sexta-feira, 30 de setembro de 2011

POLICIAL BANDIDO QUE SUJA A CORPORAÇÃO MERCECE PENA MÁXIMA

Em meio à crise que se instalou na Polícia Militar do Rio de Janeiro, que culminou com a queda do comandante-geral da corporação, coronel Mário Sérgio Duarte, surge mais uma notícia ruim contra a corporação.

1º CASO - Uma investigação feita pela PF (Polícia Federal) entre agosto do ano passado e fevereiro deste ano e que resultou em processo na 40ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ-RJ) revelou que um cabo do 1º BPM (Estácio) atuava como informante de traficantes do morro do Fallet, em Santa Teresa, na região central da capital, antes da implantação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora).

A UPP do Fallet, que também é a responsável pelos morros do Fogueteiro e da Coroa, é a mesma onde está sendo investigado um suposto esquema de corrupção que resultou no afastamento de 35 PMs, entre eles o ex-comandante da unidade, capitão Élton Costa. Segundo as investigações, os policiais receberiam propinas dos traficantes.

Segundo as informações prestadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da PF, o cabo, que está preso, informava a um dos chefes do tráfico do Fallet, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho, sobre todas as operações que seriam feitas na favela.

Além disso, de acordo com a PF, o PM também repassava aos bandidos drogas que eram apreendidas em outras favelas, principalmente crack. Uma escuta telefônica flagrou o policial negociando este tipo de droga com Paulinhozinho, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público Estadual.

"Foi apurado que o PM ia pessoalmente e com freqüência à favela negociar com os traficantes locais. O policial se reportava não só a Paulo César como também a um comparsa dele identificado por Alan", diz nota enviada pela PF.

Segundo a Justiça, o policial também supostamente repassava informações sobre operações que seriam realizadas no morro da Mangueira, na zona norte do Rio, e no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana. Os traficantes destas duas favelas negociavam armas e drogas com os bandidos do Fallet, revelam as investigações.

O trabalho feito pela PF resultou em uma denúncia do Ministério Público contra 11 pessoas. Um dos alvos da investigação, o traficante de vulgo Coroa, foi preso em novembro, na ponte Rio-Niterói, com 4 kg de cocaína e R$ 99 mil.

A PF informou que não há indícios de que o PM suspeito tivesse a ajuda de colegas de farda. Segundo a PF, após a implantação da UPP no Fallet, em fevereiro, os traficantes citados nas investigações deixaram a favela.

2º CASO - PMs condenados

Outro caso que ocorreu durante a crise na PM foi a condenação, no último dia 29, de um tenente, dois sargentos e um cabo da Polícia Militar acusados de terem sequestrado um traficante conhecido como Tião da Providência, em Niterói, na região metropolitana, e pedido R$ 50 mil de resgate.

Segundo os autos, o suspeito foi abordado pelos PMs no dia 15 de dezembro na localidade conhecida como Praça de Santa, em Niterói. Na ocasião, os policiais alegaram ter informações de que haveria uma pessoa com as características de Tião praticando assaltos na região.

Tião negou as acusações e, de acordo com o processo, passou a ser agredido pelos PMs. Levou chutes na costela e teve um relógio e um bracelete de prata com ouro subtraídos.

Em seguida, ele foi algemado e colocado em uma viatura e os PMs pediram que Tião entrasse em contato com alguém da família. O suposto traficante, então, ligou para uma irmã. Um dos policiais acusados pediu R$ 50 mil em troca da liberdade de Tião.

Um encontro foi marcado em frente de uma lanchonete na Alameda São Boaventura, no Fonseca, para a entrega do dinheiro. Os familiares de Tião, no entanto, entraram em contato com a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), órgão subordinado à Corregedoria Interna da PM.

Um dos PMs acusados foi preso no local e informou aos representantes da Corregedoria a localização dos colegas supostamente envolvidos na trama e que acabaram presos também. O traficante sequestrado acabou escapando e está foragido.

Os policiais foram condenados pelo crime de extorsão mediante sequestro pela juíza da Auditoria Militar, Ana Paula Monte Figueiredo, que decidu manter a prisão preventiva dos acusados.

