Até Rodrigo Pimentel, comentarista de segurança da TV Globo comentou o desfecho do seqüestro eleogiando o êxito da ação! E agora?
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
“Um sucesso” disse o comandante Coronel Mário Sérgio
Até Rodrigo Pimentel, comentarista de segurança da TV Globo comentou o desfecho do seqüestro eleogiando o êxito da ação! E agora?
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
CEARÁ - Policiais Militares denunciam desvio de função
terça-feira, 9 de agosto de 2011
NOTÍCIAS DE BRASÍLIA - Policiais e bombeiros querem ocupar galerias do Plenário
Liderados pelo cabo Benevenuto Daciolo, líder dos bombeiros do Rio de Janeiro, manifestantes em defesa da aprovação do piso salarial para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09) querem ocupar as galerias do Plenário. Eles participam neste momento de manifestação no auditório Nereu Ramos.
O clima chegou a ficar tenso, com a ameaça de invasão, mas os apelos do presidente da Comissão de Segurança, deputado Mendonça Prado acalmaram os ânimos. Ficou acertado que os parlamentares vão buscar as senhas para que os manifestantes participem da sessão.
A Polícia Legislativa bloqueou a saída do auditório que leva ao Plenário. Só está liberada a saída que leva diretamente para fora do prédio da Câmara.
AO VIVO - AQUI
O arrastão na Marechal Rondon que o responsável pela área do 3º BPM disse desconhecer
Motoristas denunciam arrastão na Marechal Rondon; PM nega
A professora de Educação Física Vivian da Matta, de 30 anos, foi rendida por um homem com uma arma curta. O bandido levou a bolsa dela.
- Tive a presença de espírito de jogar o celular pela janela e ele não viu o aparelho. mas a bolsa se foi - contou ela, que fez o registro de ocorrência do assalto na 23ª DP (Méier).
Já o motorista particular Cléber da Silva, de 58 anos, não teve nada levado. Mas ele saiu correndo do carro quando viu os criminosos armados.
- Nem pensei duas vezes e corri para me esconder. Passo por ali todos os dias e já vi muita coisa, mas nada como isso. Passageiros apavorados saltaram de um ônibus. Foi terrível - disse ele, que ia para o trabalho.
Segundo Cléber e Vivian, carros foram roubados durante o arrastão. Até o momento, porém, não há informações sobre onde esses fatos foram registrados. Responsável pela área, o 3º BPM (Méier) disse desconhecer o arrastão.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Traficante teve a mão decepada , após tirar o pino de uma granada para jogá-la contra policiais do 9º BPM
Menor recebe R$ 200 por semana para atacar policiais com granada
Traficantes armados continuam sendo uma ameaça até para o Exército nos Complexos do Alemão e da Penha
"Esta quantidade de denúncia é considerada alta. Mas após cada denúncia enviamos uma tropa para avaliar e tomar as providências. Pedimos o apoio da população: se houver pessoas armadas que a comunidade informe e tomaremos as providências necessárias", disse o coronel, que adiantou que vários suspeitos armados foram detidos pelos militares desde a ocupação.
sábado, 6 de agosto de 2011
Servidor estadual pode ser chamado por ordem alfabética para abrir conta no Bradesco
Nas cidades com maior população, foram montadas centrais de atendimento em locais públicos, como as próprias repartições e centros de convenções. Em municípios menores, o atendimento foi feito nas agências do Bradesco. Também foi criado um serviço de atendimento telefônico, com ligação gratuita, para esclarecer as dúvidas dos servidores pernambucanos.
O novo banco do funcionalismo estadual ainda não anunciou oficialmente como será o processo de abertura das contas aqui no Rio. Por meio de nota, a instituição informou que o procedimento “está em fase de estruturação”. Mas a Secretaria estadual de Planejamento e Gestão (Seplag) enviou uma carta aos servidores. Segundo a mensagem, as informações sobre a mudança de banco serão divulgadas este mês. LEIA AQUI
VALE LEMBRAR QUE A LEI 4.948/06 DE AUTORIA DO DEPUTADO PAULO RAMOS - GARANTE O SERVIDOR ESCOLHER O BANCO E AGÊNCIA PARA RECEBER SEU SALÁRIO
PMs apreendem três granadas no Morro da Coroa
Adolescente é apreendido com 3 granadas em morro pacificado
Policiais de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) apreenderam três granadas e um adolescente de 16 anos no Morro da Coroa, zona norte do Rio de Janeiro, na última sexta-feira. Os artefatos são do mesmo tipo dos lançados contra policiais da unidade há 40 dias na mesma comunidade, quando um PM foi atingido e teve uma perna amputada. O adolescente é suspeito de participar do ataque.
