EX-BLOG, PRESENTE, COMENTA IDA DE DILMA A RESTAURANTE, ONTEM, NA BAIXADA-RIO!
1. Políticos da Baixada esperavam que fosse um almoço com eles para apresentarem suas demandas. Frustraram-se. Foi um almoço para 500 pessoas na Oasis, com preço por pessoa, segundo diretor do restaurante, de R$ 54,90. Ele preferiu não dizer quem pagou.
2. Dilma chegou com Cabral e outros e foi direto para o palanque montado dentro da Oasis, e só cumprimentou muito friamente quem estava no caminho. Ouvi várias críticas a ela face não ter ido de mesa em mesa cumprimentar a todos. Nas mesas se dizia que ela é fria.
3. Discursaram: presidente da associação de prefeitos, candidatos ao senado e governador, antes de Dilma. Presentes os ministros de Lula do PP e PDT. Cabral também só cumprimentou quem estava na entrada.
4. Dilma transmite distância na entonação vocal. Foi longa em seu discurso em que quer convencer que tem preparo. Tentou mostrar intimidade com o Estado: falou da Indústria Naval, dos investimentos da União na Baixada e Interior, do PAC na Rocinha, Cantagalo e Complexo do Alemão, e parabenizou pela implantação das UPPs e UPAs.
5. Finalizou dizendo que o brasileiro é um povo alegre e vive com alegria (nesse momento ela se perdeu no discurso e repetiu algumas palavras) e que trafega na rua da esperança com alegria, assim como uma escola de samba desfila na avenida. Desceram do palanque e foram rapidamente embora. No boca a boca após o almoço só a claque não ficou frustrada.
Apesar de nada ter se perdido, aquelas 150 mil pessoas mostravam seu interesse, sua participação, indignadas com a omissão do governo.
Durante meses esse projeto transitou ou tramitou na Câmara, o governador não soube de nada, se escondeu, não mobilizou, não convocou, não coordenou. Foi ótima a passeata, o governador tentou “capitalizá-la”, não conseguiu.
Mas fiquem certos. Não existe UMA POSSIBILIDADE EM UM MILHÃO de modificarem a Constituição e ROUBAREM os royalties que estados e municípios recebem, MUITO JUSTAMENTE. O que se discute é o royaltie do pré-sal, o povão tem que ficar atento, mas é outra história.
Foi tão forte a repercussão, que José Serra, sobre o assunto, dizia apenas, “ouvi falar”. Mudou de tom, protestou e acrescentou: “O Estado do Rio e o Espírito Santo não podem ficar sem os royalties do petróleo”. Ha!Ha!Ha!
***
PS – Serginho cabralzinho filhinho “chorou” em vão. Sem nenhuma lágrima, preocupado, bastava perguntar ao secretário da Fazenda dele mesmo, Joaquim Levy, que tendo sido secretário do Tesouro Nacional, conhece o assunto com mais profundidade do que de onde irão retirar o pré-sal, “discutido e faturado”, muito antes de existir.PS2 – Esses 150 mil da passeata de ontem, são representantes legítimos dos 15 milhões de habitantes do Estado do Rio e do Rio propriamente dito. Então, devem ficar atentos para a eleição de 3 de outubro. Que a REPRESENTATIVIDADE dos que participaram, seja projetada e autenticada pela REPRESENTATIVIDADE que sairá das urnas.
TRIBUNADAIMPRENSA







