segunda-feira, 1 de agosto de 2011
PM de UPP é assassinado em Realengo
sábado, 30 de julho de 2011
Evento da Copa tem protestos de bombeiros e contra Ricardo Teixeira
Um pequeno grupo de manifestantes reivindicava melhoria de condições de trabalho para os bombeiros do Rio de Janeiro, através de faixas e cartazes com palavras de ordem contra o governador Sergio Cabral Filho.
“Tenho 28 anos de corporação e fiquei sete dias preso. Estou aqui defendendo os meus soldados. Eles não podem trabalhar por R$ 950,00. Não é uma condição digna”, afirmou o Tenente Adilson Bandeira na frente do evento da Copa de 2014, onde certamente a delegação de Cabral deverá passar.
Na mesmo entrada, um isolado manifestante esperava a chegada do grupo que prometia caminhar do Largo do Machado até a Marina da Glória. Equipado com um nariz de palhaço, Juciê Rodrigues perguntava através de um cartaz onde estavam os R$ 30 milhões que saíram dos cofres públicos para custear a festa do sorteio das eliminatórias.
“Estou aqui como cidadão mesmo. O povo brasileiro costuma se mobilizar para coisas menos sérias, como o Carnaval. Mas isso também é importante”, disse o representante comercial, que exibia cartaz em inglês e proferia “where is the money?” a cada vez que via um visitante estrangeiro entrando na festa.
O sorteio das eliminatórias da Copa marca emblematicamente o início das atividades do Brasil como país anfitrião do Mundial de 2014. É a primeira oportunidade do COL (Comitê Organizador Local) de mostrar trabalho perante aos olhos do mundo. Cerca de 200 nações receberão a transmissão da festa deste sábado.
UOL
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Imagens do tiroteio em Realengo - Um policial militar morreu e outro ficou gravemente ferido
OS DOIS CABOS DO 16º BPM FAZIAM SEGURANÇA EM UM POSTO DE GASOLINA E FORAM ATACADOS QUANDO SE DIRIGIAM PARA UMA AGÊNCIA BANCÁRIA PARA FAZER UM DEPÓSITO DE 70 MIL REAIS.
ANDRÉ LUIZ DOS SANTOS MORREU E CRISTIANO NUNES FICOU GRAVEMENTE FERIDO
VÍDEO - FRANCISCO - PM
Força de Pacificação - Suspeitos usaram enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar tropas do Exército
As denúncias feitas pelo Ministério Público Militar contra moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, revelam que eles também chegaram a agredir fisicamente as tropas da Força de Pacificação e usaram objetos como enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar as tropas do Exército.
No dia 8 de junho, uma patrulha do 37º Batalhão de Infantaria Leve abordou quatro suspeitos de tráfico de drogas em um bar. Um dos revistados se negou a colocar as mãos na parede, puxou do bolso o telefone celular e a carteira de identidade. Disse que era trabalhador e que iria chamar o seu advogado. Os militares pediram para que ele desligasse o aparelho.
O morador chamou outras pessoas para ajudá-lo. Segundo a denúncia, quando era levado para dentro da viatura, o suspeito deu um chute no peito de um dos militares e subiu no teto do carro do Exército. A tropa, então, teve que intervir. Um spray de pimenta foi usado e um tiro de bala de borracha foi disparado e atingiu o homem na perna. Ele acabou recebendo voz de prisão.
No dia 18 de maio, um morador desacatou militares na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. Consta na denúncia que a tropa ordenou que ele parasse. No entanto, o mesmo reagiu e pegou uma enxada para agredir os integrantes do Exército.
Um dos militares, então, acionou sua arma com munição não letal. De acordo com a denúncia, o morador largou a enxada, pegou dois blocos de cimento e atirou um deles na direção da tropa, atingindo um militar. Foi dada voz de prisão ao suspeito que, mesmo assim, teria dado chutes nos integrantes do Exército e ainda tentou tomar um fuzil.
Tentativa de atropelamento
No dia 15 de janeiro, militares patrulhavam a Estrada Vicente de Carvalho, perto da casa de shows Olimpo, quando foram desacatados por transeuntes que, segundo consta em denúncia da Procuradoria da Justiça Militar, estavam obstruindo a passagem da viatura.