O tenente envolvido foi punido com 13 anos, dois meses e 12 dias de prisão. O cabo pegou 12 anos e os dois sargentos, a 10 anos, nove meses e 18 dias de detenção. As penas, segundo a juíza, devem ser cumpridas em regime fechado.

Segundo a Polícia Civil, Tião da Providência é apontado como um dos bandidos mais procurados de Niterói e São Gonçalo.

Ele é acusado de comandar o tráfico de drogas no morro Novo México, em São Gonçalo, e responde a dois processos na Justiça por homicídios. De acordo com a polícia, ele age em parceria com o irmão, que é conhecido pela alcunha de Branco.

Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

ASSEMBLÉIA GERAL DOS BOMBEIROS

Senhores, esse é o momento JUNTOS SOMOS FORTES !
Amanhã dia 30 acontece a ASSEMBLÉIA GERAL dos Bombeiros é a hora da nossa união às 18h, no Clube dos Portuários (Av, Francisco Bicalho, 47).

Policial Militar morre durante patrulhamento no Rock in Rio

Uma policial militar de 25 anos morreu nesta quinta-feira enquanto realizava patrulhamento no Rock in Rio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. De acordo com assessoria de imprensa da corporação, ela se sentiu mal e foi levada de ambulância para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, também na Barra. A policial não resistiu e morreu antes de chegar à unidade.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o corpo da PM será levado para o Instituto Médico Legal, onde a autópsia poderá identificar as causas da morte.
O Dia

Polícia Civil protesta por melhores salários

Policiais civis do Rio de Janeiro realizavam uma manifestação no centro da cidade na tarde desta quinta-feira (29) para reivindicar melhores condições de trabalho e salários.

Organizadores do movimento Operação Padrão Cumpra-se a Lei dizem que ao menos mil policiais participavam do protesto. Já o Centro de Operações da Prefeitura do Rio informava que, por volta das 14h30, eram 200 manifestantes.

No horário, o protesto se concentrava na avenida Rio Branco, na altura da Cinelândia, e prejudicava o trânsito.

De acordo com Sindipol (Sindicato dos Policiais Civis), o movimento é, principalmente, para reivindicar por uma Polícia Civil mais eficiente. Os policiais chamaram atenção para o que eles denominaram "investigação com CPF", dando exemplo do caso da juíza assassinada Patrícia Acioli, em que a Delegacia de Homicídios teve total condições de investigar o caso, que está prestes a ser esclarecido.

O presidente do sindicato, Fernando Bandeira, disse que uma comissão foi entregar um documento ao Ministério Público, Defensoria Pública e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

- Nós queremos informar porque precisamos do apoio deles. Nós imaginamos que mil policiais participam do protesto. Isso é importante para mostrar ao governo que precisamos discutir os nossos salários. Não é possível a gente ganhar 10% do salário de um delegado. Nós não temos nem hospital e nem plano de saúde. Trabalhamos com 40% do efetivo necessário.

Na operação os agentes policiais não poderão fazer registros ou tomar depoimentos, conforme determina o CPP (Código de Processo Penal). De acordo com o sindicato, o policial civil poderá se recusar a fazer diligências se a viatura não dispuser de rádios ou coletes à prova de balas. O policial que não tiver carteira de motorista específica para dirigir veículos de emergência (ambulâncias e carros da polícia e bombeiros) também pode se recusar a guiar o veículo, de acordo com o sindicato.

Os manifestantes saíram em manifestação por volta das 13h em direção a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e depois seguiram para o Ministério Público. A última parada dos manifestantes é a Alerj (Assembleia Legislativa). Nesses lugares, os policiais entregam a cartilha do movimento.

R7


O coronel Erir Ribeiro da COSTA FILHO é o novo comandante da Polícia Militar.


