da entrega. A PM não informou modelo e preço das motos que desapareceram.
Moto de policial também sumiu do Batalhão de Choque
Outra investigação paralela está sendo realizada para apurar o furto da moto de um policial lotado na unidade. O veículo sumiu quando estava parado no estacionamento do batalhão.As duas investigações estão previstas para serem concluídas ainda na próxima semana, mas podem ter o prazo prorrogado. Imagens captadas por câmeras de segurança estão sendo analisadas. De acordo com a Polícia Militar, no caso do sumiço das viaturas modelo Yamaha XT 660, que estavam descaracterizadas, há três linhas de investigação em andamento: furto, roubo e erro na conferência dos veículos no momento da entrega.
Jornal O Dia
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
PRIMEIRO SARGENTO BM VALDELEI DUARTE FAZ DEBATE NA TV ALERJ
Parabéns!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Polícia Civil bloqueia acesso de agentes a redes sociais
O diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol-RJ), Francisco Chao de la Torre, afirmou nesta quarta-feira que servidores da Polícia Civil tiveram o acesso a redes sociais, nos computadores da corporação, cortado há cerca de 15 dias. A classe desconfia que os problemas encontrados ao tentar entrar em sites como Facebook, Twitter e Orkut sejam uma manobra para impedir a organização de uma manifestação, realizada especialmente nestes meios, contra as condições de trabalho.
"Não posso provar que a Polícia Civil está restringindo dolosamente o acesso, mas se for uma manobra, é uma manobra inócua, porque todo mundo tem internet em casa hoje", afirmou Torre. De acordo com ele, a manifestação, prevista para o dia 29 de setembro, tido como o Dia do Policial, quer apontar as dificuldades de trabalho encontras pelos agentes.
"No Rio, estamos trabalhando fazendo uma máquina quebrada funcionar. O nosso quadro permanente hoje é de menos 40%", disse. Torre argumenta ainda que diversos plantões em delegacias do Estado acontecem sem a presença de um delegado responsável e que policiais trabalham avaliando as ocorrências.
A Polícia Civil diz que interrompeu o acesso às redes para realizar um recadastramento de senhas e que, quando reestabelecido, foi liberado somente para investigadores, que usam os sites na investigação de casos.
Oficiais da PM são suspeitos de execução de bicheiro em centro espírita
Dois oficiais da Polícia Militar estão sendo investigados pela Polícia Civil por suspeita de participação no assassinato de José Luiz de Barros Lopes, o Zé Personal. Casado com Shanna Garcia e genro do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho, Zé Personal foi morto com tiros de pistola calibre 40, na noite de sexta-feira, ao lado de Josemar Soares de Oliveira.
O crime aconteceu dentro de um centro espírita, próximo ao bairro de Campinho. Os dois oficiais também são alvo de investigações da Corregedoria Geral Unificada (CGU) e da Corregedoria da Polícia Militar.
Segundo a Secretaria de Segurança, a sindicância em curso na CGU, onde Shanna Garcia prestou depoimento acusando os oficiais de invasão a um haras administrado por ela, em Guapimirim, teve origem a partir de uma denúncia. Na ocasião, cabeças de gado teriam desaperecido do local.
Atualmente, o procedimento está, de acordo com a secretaria, na fase de instrução probatória, ou seja, etapa em que são recolhidas as provas. Em nota, a secretaria informou ainda que não são apenas os dois os investigados:
“Há outras pessoas investigadas em fase de identificação”, afirmou a nota, sem afirmar o nome dos policiais.
Não é o primeiro procedimento em que a CGU investiga sobre a dupla. Segundo a Secretaria de Segurança, houve uma apuração anterior com relação a um caso envolvendo o capitão e o tenente. Eles responderam a um Conselho de Justificação, e o caso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça.
Na ativa
A Corregedoria da PM afirmou que os dois oficiais ainda estão na ativa. O órgão, porém, recusou-se a informar em que batalhões da corporação os dois estariam lotados atualmente.