A equipe policial recebeu denúncias sobre a presença de criminosos na quadra do Coração da Coroa, no alto da comunidade, no fim da noite de ontem. Eles surpreenderam os bandidos reunidos em um beco e recolheram o jovem, que disse que atuava como segurança e olheiro da quadrilha de traficantes que ainda age no morro. Os outros suspeitos conseguiram fugir.
Por volta das 23h, a mesma equipe de policiais apreendeu uma granada e 10 trouxinhas de maconha, também na quadra do Coração da Coroa. O material estava na laje de uma casa, mas ninguém foi preso. Na noite do dia 25 de junho, quatro policiais da UPP da Coroa foram checar uma denúncia de que traficantes armados estariam numa casa em um beco da comunidade. Uma granada foi lançada pelos criminosos contra os PMs e o soldado Alexsander de Oliveira teve a perna direita amputada, sofrendo também fraturas expostas em um pé e braço.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
ATO OBSCENO EM FRENTE A CABINE DA PM NA CINELÂNDIA
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Bombeiros, policiais militares, professores e servidores da saúde, unidos contra o governo do ESTADO
Cabo do Bope denuncia abandono depois de ser baleado no Rio e perder o movimento das pernas
É ASSIM QUE O GOVERNO TRATA SEUS POLICIAIS!!!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Bombeiro desaparece misteriosamente em Realengo
A família procura pelo sargento desde o dia 29 de julho. Antes de sumir, ele sacou dinheiro em um caixa eletrônico e comeu em um bar. A última informação é que ele foi levar um amigo a três quadras de sua casa.
Qualquer informação sobre o paradeiro do Sargento BM Valmir Batista Siqueira, ligue para: 22531177 - DISQUE DENÚNCIA
“Se bonde chegar, toma”, diz PM sobre medo de invasão de bandidos
Enquanto esse armamento não vai para a tropa, os policiais trabalham com pistolas e armas não letais. Policiais reclamam que as armas fornecidas a eles são velhas e dizem se sentir inseguros, porque os criminosos usam fuzis e granadas.
Policiais que trabalham em UPPs instaladas no último ano também reclamam da falta de estrutura, como banheiros, refeitórios, uniformes e coletes à prova de balas adequados.
As carabinas compradas pela PM foram devolvidas ao fornecedor e, depois, retornaram à corporação. Atualmente, elas estão em fase de testes para avaliar se têm 100% de condições de serem usadas sem risco para o policial e para a população. Elas serão distribuídas aos policiais somente quando tiverem condições de uso, segundo a assessoria de comunicação das UPPs.
Esse tipo de armamento foi escolhido pela PM porque os fuzis são inadequados para locais de grandes aglomerações, como é o caso das favelas. No entanto, a corporação afirma que há fuzis no policiamento das UPPs, que são distribuídos de acordo com o planejamento operacional e avaliação do território.
No morro dos Prazeres, segundo disse um policial ao R7, são 160 PMs e há somente seis fuzis para a tropa.
Apesar de a PM afirmar que nunca houve tentativa de invasão por parte de criminoso a nenhuma das 17 UPPs, o ataque a policiais da UPP do morro da Coroa (zona norte), no dia 25 de junho, assustou quem atua nessas unidades – um PM perdeu a perna . O R7 ouviu policiais que trabalham nessa comunidade.
Se chegar o bonde (grupo de criminosos), vai tomar (a comunidade com UPP). Não é medo, mas fico apreensivo. No dia em que aquele policial perdeu a perna, tinham seis caras armados e com granadas. Eles iam jogar várias delas em cima de todos os policiais.
Insatisfação
Para o coronel Paulo César Amêndola, especialista em segurança pública e um dos fundadores do Bope (Batalhão de Operações Especiais), muitos agentes têm trabalhado insatisfeitos, porque não entraram na PM para atuar em comunidades pacificadas.
- O Estado determinou que todos os PMs que estivessem se formando no ano passado fossem trabalhar nas comunidades pacificadas. Muitos não se adequam ao perfil do trabalho, que é diferente do que é realizado nas ruas. Eles são treinados a dialogar com o morador. Lá, eles têm de lidar com situações irregulares e com pessoas que conquistaram aquele território de forma ilegal.