O coronel Erir Ribeiro da COSTA FILHO é o novo comandante da Polícia Militar. A decisão foi tomada na tarde desta quinta-feira, durante uma reunião com o secretário de Segurança Pública.
O coronel Erir da Costa Filho chegou a ser exonerado em 2003, após acusar o deputado estadual Chiquinho da Mangueira (PMDB) de pedir uma trégua no combate ao tráfico de drogas na comunidade.
Entre outras funções, a de comandante do 2º Comando de Policiamento de Área (CPA ), a de coordenador do Serviço de Atendimento de Emergência 190, a de comandante do 4º BPM (São Cristóvão) e de diretor de apoio logístico.Passou também pelo 14º BPM (Bangu), Batalhão Rodoviário (BPRv), Batalhão de Choque (BPChq) e Superintendência da Secretaria de Segurança.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Comandante da Polícia Militar pede exoneração do cargo

O tenente-coronel Mário Sérgio Duarte pediu exoneração do cargo de comandante geral da Polícia Militar. O pedido já foi aceito pelo Secretário Estadual de Segurança, José Mariano Beltrame. A informação foi divulgada através de nota oficial da secretaria.

No comunicado, o secretário lamenta a saída de Mário Sérgio e esclareceu que tem por política conceder autonomia às chefias das polícias para que em nome da
eficiência, possam buscar as melhores medidas administrativas e técnicas para ajudar na implementação da política de segurança. Beltrame ressalta que nos últimos anos esse modelo vem ajudando a reduzir os índices de violência no Estado do Rio.

Na nota, é ressaltado que o ex-comandante Mário Sérgio, que se encontra em licença médica. No texto afirma-se que ele "reconheceu o equívoco e ciente do desgaste institucional decorrente de sua escolha, pediu, voluntariamente e em caráter irrevogável, para deixar o comando da PM", sem explicar que equívoco ele está se referindo.

Segundo a nota, o nome do novo comandante geral da PM será divulgado o mais breve possível.
JORNAL O DIA

São raros os casos de OFICIAIS presos ou afastados por desvios.

"A hierarquia e a disciplina militares são poderosas contra o desvio: um policial pode ser mandado para a prisão no quartel por seu superior, imediatamente, até mesmo se o comando considerar que ele não cortou o cabelo ou está com a barba por fazer . No entanto, sempre há benevolência entre os oficiais – e são raros os casos de OFICIAIS presos ou afastados por desvios".

Cerveja roubada - Oliveira era subcomandante do 3º BPM (Méier) em 2008, quando a unidade foi vergonha nacional. Um grupo de policiais foi fotografado no momento em que colocava engradados de cerveja de um caminhão no porta-malas da viatura. Um dos policiais era o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes. Beintez, agora, é um dos presos sob acusação de executar Patrícia Acioli, e foi levado de batalhão em batalhão pelo próprio tenente-coronal Oliveria agora apontando como mandante do crime. Uma canhestra amizade.

Relembre o caso
Cerveja e refrigerante - clique no link abaixo
Ubiratan diz já ter provas para encaminhar PMs envolvidos em saque para Justiça Militar


Quatorze anos depois do “muro da vergonha” o oficial chega ao posto máximo da Polícia Militar

Chefe operacional do Estado-Maior, tenente-coronel Álvaro Garcia assume interinamente o comando da PM
Com o licenciamento do comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Brito Duarte, por 30 dias — ele se recupera de uma cirurgia para a retirada de um nódulo na próstata —, o chefe operacional do Estado-Maior, tenente-coronel Álvaro Garcia, assume interinamente o comando da corporação, tentando exorcizar fantasmas de um passado turbulento. Em 1997, então major do 18º BPM (Jacarepaguá), ele chegou a ficar preso por seis meses antes do julgamento que o condenaria a um ano e dez meses, mas com o direito a gozar a pena em liberdade, por comandar uma sessão de espancamentos na Cidade de Deus.

O episódio, filmado por um cinegrafista amador, ganhou as primeiras páginas dos principais jornais do país. O local da ação ficou conhecido como o “muro da vergonha” — 11 moradores foram agredidos junto a um muro. Garcia comandava o grupo de cinco policiais que deram joelhadas, tapas no rosto, “telefones” nos ouvidos e bateram com um cinto e um pedaço de pau em nove homens e duas mulheres.