Deputados aprovam anistia a bombeiros do Rio e de mais 12 estados
O Plenário aprovou nesta terça-feira o Projeto de Lei 2042/11, do Senado, que concede anistia aos policiais e bombeiros militares do Rio de Janeiro, de outros 12 estados e do Distrito Federal, punidos por participar de movimentos reivindicatórios. A matéria será enviada à sanção presidencial.
A anistia se refere aos crimes tipificados no Código Penal Militar (Decreto-lei 1.001/69) e não os definidos no Código Penal (Decreto-lei 2.848/40).
Para os policiais e bombeiros militares dos estados de Alagoas, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de Rondônia e de Sergipe, a anistia abrange a participação em movimentos por melhorias de remuneração ocorridos entre 1º de janeiro de 1997 e a data de publicação da futura lei.
No caso do Distrito Federal e dos estados da Bahia, do Ceará, de Mato Grosso, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte, de Roraima, de Santa Catarina e do Tocantins, a anistia se refere ao período de 13 de janeiro de 2010 – data de publicação da Lei 12.191/10 – e a data de publicação da futura lei.
Fim da obstrução
Deputados comemoraram a aprovação da anistia criminal dos bombeiros do Rio de Janeiro e de outros estados. O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) prometeu que o partido vai desistir da obstrução às sessões do Congresso Nacional e permitir as votações desta quinta-feira. “Aprovada a proposta, não haverá nenhuma obstrução nas sessões conjuntas”, disse.
Para o deputado Zoinho (PR -RJ), a obstrução do PR foi fundamental para pressionar pela votação da proposta. “O PR conseguiu obstruir as sessões de maneira inteligente para forçar o consenso e permitir a votação dessa causa justa”, opinou.
Para o deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ), a anistia é apenas uma etapa da luta dos bombeiros cariocas por melhores salários. “A anistia encerra um etapa dos bombeiros, mas não encerra a luta por melhores condições de trabalho”, avaliou.
As deputadas Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltaram o acordo feito entre os líderes que permitiu a votação da proposta em poucos minutos. “É com muita satisfação que fizemos essa votação, com a articulação de todos os partidos”, destacou Benedita.
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) destacou que o seu partido deu “total apoio” à anistia desde o primeiro momento.
Alguns deputados aproveitaram o momento para defender a aprovação do piso nacional de bombeiros e policiais (PECs 300/08 e 446/09) e a melhoria dos salários desses profissionais. “Votaremos certamente a favor dos policiais em relação à PEC 300”, disse o líder do PRB Victor Paulo.
“Em um dos estados mais ricos do País, não pode um policial em início de carreira ganhar mil reais”, criticou Jair Bolsonaro (PP-RJ).
Otavio Leite (PSDB-RJ) destacou que a anistia vai permitir que o debate entre bombeiros e o governo do estado seja mais democrático. “Aqueles bombeiros que se mobilizaram de maneira legítima por conta de uma ausência de diálogo foram levados à radicalização por uma falta de democracia do estado”, disse.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Rio "pacificado" - "Tribunal do Tráfico" tortura e atira em mulheres na Zona Norte .
Cenas fortes!
Um PM morto e outro ferido após criminosos atirarem na viatura
O soldado Alex Alves da Silva morreu na hora. O sargento Antônio José Bezerra de Assunção foi levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Ele ficou ferido no braço esquerdo.
Segundo informações da assessoria da Polícia Militar, os agentes foram atingidos por bandidos que roubavam uma empresa e reagiram à aproximação da viatura.
Comandante dos Bombeiros é internado
De acordo com assessoria, após sentir fortes dores na perna esquerda Simões procurou o hospital da corporação, onde foi encaminhado para o Hospital Barra D'Or para passar por exames.