A tropa insistiu para que eles deixassem o local, mas os suspeitos se recusaram. Além de terem xingado os militares, um deles ameaçou arremessar um tijolo nos integrantes do Exército. Um militar, então, reagiu e atirou spray de pimenta para contê-lo.
Em outro caso ocorrido no dia 22 de abril e que resultou em denúncia, os militares faziam patrulhamento na esquina das ruas Joaquim de Queirós com Bulhufa, no Alemão, e pediram para que um motociclista parasse. Ele estava com duas pessoas na garupa. Consta nos autos que ele furou o bloqueio e jogou a motocicleta na direção de um militar na tentativa de atropelá-lo.
O suspeito foi perseguido e acabou derrapando com a moto. Foi detido e autuado por constrangimento ilegal e desafio para duelo.
Militar foi agarrado e jogado no chão
No dia 19 de junho, na Rua Aristóteles Ferreira, na comunidade Nova Brasília, no Alemão, militares pediram para que um morador parasse para ser revistado. Consta na denúncia que ele se negou e gritou: "Vocês não têm direito, vocês não mandam em mim".
A tropa tentou imobilizá-lo, mas o morador reagiu. Os autos revelam que, ao receber voz de prisão, ele empurrou um militar. Quando era colocado dentro da viatura, o suspeito agarrou um integrante do Exército, o derrubou no chão e tentou fugir. Os militares tiveram que usar spray de pimenta e munições não-letais para contê-lo.
LEIA:
Comando: "Tráfico incita população contra o Exército"
“Você se acha homem com essa farda, vem na mão”
Promotor sugere triagem da força militar no Alemão
terça-feira, 26 de julho de 2011
Policiais reclamam de falta de segurança em UPPs do Rio de Janeiro
Mesmo com a presença das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) a ameaça do crime é constante. De acordo com um policial que prefere não se identificar, falta segurança para quem deveria garantir a segurança.
- As condições de trabalho são as piores possíveis. Nós não temos onde beber água, nós não temos um banheiro ou onde comer. Nós temos que ir até as localidades vizinhas pra poder fazer nossas refeições.
As UPPs mudaram a vida de um milhão de cariocas e estão em 68 comunidades, formando um exército de tolerância entre os policiais e os moradores. Os policiais dizem que são muito mal tratados pelos moradores, que xingam os agentes e cospem no chão.
Quem vive nas comunidades pacificadas, no entanto, destaca a retomada do direito de ir e vir, sem ficar refém do tráfico ou de balas perdidas. Já os próprios policiais que trabalham nessas unidades denunciam a ilusão de acreditar que o poder paralelo dos criminosos acabou.
Para um policial que prefere preservar a identidade, a UPP não é uma maravilha, mas sim uma realidade inversa.
- Aqui tem tráfico, aqui tem "gatonet", aqui tem venda de gás, venda ilegal. Em relação a isso, nada mudou com a presença das unidades de pacificação.
Os moradores confirmam a denúncia e dizem que mesmo com as UPPs a bandidagem e o tráfico de drogas continuam.
Segundo o coronel Robson Rodrigues, comandante das UPPs, a condição de trabalho dos policiais militares precisa melhorar e admite que o tráfico ainda é um inimigo a ser vencido.
O tráfico ainda existe, mas as UPPs tiveram a ousadia de entrar e atuar em áreas onde não havia nada e de acabar com a circulação de armas.
Para os policiais que vivem a rotina nos morros, apagar as marcas do crime organizado não é uma tarefa simples e denunciam: o objetivo da UPP é eliminar as armas e não acabar com o tráfico de drogas.
- Na verdade a gente veio pra fazer a segurança de traficante.
Assista ao vídeo:
PEC 300 - dia 9 de de agosto em Brasília
Reunião Região dos Lagos
Senhores, os companheioros da região dos Lagos pedem para informar as reuniões locais:
BMs e PMs de São Pedro da Aldeia para reunião nesta terça-feira, 26/07/11, às 19 hs, no SPEC - São Pedro Esporte Clube, em frente à Praça do Canhão - Centro de São Pedro.
