quarta-feira, 30 de julho de 2014

Policiais revelam insatisfação com as políticas de segurança, segundo pesquisa

 A pesquisa Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública revela que 27,1% dos policiais, entre 21.101 entrevistados, são favoráveis à criação de uma polícia única, de caráter civil. Apenas 14,22% acreditam na manutenção do atual modelo de corporações estaduais, sem alteração da divisão de atribuições entre Polícia Militar (ostensiva) e Civil (judiciária). O estudo foi elaborado pelo Centro de Estudos de Pesquisas Jurídicas da Fundação Getúlio Vargas, pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que realizou nesta quarta e quinta-feira debates durante o 8º Encontro Nacional, em São Paulo.
A cientista social Silvia Ramos, da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, e do FBSP, no entanto, acredita que há várias interpretações em relação à desmilitarização e que a dos policiais, não necessariamente, é a mesma das manifestações que têm ido às ruas com esse objetivo.
Um PM pode ser julgado e punido por um tribunal militar se estiver com a bota mal-lustrada ou barba por fazer. As penas chegam à prisão. Eles também não podem formar e participar de sindicatos para reivindicar melhores salários e outros benefícios trabalhistas. O cenário justificaria a concordância de 53,4% dos entrevistados, incluindo os civis, de que não deve haver julgamentos pela Justiça Militar.
Atualmente, há duas portas de entrada, tanto na PM quanto na Polícia Civil. Soldados, sargentos, tenentes e cabos são praças, enquanto capitães, majores e coronéis são oficiais que entram nas corporações depois de passarem por uma escola militar. As diferenças de patente se refletem em injustiças, segundo relatos dos próprios agentes. “Eles se sentem muito oprimidos por tudo isso”, diz a pesquisadora, que também faz parte do FBSP.
Entre os civis, delegados e inspetores realizam concursos diferentes. Um inspetor com 30 anos de carreira, por exemplo, pode ser comandado por um delegado que nunca esteve nas ruas. “Essa é uma deformação muito grande que acontece no Brasil e não se repete em quase nenhum outro lugar do mundo”, garante Silvia.
Os policiais se mostraram bastante insatisfeitos com a gestão das corporações por entenderem que privilegiam a hierarquia em prejuízo da competência. Segundo 80,1% deles, há muito rigor em questões internas das corporações e pouco rigor em questões que afetam a segurança pública. 58% dos participantes concordam com a afirmação de que essas hierarquias provocam desrespeito e injustiças profissionais no ambiente de trabalho. CORREIO DO BRASIL

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Grupo agride jornalistas na liberação de ativistas presos em Bangu

Um grupo que aguardava, na entrada do complexo de Gericinó, em Bangu, a saída de três ativistas beneficiados por um habeas corpus agrediu profissionais da imprensa que acompanhavam a movimentação no local. De acordo com informações eles tentavam impedir que fossem registradas imagens de Elisa Quadros, a Sininho; a coordenadora do programa de pós-graduação em filosofia da Uerj, Camila Jourdan; e Igor D’Icarahy.
Os três ganharam o benefício do desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal, mandou recolher os mandados de prisão contra os 23 ativistas denunciados por atos de vandalismo durante manifestações. Leia mais

Cinegrafista agredido por manifestantes presta queixa
Um dos profissionais da imprensa agredidos na porta do Presídio de Bangu enquanto aguardavam a saída de manifestantes presos procurou a polícia na sexta-feira (25) para prestar queixa por agressão. O cinegrafista Tiago Ramos foi atacado por um grupo que esperava a libertação dos três denunciados. Ao cair no chão ele torceu o tornozelo. Leia mais

Mulher presta queixa por lesão corporal contra a ativista Sininho
Horas depois de deixar o Complexo Penitenciário de Gericinó, onde ficou presa 12 dias, a ativista Elisa de Quadros Sanzi, a Sininho, voltou a se envolver num caso de polícia. A confusão foi na quinta-feira (24) à noite em um restaurante na Cinelândia, Centro do Rio. A dona de casa Joia Lowenthal Sangenias contou que foi agredida por Sininho logo após cumprimenta-la na porta do estabelecimento. Ela procurou a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) para prestar queixa por lesão corporal e disse ter medo de vingança. Leia mais