Exames iniciais constataram um pequeno coágulo na panturrilha esquerda e o coronel Sérgio Simões está sendo medicado e deve ficar internado, em repouso, por até 48 horas, ainda segundo a assessoria da secretaria.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Beltrame diz que policiais que cometerem excessos serão expulsos da corporação
- As denúncias serão apuradas e se houver excessos praticados por policiais, eles serão punidos. Serão expulsos da corporação. Temos a nítida consciência do que deve ser feito. Não é tarefa fácil. Se alguém disser que vai resolver a questão a curto prazo, estará sendo leviano. É absolutamente necessário que se avance, fazendo os ajustes necessários- afirmou Beltrame, referindo-se aos recentes casos de denúncia de propina recebidas por policiais de UPPs.
"Quando envolve um oficial, a competência de instauração do processo administrativo é da Secretaria de Segurança e a solução também é da Secretaria de Segurança. A Polícia Militar não toma parte da decisão efetiva, diferentemente no caso dos praças. No caso dos praças, a competência é do comandante geral da PM".
O corregedor disse ainda que "o oficial, por força de lei maior, só pode ser demitido dos quadros das corporações militares se for julgado por tribunal de segunda instância. No caso do Rio, como não existe uma Justiça Militar, um Tribunal de Justiça Militar, todos esses feitos conduzem para o Tribunal de Justiça". JORNAL REDENÇÃO
sábado, 17 de setembro de 2011
Mesmo sem o resultado do exame de DNA Justiça decreta prisão de PMs
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Bombeiros ameaçam acampar na porta de Sérgio Cabral
O cabo Beneveluto Daciolo e o capitão Alexandre Marquesini, segundo nota da Secretaria de Defesa Civil, haviam sido presos pelo crime de desobediência (artigo 163 do Código Penal Militar). O capitão foi levado para o Batalhão Especial Prisional, enquanto o cabo, com problemas renais, foi internado no Hospital Central da corporação.
Os dois foram soltos graças a um habeas corpus concedido pelo plantão do Tribunal de Justiça. Ao pedir o benefício, os defensores públicos Luiz Felipe Drummond e Daniel Lozoya alegaram que os dois bombeiros foram detidos por não aceitar se afastar das proximidades do Palácio Guanabara. Para os defensores, as prisões foram ilegais, pois violaram os direitos constitucionais de ir e vir e de reunião.
De manhã, na BandNews, o secretário de Defesa Civil e comandante-geral da corporação, coronel Sérgio Simões, afirmou que o governo não vai conceder o piso salarial de R$ 2 mil líquidos reivindicado pelos bombeiros. Ele afirmou ainda que a gratificação de R$ 350, dada aos bombeiros da ativa, será estendida aos servidores em licença médica.
EXTRA
CB DACIOLO e CAP MARCHESINI FORAM LIBERTADOS DURANTE A MADRUGADA
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Bombeiros pressionam deputados na entrada da Assembleia Legislativa
O segundo round no Legislativo foi motivado pela prisão dos líderes do movimento dos vermelhinhos, o capitão Alexandre Machado Marchesini e o cabo Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, na madrugada de hoje.
Ao saírem do prédio anexo da Assembleia - onde ficam os gabinetes - rumo ao plenário, os deputados tiveram que passar por um grupo de bombeiros. Os militares, que bloquearam a entrada do prédio pela Rua Dom Manoel, puseram o dedo na cara dos parlamentares, xingaram e apertaram as buzinas perto dos ouvidos deles.
A maioria, para escapar, optou pela entrada de serviço da Casa. Alguns poucos encararam os bombeiros e furaram o bloqueio. Eles não queriam entrar pelos fundos.
Extra - Berenice Seara
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Polícia usa spray de pimenta para conter confusão na Alerj

Houve tumulto do lado de fora da Alerj e o Batalhão de Choque foi chamado para conter os manifestantes. Bombeiros, servidores da saúde, sindicalistas e usuários da saúde, foram impedidos de entar na ALERJ, para assisitir a votação do projeto de lei que autoriza a gestão das unidades de saúde pelas Organizações Sociais ( privatização ). Enquanto o texto era aprovado por 49 votos a favor e 12 contra, nos arredores da ALERJ, manifestantes enfrentavam o batalhão de choque, que foi enviado à pedido do presidente da casa PAULO MELO. *Polícia usa spray de pimenta para conter confusão em votação da Alerj - Leia
"Quem não recebe propina acaba levando tiros", diz PM
Comandante recém-chegado diz que objetivo é reprimir ação de criminosos e reconquistar confiança de moradores.