BMs e PMs de Araruama e Saquarema para reunião na quinta-feira, 28/07/11, às 19 hs, na Casa do Bom Fim - em Araruama.
Pauta: Conquistas Importantes do Movimento
- Contribuições do Movimento
- Exibição de Vídeos
- A Associação e a sua primeira Assembléia
- Organização da Caravana para ida à Brasília, em 08/08/11
- Procedimentos para captação de recursos para a ida à Brasília em 08/08/11.
Solicitam que compareçam munidos de Identidade e que as sugestões a serem propostas estejam no papel.
domingo, 24 de julho de 2011
MANUTENÇÃO SUPERFATURADA NAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR
Manutenção de VW a custo de BMW
O projeto do governo do estado de terceirização dos carros da Polícia Militar - cujos contratos com uma única empresa somam mais de R$ 900 milhões - desembolsa, apenas com a manutenção dos carros, dinheiro suficiente para triplicar a frota. Assinado em 2007, o primeiro contrato com a Júlio Simões Transportes previa aquisição, manutenção e gestão de 578 Gols e 54 Blazers. Do total de R$ 69,8 milhões, cerca de 67% foram destinados à empresa em 30 parcelas iguais para arcar com a manutenção dos carros. A discrepância dos valores levou a 7 Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Ministério Público estadual a instaurar um inquérito para apurar indícios de superfaturamento no negócio.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sargento da PM cearense entra com ação na Justiça contra a rede Globo de televisão
O Sargento José Adamir Bandeira Holanda Cavalcante Filho, residente em Crato, apresentou no Juizado Especial daquela cidade Ação Cível com pedido de indenização por danos morais contra a Rede Globo. Segundo explicou, no último dia 29 de junho a emissora levou ao ar um diálogo na novela Insensato Coração que o oficial considerou uma desmoralização para todos os policiais militares do país. Sentindo-se ofendido, ele ajuizou o pedido de indenização e espera que os seus colegas de farda façam o mesmo.Fonte:Site Miséria
ASSISTA A CENA
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Comandante de batalhão do Alemão sofre tentativa de assalto no Rio
O comandante do Batalhão de Campanha do Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, tenente-coronel Carlos Eduardo Ribeiro e Souza, sofreu uma tentativa de assalto na noite desta quarta-feira (20), em Engenheiro Leal, no subúrbio. Segundo o tenente-coronel Mário José, subcomandante do batalhão, um outro PM que estava com o oficial ficou ferido.
O crime aconteceu por volta das 20h30, na Rua Silva Vale. De acordo com o tenente-coronel Mário José, o comandante e o outro policial voltavam para casa num carro descaracterizado, quando foram abordados por quatro homens armados perto do Morro do Juramento. Os PMs teriam reagido à ação dos criminosos, iniciando o confronto.
Policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) também foram acionados para o local. O comandante do 9º BPM, tenente-coronel Cláudio dos Santos, informou que o policial militar que estava com o tenente-coronel Carlos Eduardo foi ferido de raspão na mão. O comandante, de acordo com a polícia, não foi baleado.
Ferido
O PM ferido chegou a ser encaminhado para o Hospital Salgado Filho, no Méier, também no subúrbio, mas foi transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na Zona Norte. Ainda não há informações sobre o seu estado de saúde.
Os criminosos fugiram sem levar nada. Ainda segundo a polícia, um dos suspeitos teria sido ferido. Policiais do 9º BPM checam a informação de que ele teria sido socorrido no Hospital Getúlio Vargas, na Penha. O policiamento foi reforçado no bairro.
O caso foi registrado na 30ª DP (Marechal Hermes).
PORTAL G1Justiça tranca inquérito penal instaurado contra a Draco
TJ-RJ: Tranca inquérito policial, segundo magistrado, embasado exclusivamente de denúncia anônima. MP opinava pelo deferimento de “quebra de sigilo telefônico, bancário etc. de policiais da DRACO
Notícia extraída do site do TJ-RJ.