Logo após o caso, o então governador Marcello Alencar defendeu a expulsão sumária dos PMs. Mas recuou em seguida, explicando que o fato seria apurado e os envolvidos, julgados como determina a lei.

De 1997 a 2003, Garcia trabalhou em serviços internos da PM, até receber o convite do então secretário de Segurança, Anthony Garotinho, para comandar seu primeiro quartel: o 22º BPM (então Benfica, hoje Maré).

Em entrevista ao GLOBO, em 2003, Garcia lembrou que, durante o tempo em que ficou preso, se recusava a desfrutar do benefício do banho de sol porque não queria ficar ao lado de policiais militares que praticaram extorsões ou assassinatos e que, como ele, estavam no Batalhão de Choque da PM. “Eu estava preso como aqueles homens, mas não era igual a eles”, disse o oficial.

Sobre o episódio na Cidade de Deus, o tenente-coronel explicou que fora vítima de uma armadilha do tráfico, mas reconheceu que errou. “Fui duro com o tráfico na Cidade de Deus e eles queriam me tirar de lá. No dia do incidente, eu e meu grupo estávamos estressados. Sei que nos excedemos”, disse na ocasião.

Procurado na terça-feira pelo GLOBO, Garcia disse estar ocupado e não retornou a ligação. Quatorze anos depois do “muro da vergonha”, o oficial chega ao posto máximo da Polícia Militar, e a Cidade de Deus comemora um ano e sete meses de implementação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Acusado de pertencer a grupo de milicianos é preso em Pedra de Guaratiba

Apontado pela polícia como um dos homens mais temidos em um grupo de milicianos que age na comunidade Piraquê, em Pedra de Guaratiba, Henrique Ramos Souza da Silva, o Bafo, de 23 anos, foi preso, na tarde de segunda-feira, por agentes da 43ª DP (Guaratiba), quando se preparava para encontrar a namorada no centro de Guaratiba. Contra ele existiam cinco mandados de prisão, todos eles por homicídios em três varas criminais do Fórum da capital.

De acordo com o delegado Antonio Ricardo Nunes, titular da 43ª DP (Guaratiba), o acusado era responsável por cobrar os moradores da comunidade as taxas referentes as extorsões cometidas pela milícia. Era ele também quem ficava de frente, segundo o delegado, na hora das execuções dos desafetos.

- Ele andava armado e era muito temido ma região. Matava quem teimava em não cumprir as regras da milícia - afirmou o delegado.

Em um dos processos, Bafo matou um homem que era informante da polícia. Ele teria conseguido levar armas à milícia que acabaram desaparecendo. Após ter sido visto conversando com policiais militares, a vítima foi morta com diversos tiros. Ele foi responsabilizado pelo desvio das armas.

EXTRA

A terceira vara criminal de Niterói decretou a prisão do tenente-coronel Claudio Luiz Oliveira e de mais cinco PMs

A Justiça decretou a prisão do ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo) tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira, no final da noite desta segunda-feira. O oficial é apontado como mandante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto, quando ainda era comandante do batalhão. Outros cinco policiais, que atuavam no mesmo batalhão sob a tutela de Cláudio Luiz também tiveram mandados expedidos pela 3ª Vara Criminal de Niterói. Os policiais faziam parte do Grupamento de Ações táticas e são acusados de forjar um auto de resistência para acobertar a morte de Diego Belini, então com 18 anos.

A Justiça decretou a prisão após um dos cabos que executaram o crime ter relatado ao juiz Peterson Barroso Simões, que o tenente-coronel era o mandante do crime. O cabo, que estaria ameaçado de morte, resolveu contar tudo e participar de uma antecipação de prova, obtendo o direito à delação premiada (que inclui provável redução de pena). O PM e sua família foram incluídos no programa de proteção à testemunha. O cabo teria dito que usou duas pistolas no crime. A polícia havia informado que a juíza morreu com 21 tiros de pistolas 40 e 45 e de revólver 38.