Para José Augusto Rodrigues, mestre em ciência política e professor da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a instalação das UPPs foi uma “batalha vencida” pelo Estado, mas ainda é o começo.
- Imagino que, com o tempo, as condições de trabalho vão melhorando. É evidente que, em alguns casos, as UPPs foram instaladas de forma improvisada.
R7
Faltam uniformes, banheiros e coletes à prova de balas em UPPs, denunciam PMs
A reportagem do R7 entrevistou policiais - que prefeririam não se identificar, temendo represálias - e percorreu algumas favelas pacificadas, onde encontrou PMs trabalhando sem colete à prova de balas. Segundo eles, não há tamanho adequado do equipamento para todos. Um policial que monitora o morro da Coroa, no Catumbi, na região central do Rio, alega que só há coletes grandes e extragrandes.
- Só tem coletes G e GG. Eu prefiro nem usar, porque fica muito grande. Estamos trabalhando no risco.
O mesmo ocorre na UPP do morro dos Prazeres, em Santa Teresa (centro). Um PM relata que o colete grande dificulta a locomoção.
- Eu tenho 1,96 m de altura e com um colete GG minha mobilidade fica ruim. Imagina quem é menor? E não tem colete menor.
Um dos policiais que trabalham no morro do Turano, na Tijuca, zona norte, diz que só recebeu uma farda para trabalhar. Ele mora no interior do Estado e é obrigado a usar a mesma roupa durante toda a semana, pois não dá tempo de lavá-la e secá-la.
- De tanto comer besteira à noite comecei a ter dores de estômago e um exame detectou uma inflamação.Eu vou embora para casa no dia de descanso e não dá tempo de lavar a farda. Tenho que usar a mesma roupa todos os dias.
Outro agente conta ter recebido só uma calça e, ainda assim, de tamanho maior do que veste. O policial então comprou uma calça social preta, mas, após 24 horas de trabalho, ela se rasgou.
- No dia em que eu fui pegar meu uniforme, não tinha calça do meu tamanho. Tive que comprar uma que não é resistente. Houve um dia em que a calça rasgou e eu tive que me virar para costurar.
A Polícia Militar, por meio da assessoria das UPPs, informou que os coletes foram entregues nos tamanhos pedidos pelos policiais, mas admite a possibilidade de ter ocorrido algum erro na distribuição. Segundo a corporação, os PMs devem informar os problemas nos uniformes ao comando para que a troca seja providenciada.
Para o coronel Paulo César Amêndola, um dos fundadores do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e consultor na área de segurança pública, a organização das UPPs apresenta falhas.
- A política das UPPs é interessante, mas está falhando. Eles têm um efetivo grande, mas não suficiente para tomar conta de todas as favelas. O suporte de apoio e a logística de materiais não são adequados.
Sem banheiro e refeitório
Enquanto o governo não constrói bases fixas nas comunidades pacificadas, policiais têm somente contêineres como apoio. No entanto, essas estruturas não têm refeitório, vestiários e número de banheiro suficiente – na UPP do São João (zona norte), há um sanitário para 50 homens. Por isso, os soldados são obrigados a “se virar” para fazer suas necessidades.
Como não há refeitório, os soldados não têm como levar quentinhas para o trabalho e, assim, dependem de bares e restaurantes para comer, opção bem mais cara para quem tem um vale refeição de R$ 162 por mês.
No morro dos Prazeres, há só um banheiro, compartilhado por homens e mulheres. A porta quebrada impede que ela seja trancada.
- As mulheres se sentem mal. Mas aqui todo mundo é profissional.
De acordo com a assessoria de comunicação das UPPs, a construção das bases de alvenaria é um processo complexo, porque é difícil encontrar terrenos ou imóveis para comprar em áreas de ocupação irregular, como as comunidades. Os contêineres, segundo a assessoria, são estruturas provisórias. Entretanto, não há previsão para a instalação de bases permanentes.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Policiais são expulsos da corporação por desvio de conduta
O SARGENTO João Bezerra dos Santos acusado de fazer parte da quadrilha do Roupinol foi expulso.
O TENENTE ( ??????? ) acusado de fazer parte da quadrilha do Roupinol (no mesmo processo ) ganhou por 2x1 o direito de PERMANECER na PMERJ