Designado para assumir o comando da UPP nos morros da Coroa, do Fallet e do Fogueteiro, em Santa Teresa, o capitão Sérgio Stoll, de 28 anos, iniciou ontem o trabalho conversando com os 30 novos policiais que atuarão na segurança da região, onde vivem cerca de 13 mil pessoas. Instrutor de armamento não letal, o oficial circulou pela comunidade com uma prancheta, fazendo anotações. Segundo ele, inicialmente os PMs da UPP se concentrarão no Morro do Fallet, enquanto o Batalhão de Choque ficará na Coroa e o Bo-pe, no Fogueteiro:
— Estou assumindo num momento de crise e esta é uma estratégia para ganhar capilaridade no terreno, mas os outros dois morros continuarão fazendo parte da área de interesse da UPP. Nosso objetivo é reprimir a atuação de criminosos e reconquistar a confiança dos moradores, se é que ela foi perdida — disse Stoll, que está há dez anos na PM e já passou pelo A-BPM (São Cristóvão) e pelo Batalhão de Choque.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
QUEM É, QUEM É? É O BOMBEIRO E A POLÍCIA NO LOCAL!
Policiais e bombeiros militares de folga, sua presença é muito importante!
Ato na Alerj dia 13 - a partir das 14h.
Apoie e participe deste ato amanhã na ALERJ.
ATO ALERJ - informações sobre transporte interior
Senhores,
aguardamos todos nesta terça-feira na ALERJ, 14h. JUNTOS SOMOS FORTES!
TRANSPORTE DO INTERIOR
Três Rios, passando por Itaipava e Petrópolis – saída 11h30 da Praça JK, próximo ao quartel de bombeiros
Macaé – saída 10h próximo ao quartel de bombeiros, em frente à Paróquia de São Paulo Apóstolo
Angra dos Reis – saída 12h, da Rua Dr. José Elias Rabha S/Nº - Jardim Balneário (em frente ao Hotel Acropólis)
Campos – saída 9h, da Praça São Salvador (em frente ao Banco do Brasil)
Itaperuna – saída 9h, próximo ao Quartel de bombeiros de Itaperuna
Resende, passando em Barra Mansa – saída 10h30, da Av. Marcílio Dias, 550, Jardim Jalisco (próximo ao quartel de bombeiros)
Saudações aos que lutam por dignidade!!!
Traficantes trocaram tiros com policias da UPP do Morro dos Macacos
Traficantes e policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro dos Macacos trocaram tiros no final da noite deste domingo na Rua Armando de Albuquerque próximo a Rua Senador Nabuco. Os policiais da UPP chegaram pedir o reforço ao 6º BPM (Tijuca). Não há informações de feridos. Um taxista teria avisado aos PMs que viu um Zafira com cinco bandidos armados de fuzis fugindo em direção à Rua Barão do Bom Retiro. Neste momento, não há tiroteio no local. domingo, 11 de setembro de 2011
A DIFERENÇA ENTRE UM PRAÇA E UM OFICIAL
"Quando envolve um oficial, a competência de instauração do processo administrativo é da Secretaria de Segurança e a solução também é da Secretaria de Segurança. A Polícia Militar não toma parte da decisão efetiva, diferentemente no caso dos praças. No caso dos praças, a competência é do comandante geral da PM".
O corregedor disse ainda que "o oficial, por força de lei maior, só pode ser demitido dos quadros das corporações militares se for julgado por tribunal de segunda instância. No caso do Rio, como não existe uma Justiça Militar, um Tribunal de Justiça Militar, todos esses feitos conduzem para o Tribunal de Justiça". JORNAL REDENÇÃO
sábado, 10 de setembro de 2011
A triste farsa das UPPs, mais um PM baleado!