Após o assassinato de Patrícia Acioli o comanda da Polícia Militar trocou os comandantes de diversos Batalhões. Cláudio Luiz de Oliveira assumiu o comando do 22º BPM (Maré).

Nesta segunda, o juiz Fábio Uchôa, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, decretou as prisões preventivas de sete PMs do 7º BPM (São Gonçalo) acusados de envolvimento num auto de resistência forjado. Dois dos policiais já estão presos no Batalhão Especial Prisional (BEP), pois são suspeitos de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli. São eles: Jovanis Falcão Júnior e Carlos Adílio Maciel dos Santos, o Carlão.

O Globo



domingo, 25 de setembro de 2011

O batalhão prisional (BEP) tem um histórico de safadezas, diz deputada



Quero ver coronel prendendo coronel

Deputada cobra punição para o Ten. Cel. CARLOS EDUARDO RIBEIRO SOUZA responsável pelo presídio na época da festa do ex-PM Carlão.
Após a divulgação da festa dada pelo ex- PM ‘Carlão’ , chefe de uma milícia que estava preso no batalhão prisional da PM (BEP), onde foram exibidas jóias caras, bebidas alcoólicas e mulheres em fotos, a apresentadora e deputada arrasou com a cúpula da PM.
Cidinha Campos esculhambou com o Coronel Mário Sérgio a quem acusou de querer abafar o caso para não punir o Tenente Coronel que comandava o BEP na época da festa, e que comanda hoje, o batalhão de Campanha no Complexo do Alemão.

sábado, 24 de setembro de 2011

Três motos sumiram no BPChoque

Inquérito investiga sumiço de motos em quartel da PM

Duas motos da Polícia Militar sumiram de dentro do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), na Rua Salvador de Sá, no Centro do Rio. Os veículos, descaracterizados, pertencem à frota do Projeto Garupa, implantado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, em maio de 2010, com dinheiro repassado pelo Departamento de Transportes Rodoviários (Detro)
O sumiço foi percebido dois dias após a chegada dos veículos, há menos de um mês. Um inquérito policial militar (IPM) está prestes a ser concluído. Segundo a corporação, três linhas de investigação são analisadas: furto, roubo e erro na conferência dos veículos na hora da entrega. A PM não informou modelo e preço das motos que desapareceram.

Moto de policial também sumiu do Batalhão de Choque

Outra investigação paralela está sendo realizada para apurar o furto da moto de um policial lotado na unidade. O veículo sumiu quando estava parado no estacionamento do batalhão.
As duas investigações estão previstas para serem concluídas ainda na próxima semana, mas podem ter o prazo prorrogado. Imagens captadas por câmeras de segurança estão sendo analisadas. De acordo com a Polícia Militar, no caso do sumiço das viaturas modelo Yamaha XT 660, que estavam descaracterizadas, há três linhas de investigação em andamento: furto, roubo e erro na conferência dos veículos no momento da entrega.

Jornal O Dia

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PRIMEIRO SARGENTO BM VALDELEI DUARTE FAZ DEBATE NA TV ALERJ




Sargento Valdelei completou dia 10 de setembro 30 anos de corporação!

Parabéns!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Polícia Civil bloqueia acesso de agentes a redes sociais

Jornal do Brasil

O diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol-RJ), Francisco Chao de la Torre, afirmou nesta quarta-feira que servidores da Polícia Civil tiveram o acesso a redes sociais, nos computadores da corporação, cortado há cerca de 15 dias. A classe desconfia que os problemas encontrados ao tentar entrar em sites como Facebook, Twitter e Orkut sejam uma manobra para impedir a organização de uma manifestação, realizada especialmente nestes meios, contra as condições de trabalho.

"Não posso provar que a Polícia Civil está restringindo dolosamente o acesso, mas se for uma manobra, é uma manobra inócua, porque todo mundo tem internet em casa hoje", afirmou Torre. De acordo com ele, a manifestação, prevista para o dia 29 de setembro, tido como o Dia do Policial, quer apontar as dificuldades de trabalho encontras pelos agentes.