O juiz em exercício da 34ª Vara Criminal, Rodrigo Meano, determinou nesta segunda-feira, dia 18, o trancamento do inquérito, instaurado pela Corregedoria da Polícia Civil, contra os policiais lotados na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (DRACO), por suposta prática do delito de extorsão. Segundo o magistrado, o procedimento investigatório teve por base, exclusivamente, denúncia apócrifa, destituída de outros elementos de convicção.
O inquérito pedia a quebra de sigilo bancário, telefônico e de dados, referentes às linhas telefônicas dos policiais. Segundo a decisão, a denúncia anônima relata, genericamente, a de prática de extorsão pelos policiais da delegacia.
O magistrado explica que da leitura dos autos do inquérito ‘infere-se que o ponto nodal para o exame dos pedidos de quebra de dados bancários e interceptação telefônica dos indiciados consiste em saber se é possível o embasamento de futura ação penal, exclusivamente, em denúncia anônima, que venha a constituir, ela própria, a peça inaugural da investigação promovida pela polícia judiciária’.
Segundo o juiz Rodrigo Meano, a ‘notícia anônima deve ter elementos mínimos demonstrativos da ocorrência do delito, com a descrição precisa dos fatos, de forma a possibilitar a prática dos atos de investigação pela autoridade policial. No caso concreto que ora examino, a denúncia apócrifa não é apta a ensejar o início da persecução criminal, porquanto não vislumbro nos autos do inquérito dados concretos e objetivos’.
Na decisão, o magistrado ressalta que não há no inquérito depoimento sequer dos supostos servidores municipais e/ou empresários envolvidos no ato de corrupção dos indiciados. Ao contrário, ‘as declarações do Sr. Prefeito e do Secretario de Administração do Município de Rio das Ostras são contundentes ao negar qualquer tipo de extorsão’, afirma o juiz.
O magistrado disse ter lhe causado estranheza a versão oficial apresentada pelo então chefe de polícia, Delegado Allan Turnowski, responsável pela apresentação da carta apócrifa à Corregedoria, quando justificou como a denúncia anônima teria chegado as suas mãos. Turnowski teria declarado que enquanto caminhava na praia, um motoqueiro lhe entregou um envelope, mas à imprensa afirmou ter recebido o pacote em sua residência. ‘Não é crível que um delegado de polícia experiente receba um envelope das mãos de um estranho em uma motocicleta e sequer anote a placa do veículo’, considerou o juiz.
Segundo o magistrado, a perícia não conseguiu determinar se os caracteres mecanográficos que compõem o documento apreendido foram elaborados por uma das três máquinas de escrever apreendidas e se foram subscritos pelos indiciados Luiz Henrique e Cláudio Ferraz. O laudo também foi inconclusivo quanto às rubricas constante na carta, não comprovando convergências gráficas que pudessem atribuir autoria aos punhos examinados.
Na decisão, o juiz ressalva ainda que o Ministério Público, ‘ao opinar pelo deferimento das medidas, manifestou-se de forma genérica, de modo que não apontou dados concretos que pudessem embasar o afastamento do sigilo bancário e telefônico dos indiciados’.
Processo nº 0213040-77.2011.8.19.0001″
terça-feira, 19 de julho de 2011
Impedido de passar em rua interditada, delegado agride funcionário
Técnicos da Caema, incluindo Raimundo Pires, faziam a manutenção do sistema de água e esgoto da rua 38, no bairro Ponta do Farol, na zona nobre de São Luís, quando o delegado Alberto Castelo Branco chegou no local exigindo passar pela região. Os técnicos da Caema informaram ao delegado que a via estava interditada, tanto que outros veículos já estavam fazendo o retorno na região.
Nesse instante, segundo testemunhas, o delegado se irritou com a informação passada por Pires e começou a agredi-lo. Depois, o delegado deu voz de prisão, empurrou o funcionário público, chutou seu aparelho celular com a ajuda de mais dois policiais civis e o encaminhou para o Plantão Central da Beira Mar, a principal delegacia de São Luís. Turistas hospedados em um hotel ao lado da rua 38, revoltados com a cena, filmaram e colocaram o vídeo na internet. Pires nunca tinha sido preso e passou cinco horas na cela da delegacia.