O Soldado foi surpreendido por criminosos quando fazia patrulhamento de rotina, por volta das 18h deste sábado, numa das vielas da comunidade com outros policias. O grupo chegou a ficar encurralado no local e precisou do auxílio de agentes do Bope para escoltá-los.
A polícia afirma que o intenso tiroteio durou cerca de uma hora. Os criminosos conseguiram fugir.
No início da noite deste sábado, o soldado passou por uma cirurgia no Hospital Central da Polícia Militar.
E quantos policiais ainda terão que morrer ou ficar ferido para acabar com o poder paralelo?
Policiais civis vão fazer operação padrão em busca de aumento salarial
O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol) organiza uma operação padrão para pressionar a Secretaria de Segurança Pública a atender as reivindicações do movimento. A ação, batizada de Operação Cumpra-se a Lei, promete mobilizar os agentes da corporação para cumprir todos os procedimentos determinados pela legislação brasileira. O sindicato, inclusive, já distribuiu um panfleto e uma cartilha para orientar a atuação dos agentes.
"Essa é a maneira que encontramos de pressionar o governo a nos receber. Vamos exigir, por exemplo, a presença de delegados , o que é obrigatório em muitas das atividades da polícia e normalmente não é feito no Rio de Janeiro", explica o comissário Fernando Antônio Bandeira, presidente do Sindpol.
JB
Desde quando bombeiros, verdadeiros heróis deste país são bandidos?
Justiça e Democracia
Ao mesmo tempo, os verdadeiros bandidos são soltos pela justiça, como foi o caso do guerrilheiro italiano Cesare Battisti, ex-militante do PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), condenado na Itália por quatro homicídios entre 1977 e 1979. Este bandido fugiu para o Brasil e foi preso em 2009. Na época, o então ministro da justiça, Tarso Genro lhe deu o status de “refugiado político” e não permitiu sua extradição imediata para a Itália, contrariando todas as leis internacionais.
O ex-presidente Lula, no seu último dia de governo, recusou o pedido formal de extradição feito pelo governo italiano, e agora, a nossa justiça manda soltar este criminoso, num ato que foi considerado ilegal até pelo nosso próprio STJ. Curioso que durante os Jogos Pan Americanos no Brasil em 2007, dois boxeadores cubanos fugiram de sua delegação e foram presos nas ruas do Rio de Janeiro sem documentos. Apenas dois dias depois, o próprio Tarso Genro mandou os dois de volta para Cuba, num avião venezuelano, entregando-os para os companheiros cubanos e sem permitir que falassem com jornalistas.
Por que um bandido ganha o status de “refugiado” e outro refugiado que não é bandido é deportado sumariamente? Por que um bombeiro, homem de bem, que luta pacificamente pelo seu direito de ter um salário digno é preso e um terrorista é solto? O que está acontecendo neste país? Em maio deste ano, o estudante Felipe Ramos de Paiva foi assassinado no campus da USP, em São Paulo, por dois bandidos que queriam roubar seu veículo. Um deles foi detido e se recusou a revelar o nome de seu comparsa; o absurdo foi que seu advogado alegou que era uma questão de “ética da profissão”, portanto ele se reservava o direito de ficar calado.
Fico imaginando desde quando bandidagem virou profissão neste nosso País. Agora, uma nova lei sancionada pela presidente Dilma, que entrou em vigor a partir de 05 de julho (lei 2.403 de 04/5/2011), alterou o Código Processual Penal e instituiu uma série de medidas cautelares e dificultou tremendamente a prisão de um bandido, que só será efetuada em casos excepcionais.
Trocando em miúdos, a impunidade que já era notória foi aumentada em 05 de julho no Brasil. Qual é o futuro que nos espera com medidas como esta? Devemos nos lembrar de Albert Camus, quem disse: “Não há ordem sem justiça”.
Por Célio Pezza
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Dois PMs foram baleados em Manguinhos
Segundo a corporação, dois PMs foram baleados. Um no peito e outro no braço. Os dois policiais rebocavam o veículo blindado do batalhão da Maré (22º BPM),que apresentou problemas. Ambos estão internados no Hospital Federal de Bonsucesso, na mesma região.