"No Rio, estamos trabalhando fazendo uma máquina quebrada funcionar. O nosso quadro permanente hoje é de menos 40%", disse. Torre argumenta ainda que diversos plantões em delegacias do Estado acontecem sem a presença de um delegado responsável e que policiais trabalham avaliando as ocorrências.

A Polícia Civil diz que interrompeu o acesso às redes para realizar um recadastramento de senhas e que, quando reestabelecido, foi liberado somente para investigadores, que usam os sites na investigação de casos.

Oficiais da PM são suspeitos de execução de bicheiro em centro espírita

Dois oficiais da Polícia Militar estão sendo investigados pela Polícia Civil por suspeita de participação no assassinato de José Luiz de Barros Lopes, o Zé Personal. Casado com Shanna Garcia e genro do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho, Zé Personal foi morto com tiros de pistola calibre 40, na noite de sexta-feira, ao lado de Josemar Soares de Oliveira.

O crime aconteceu dentro de um centro espírita, próximo ao bairro de Campinho. Os dois oficiais também são alvo de investigações da Corregedoria Geral Unificada (CGU) e da Corregedoria da Polícia Militar.

Segundo a Secretaria de Segurança, a sindicância em curso na CGU, onde Shanna Garcia prestou depoimento acusando os oficiais de invasão a um haras administrado por ela, em Guapimirim, teve origem a partir de uma denúncia. Na ocasião, cabeças de gado teriam desaperecido do local.

Atualmente, o procedimento está, de acordo com a secretaria, na fase de instrução probatória, ou seja, etapa em que são recolhidas as provas. Em nota, a secretaria informou ainda que não são apenas os dois os investigados:

“Há outras pessoas investigadas em fase de identificação”, afirmou a nota, sem afirmar o nome dos policiais.

Não é o primeiro procedimento em que a CGU investiga sobre a dupla. Segundo a Secretaria de Segurança, houve uma apuração anterior com relação a um caso envolvendo o capitão e o tenente. Eles responderam a um Conselho de Justificação, e o caso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça.

Na ativa

A Corregedoria da PM afirmou que os dois oficiais ainda estão na ativa. O órgão, porém, recusou-se a informar em que batalhões da corporação os dois estariam lotados atualmente.


Deputados aprovam anistia a bombeiros do Rio e de mais 12 estados

á aprovada pelo Senado, proposta segue para sanção presidencial.

O Plenário aprovou nesta terça-feira o Projeto de Lei 2042/11, do Senado, que concede anistia aos policiais e bombeiros militares do Rio de Janeiro, de outros 12 estados e do Distrito Federal, punidos por participar de movimentos reivindicatórios. A matéria será enviada à sanção presidencial.

A anistia se refere aos crimes tipificados no Código Penal Militar (Decreto-lei 1.001/69) e não os definidos no Código Penal (Decreto-lei 2.848/40).

Para os policiais e bombeiros militares dos estados de Alagoas, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de Rondônia e de Sergipe, a anistia abrange a participação em movimentos por melhorias de remuneração ocorridos entre 1º de janeiro de 1997 e a data de publicação da futura lei.

No caso do Distrito Federal e dos estados da Bahia, do Ceará, de Mato Grosso, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte, de Roraima, de Santa Catarina e do Tocantins, a anistia se refere ao período de 13 de janeiro de 2010 – data de publicação da Lei 12.191/10 – e a data de publicação da futura lei.

Fim da obstrução
Deputados comemoraram a aprovação da anistia criminal dos bombeiros do Rio de Janeiro e de outros estados. O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) prometeu que o partido vai desistir da obstrução às sessões do Congresso Nacional e permitir as votações desta quinta-feira. “Aprovada a proposta, não haverá nenhuma obstrução nas sessões conjuntas”, disse.

Para o deputado Zoinho (PR -RJ), a obstrução do PR foi fundamental para pressionar pela votação da proposta. “O PR conseguiu obstruir as sessões de maneira inteligente para forçar o consenso e permitir a votação dessa causa justa”, opinou.