O secretário de Segurança do Maranhão, Aluísio Mendes, lamentou a reação do policial civil. “Nós não compactuamos com atitudes desse gênero”, disse o secretário. O funcionário público afirmou que “é constrangedor ir trabalhar e acabar preso”. O delegado não foi localizado mas, em seu registro de ocorrência, ele afirmou que foi agredido pelo funcionário da Caema com uma mangueira do sistema de coleta de esgoto e que apenas reagiu. O inquérito administrativo pode resultar desde a suspensão do delegado até a exoneração dele dos quadros da polícia civil do Maranhão.
O direito constitucional à vida dos ex-PMs
"O desrespeito ao Decreto Estadual 31318,em destaque, o qual foi baixado pela Governadora em 2002,entretanto a PMERJ, baseando-se na Resolução 736/2004, do então Secretário de Segurança pública do RJ, Delegado Federal Marcelo Itagiba, está mandando os PMs excluídos para junto dos presos comuns. Opinamos que o Atual Secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame baixe outra Resolução,alterando o Art 2, dando fim a presente ilegalidade em vigor,livrando-se assim de ser acionado na Justiça como autoridade co-autora,que desrespeita o alusivo decreto estadual,garantido assim o direito constitucional à vida dos ex-PMs,claramente ameaçado,quando de sua transferência para presídios comuns".
Policiais do interior conseguem sair das UPPs
Maior êxodo no Borel
Na UPP Borel, Tijuca, pode haver o maior êxodo. Há, pelo menos, 150 PMs do interior lotados lá. A preocupação é com a punição. O advogado Marcelo Queiroz revela que quando um PM se apresenta na unidade onde mora, no dia em que deveria estar na UPP, responde administrativamente. Isso impede que ele se candidate a bolsas oferecidas pela PM.
O DIA
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Um PM morre e outro fica ferido em Realengo
Um policial militar morreu e outro ficou gravemente ferido depois de criminosos invadirem uma agência bancária em Realengo. Os dois cabos da policia militar são lotados no 16º BPM em Olaria.
Os policiais militares chegaram a ser socorridos no Hospital Albert schweitzer, também em Realengo, mas um deles não resistiu.
Ambos estavam de folga nesta segunda-feira.
Bombeiros a serviço dos Jogos Militares no Rio recebem apenas biscoitos e frutas
Os bombeiros que estão trabalhando nos Jogos Mundiais Militares não têm direito a almoço ou jantar durante o expediente, segundo o boletim da corporação emitido na última quarta-feira (13/07). De acordo com a publicação, os bombeiros militares que trabalham no evento receberão apenas duas rações frias por dia. A exceção fica por conta daqueles que estarão a serviço das competições realizadas no Maracanãzinho ou na HSBC Arena. Estes terão direito a três rações diárias.
O kit completo da ração fria inclui dois pacotes de 26g de biscoitos salgados, um pacote de amendoins, um pacote de biscoito wafer, uma barra de cereal, uma maçã, um copo de guaraná natural, duas bananadas, dois tabletes de queijo cremoso e três copos de água mineral
sábado, 16 de julho de 2011
Polícia Federal apreende mais de duas mil munições em Itaboraí
A operação - que começou por volta das 6h deste sábado - contou com a participação de 18 agentes. De acordo com a PF, as investigações começaram em fevereiro deste ano, e apuravam a conduta da quadrilha que atuava em Itaboraí.
Munições de uso restrito
Os policiais montaram um cerco e conseguiram prender o casal em flagrante em sua residência. Segundo a PF, foram apreendidas munições de calibre ponto 40, 556 e 762, todas de uso restrito. Elas seriam levadas para a cidade do Rio de Janeiro ainda neste sábado, onde seriam distribuídas para traficantes.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
TODOS NO ENGENHÃO!!!
MOTIVO: A presidente Dilma Roussef estará na cerimônia de abertura dos jogos mundiais militares e realizaremos uma manifestação! Por favor todos de camisa do SOSBOMBEIROS ou camisa vermelha.