De acordo com a sala de polícia da unidade, os policiais passam bem.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Bombeiros dizem que só saem da porta da Alerj após encontro com o governador
Pelo menos 20 barracas de bombeiros e familiares estão montadas na frente do prédio da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) desde o dia 30 de agosto. Os manifestantes afirmam que só deixaram o local após o governador Sérgio Cabral recebê-los. Para um dos líderes do movimento, o cabo Benevenuto Daciolo o problema é a ausência de negociação.
- É uma insensibilidade muito grande. A população, que paga nosso salário, que paga o salário do governador, já teve essa sensibilidade há muito tempo. No entanto, o governador não teve a sensibilidade de trazer uma solução para o problema, sentar e trazer uma solução.
Os bombeiros não abrem mão da reivindicação principal, que é um salário de R$ 2.000. Eles também pedem o fim das gratificações oferecidas à categoria. Os manifestantes alegam que esse tipo de benefício é cancelado quando o bombeiro é afastado ou se aposenta.
Fonte: R7Convocamos todos os bombeiros militares para ato na Alerj na terça-feira, dia 13, a partir das 14h. VENHA LUTAR POR DIGNIDADE. As solicitações de ônibus do interior devem ser feitas o mais brevemente possível pelos telefones 8*62440 ou 7833-9216.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
SOS Bombeiros desfile 7 setembro 2011
SOS BOMBEIROS se fez presente no desfile de 7 de setembro. Atenção ao atendimento de primeiros socorros prestado, com aclamação da população.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
BOMBEIROS, PROFESSORES E SERVIDORES DA SAÚDE MARCARAM PRESENÇA NA ALERJ
Saúde e Educação estiveram presentes, a insatisfação é geral!
Vídeo do Exército mostra traficantes vendendo drogas na Vila Cruzeiro
O general Leme classificou como pontual o episódio entre moradores e militares no domingo no Complexo do Alemão. O comandante acrescentou que, na noite desta segunda-feira, os militares tiveram que intervir, uma vez que um grupo de mototaxistas se misturou aos manifestantes e começou a provocar os militares com palavras e jogando pedras. Na avaliação do general, um grupo, provavelmente ligado ao tráfico de drogas, se aproveitou da situação de protesto dos moradores para tentar desmoralizar a ação do Exército na região.
PR: jovem é presa com ovos recheados de maconha em delegacia

A polícia afirmou que Franciele chegou às 9h e não pretendia visitar o companheiro, apenas entregar a caixa de ovos. Mesmo assim, o carcereiro revistou a encomenda antes de liberar a garota, e estranhou a leveza do produto. Ao quebrar um dos ovos, encontrou a droga oculta. Sete, dos 12 ovos, estavam recheados com 127 g da erva.
A jovem foi detida na ala feminina da própria carceragem, onde vai aguardar decisão da Justiça. Segundo a polícia, ela tem uma ficha policial com acusações de crimes, mas nenhuma condenação.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
PM baleado ontem na Cruzada São Sebastião está em estado grave no Hospital Miguel Couto
O GLOBO
Parada gay homenageia comandante do 9º batalhão da PM
A Parada Gay de Madureira surpreendeu ontem ao escolher um policial militar para homenagear. A honraria, que é novidade nos 11 anos do evento, foi concedida ao comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), o tenente-coronel Cláudio dos Santos. O motivo é o apoio que ele sempre dá aos eventos LGBT do bairro.
O DIA
Confusão no Complexo do Alemão, exército acuado num dos becos da comunidade.