Para o deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ), a anistia é apenas uma etapa da luta dos bombeiros cariocas por melhores salários. “A anistia encerra um etapa dos bombeiros, mas não encerra a luta por melhores condições de trabalho”, avaliou.

As deputadas Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltaram o acordo feito entre os líderes que permitiu a votação da proposta em poucos minutos. “É com muita satisfação que fizemos essa votação, com a articulação de todos os partidos”, destacou Benedita.

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) destacou que o seu partido deu “total apoio” à anistia desde o primeiro momento.

Alguns deputados aproveitaram o momento para defender a aprovação do piso nacional de bombeiros e policiais (PECs 300/08 e 446/09) e a melhoria dos salários desses profissionais. “Votaremos certamente a favor dos policiais em relação à PEC 300”, disse o líder do PRB Victor Paulo.

“Em um dos estados mais ricos do País, não pode um policial em início de carreira ganhar mil reais”, criticou Jair Bolsonaro (PP-RJ).

Otavio Leite (PSDB-RJ) destacou que a anistia vai permitir que o debate entre bombeiros e o governo do estado seja mais democrático. “Aqueles bombeiros que se mobilizaram de maneira legítima por conta de uma ausência de diálogo foram levados à radicalização por uma falta de democracia do estado”, disse.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Rio "pacificado" - "Tribunal do Tráfico" tortura e atira em mulheres na Zona Norte .

Veja o vídeo do Jornal da Band
Cenas fortes!

Um PM morto e outro ferido após criminosos atirarem na viatura

O ataque ocorreu quando o soldado e o sargento do 27ª BPM (Santa Cruz) seguiam pela Estrada Reta do Rio Grande e foram surpreendidos por diversos disparos.
O soldado Alex Alves da Silva morreu na hora. O sargento Antônio José Bezerra de Assunção foi levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Ele ficou ferido no braço esquerdo.
Segundo informações da assessoria da Polícia Militar, os agentes foram atingidos por bandidos que roubavam uma empresa e reagiram à aproximação da viatura.

Comandante dos Bombeiros é internado

O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro e secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, está internado no Hospital da Barra D'Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, segundo informou a assessoria da secretaria na noite desta segunda-feira (19).

De acordo com assessoria, após sentir fortes dores na perna esquerda Simões procurou o hospital da corporação, onde foi encaminhado para o Hospital Barra D'Or para passar por exames.

Exames iniciais constataram um pequeno coágulo na panturrilha esquerda e o coronel Sérgio Simões está sendo medicado e deve ficar internado, em repouso, por até 48 horas, ainda segundo a assessoria da secretaria.

O GLOBO

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Beltrame diz que policiais que cometerem excessos serão expulsos da corporação

O secretário de segurança, José Mariano Beltrame disse, nesta segunda-feira, que problemas sempre existirão na segurança do estado, mas lembrou que as autoridades não podem se omitir às denuncias. A declaração foi feita em entrevista ao telejornal Brasil Urgente, da Band.

- As denúncias serão apuradas e se houver excessos praticados por policiais, eles serão punidos. Serão expulsos da corporação. Temos a nítida consciência do que deve ser feito. Não é tarefa fácil. Se alguém disser que vai resolver a questão a curto prazo, estará sendo leviano. É absolutamente necessário que se avance, fazendo os ajustes necessários- afirmou Beltrame, referindo-se aos recentes casos de denúncia de propina recebidas por policiais de UPPs.

O Globo


O corregedor da PM Coronel Ronaldo Menezes, explicou que:

"Quando envolve um oficial, a competência de instauração do processo administrativo é da Secretaria de Segurança e a solução também é da Secretaria de Segurança. A Polícia Militar não toma parte da decisão efetiva, diferentemente no caso dos praças. No caso dos praças, a competência é do comandante geral da PM".
O corregedor disse ainda que "o oficial, por força de lei maior, só pode ser demitido dos quadros das corporações militares se for julgado por tribunal de segunda instância. No caso do Rio, como não existe uma Justiça Militar, um Tribunal de Justiça Militar, todos esses feitos conduzem para o Tribunal de Justiça". JORNAL REDENÇÃO