É muita demagogia chamar de “Pacificação” !
domingo, 4 de setembro de 2011
MP-RJ arquiva 96% dos casos de homicídio para cumprir meta
Alguns promotores arquivam investigações que nem chegaram a começar. Em abril, quando o trabalho começou, o Rio acumulava 47.177 inquéritos em aberto. As vítimas eram, geralmente, moradores de áreas pobres. O servente Geílson de Carvalho, 35 anos, foi morto a pauladas por traficantes em 1998. Para receber o DPVAT, a então companheira da vítima mentiu na delegacia ao dizer que ele fora atropelado, fraude desmascarada pelo irmão do morto e admitida pela mulher. Além de não apurar a fraude, a polícia manteve a classificação de "atropelamento". Em 9 de agosto, a promotora Andréa Amin pediu o arquivamento do caso. Segundo o jornal, ela disse que não leu as peças do inquérito que revelavam a fraude, mas que, mesmo se tivesse lido, teria pedido o arquivamento. Já há métodos para arquivamentos em massa: a decisão de uma das promotoras é exatamente igual em 11 casos, mudando só o nome da vítima. Em nota, ela alegou que os textos são iguais porque "os fundamentos são os mesmos". O Rio é o segundo maior arquivador, só superado por Goiás.
sábado, 3 de setembro de 2011
CABRAL FUGINDO DOS BOMBEIROS
A agenda do governador apontava que ele participaria da inauguração da UPA a partir das 10h e do prédio sede da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Pavão-Pavãozinho em seguida. Ele, no entanto, inverteu os compromissos ao ser avisado por seguranças e assessores de que os bombeiros o aguardavam em protesto.
"O Corpo de Bombeiros tenta dialogar com o governador e não consegue. É lamentável", disse o cabo Benevenuto Daciolo, presidente da associação SOS bombeiros. Entre as reivindicações do grupo estão o piso salarial de R$ 2.000 e o vale transporte para todos.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Cabral informou que não sabia o porquê da mudança da agenda do governador. Além dos bombeiros também participaram do protesto da manhã de hoje os servidores da saúde.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Tenente-coronel de Santa Catarina é afastado depois de ofender delegado e promotor
Após a divulgação do conteúdo do áudio, na manhã desta terça-feira (16), o secretário de Segurança Pública César Grubba oficializou a exoneração do comandante, que deve ser transferido para função administrativa em Florianópolis.
As gravações foram feitas com um telefone celular e encaminhadas à Delegacia Regional de Polícia de Jaraguá do Sul e ao promotor de Justiça Márcio André Cota, há cerca de dez dias. Na última semana, o texto foi publicado na rede interna da Polícia Civil e distribuído a todos os delegados do Estado.
Em alguns trechos, Kumlehn conta aos outros policiais militares que recebeu um ofício assinado por quatro policiais civis, e comenta que “o delegado é a quinta essência do cocô do cavalo do bandido”. Na mesma conversa Kumlehn insinua, de forma pejorativa, que o delegado Adriano Spolazor mantém relações homossexuais com o promotor Márcio André Cota.
Em nota oficial, Grubba tratou o caso como “isolado”. Como medita cautelar, além da exoneração, determinou imediatamente a abertura de IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar a conduta do oficial.
Kumlehn disse que desconhece a formalidade da gravação e não quis comentar se foi traído. “O comandante geral já tomou a decisão que tinha que tomar, cabe a mim acatar”, afirma. Ele deve assumir função na 1a Região da PM.
Delegados repudiam declarações
Mais de 30 delegados da região da Grande Florianópolis se reuniram na tarde de ontem, na Capital, para se manifestarem contra a postura do oficial da Polícia Militar e discutir as interferências da Polícia Militar nos trabalhos da Polícia Civil. “Isso não é algo pontual, está institucionalizado na PM”, desabafou Renato Hendges, presidente da Adepol (Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina).
Segundo Hendges, a postura do ex-comandante do 14º BPM expõe uma briga de poder que existe entre as polícias, em prejuízo da comunidade e da segurança pública. “A PM está querendo fazer os trabalhos que são, segundo a Constituição, atribuições da Polícia Civil. Temos que acabar com esse tipo de usurpação”, atacou Hendges.
Durante o encontro, foram apresentadas denúncias contra a PM, como solicitação de gravações telefônicas, prisões ilegais e condução de investigações. “A ordem fica invertida e o policiamento ostensivo prejudicado. As duas polícias devem trabalhar juntas e não separadas”, afirmou a delegada Gisele Jerônimo.
Segundo o delegado regional de Jaraguá do Sul, Adriano Spolazor, a relação entre as duas polícias sempre foi pacífica na cidade. “Estou estarrecido”, resumiu.
Promotor denunciará ex-comandante
Pelo menos duas gravações chegaram às mãos de Márcio André Cota, promotor de Justiça de Jaraguá do Sul, um dos mencionados pelo tenente-coronel nas gravações. “Fiquei surpreendido com o teor das gravações. Em todas as cidades que trabalhei sempre tive boa relação com a Polícia Militar”, lamenta o promotor.
Cota vai ingressar com pelo menos quatro ações contra o ex-comandante: duas representações, uma no comando da PM e outra na Justiça Militar, além de um processo cível por danos morais e mais uma representação em conjunto com os quatro delegados da cidade. “Ele deverá responder por crime militar e cível”, explicou.
Em nota, o presidente da Associação Catarinense do Ministério Público, Andrey Cunha Amorim, manifestou apoio às partes criticadas por Kumlehn. “Demonstramos nossa solidariedade aos integrantes do Poder Judiciário e da Polícia Civil que foram atingidos pelas graves manifestações do tenente-coronel Rogério Luiz Kumlehn.
FONTEGravação atribuída a tenente-coronel da PM em Jaraguá do Sul ofende promotores e delegados
Áudio teria sido registrado durante reuniões na sede do 14º Batalhão da PM
O jornalista Rafael Martini, da coluna Visor do Diário Catarinense, teve acesso a um áudio com a suposta voz do tenente-coronel Rogério Khumlen, comandante do 14º Batalhão da PM, em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina.
Segundo a apuração de Martini, a gravação feita por um celular registra um homem, que seria Khumlen, afirmando ser impossível o relacionamento entre a PM e a Polícia Civil. Ofende os delegados e promotores de Justiça da Comarca com termos impublicáveis e afirma ter rasgado um ofício que um delegado encaminhou a ele.
O homem da gravação também garante que tem “as costas quentes” asseguradas pelo comando geral da PM e até por um senador catarinense.
As declarações teriam sido captadas durante reuniões na sede do Batalhão. Khumlen não foi localizado e a assessoria de Comunicação da PM disse que iria apurar eventuais “exageros”.
Para os delegados, a declaração apenas mostra a verdadeira “face da PM”. A gravação surgiu um dia depois que a Associação dos Oficiais publicou no DC uma carta em que critica a postura da Polícia Civil.
DIÁRIO CATARINENSE
Segundo o comandante o promotor da Comarca daria a ..... para os delegados, que só querem cuidar de ocorrências de vulto, as demais querendo informações mastigadas da PM!!!
Clique aqui para ouvir o áudio com as supostas declarações do policial militar
Com a prisão de líder no CV na Vila Kennedy facção rival promete o terror na região
Traficantes do Terceiro Comando Puro trajando fardamento preto já foram vistos ontem, segundo moradores da comunidade, novamente em cima do morro que separa as comunidades. Ou a PM interfere nesta guerra de forma mais decisiva ou está se desenhando uma tragédia maior do que todos os corpos que já foram encontrados na Vila Kennedy e proximidades.
Ex-PM acusado de integrar maior milícia da Zona Oeste foge do BEP
O cabo, expulso da corporação em janeiro, arrombou a sala da Defensoria Pública no primeiro pavimento, chegou ao pátio e alcançou uma guarita desativada. Um PM viu a movimentação e chegou a fazer um disparo. O cabo usou uma corda para descer o muro e fugiu provavelmente num carro que o esperava. O oficial de dia foi preso e um IPM foi instaurado.
No BEP estão 280 presos. Carlão não deveria estar preso na unidade porque já saiu da PM. O corregedor da corporação alegou que isso ocorreu por força de liminar da Justiça. Em maio, uma inspeção encontrou um celular e um notebook na cela do cabo.