Cinegrafista Tiago Ramos é recebido pela Fenaj no Rio de Janeiro.
A Fenaj, Federação Nacional dos Jornalistas se reuniu na tarde de Hoje em um Hotel da Zona Sul do Rio de Janeiro o Cinegrafista Tiago Ramos, Agredido por Manifestantes na Saída de três ativistas dia 24 de julho em Bangu, após a Reunião em Coletiva de Imprensa, o Presidente Celso Schröderl declarou Publicamente sua Solidariedade a Tiago Ramos e se mostrou preocupado com as recentes Agressões e Ameaças a Jornalistas e Profissionais de Imprensa no Rio de Janeiro, Tiago Ramos também declarou sua Preocupação no dia a dia dos Profissionais de Imprensa e se mostrou decepcionado com o Sindicato da Categoria, declarando inclusive que o Sindicato dos Jornalistas do Rio não o representa e acredita que este seja o sentimento da maioria dos profissionais de Imprensa no Momento.

domingo, 27 de julho de 2014

PMs de UPP são presos suspeitos de forjar autos de resistência

 Seis policiais lotados na UPP Coroa/ Fallet/ Fogueteiro foram presos, neste domingo (27), após tiroteio no Morro do Fogueteiro que terminou com a morte de dois homens. Eles são suspeitos de terem forjado autos de resistência.
Os agentes identificados como Adriano Costa Bastos, Raoni Santos Lima, Cesar Rodrigo Pavão Duarte, Antônio Carlos Roberto, Roberto do Nascimento Barreto e Vinicius Castro Nascimento foram encaminhados para o BEP (Unidade Prisional da Polícia Militar). As armas dos policiais foram recolhidas.  
De acordo com a nota da assessoria das UPPs, policiais foram recebidos a tiros por criminosos armados na localidade conhecida como Zigue-zague, no Morro Fogueteiro. Houve confronto e Vitor Luiz Rodrigues, de 38 anos, morreu no local. Pouco depois, os militares teriam recebido a informação de que Rafael de Souza Zebinato, de 23 anos, tinha sido levado por moradores ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, mas não resistiu aos ferimentos.
Já familiares de Rafael de Souza afirmam que ele não tinha qualquer envolvimento com o tráfico. Segundo moradores, os jovens teriam sido abordados por dois PMS da UPP e mortos sem motivo. Fonte: R7

sexta-feira, 25 de julho de 2014

CABOS E SOLDADOS NÃO ERAM CIDADÃOS: NÃO VOTAVAM E NÃO PODIAM VOTAR

PAULO RAMOS, depois de muita luta, tendo sido perseguido, punido e excluído do serviço ativo  da PMERJ, no posto de Major, foi eleito a deputado federal constituinte, com apoio dos militares estaduais (PMs e BMs) que votavam ( de sargento para cima) e dos familiares dos que não votavam.
Na constituinte, PAULO RAMOS lutou  para que cabos e soldados pudessem votar e ser  candidatos. A Constituição  de 5 de outubro de 1988, conferiu aos cabos e soldados a tão almejada cidadania.
De 1988 em diante, vários cabos e soldados têm sido eleitos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, sendo que já cabos e soldados sonhando ser candidatos ao senado, ao governo do estado e até a presidência da república. 
Hoje quando caminhamos para mais uma eleição é o nosso dever homenagear O DEPUTADO  PAULO RAMOS  como sendo  um dos grandes libertadores dos CABOS E SOLDADOS.


terça-feira, 15 de julho de 2014

Candidatos ao governo do Rio de Janeiro e suas propostas


GAROTINHO: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-anthony-garotinho-para-governo-do-rio-13257030

CRIVELA: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-marcelo-crivella-para-governo-do-rio-13258055

PEZÃO: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-luiz-fernando-pezao-para-governo-do-rio-13257731

LINDBERHG: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-lindbergh-farias-para-governo-do-rio-13258009

TARCÍSIO MOTTA : http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-tarcisio-motta-para-governo-do-rio-13258134

PM abre investigação para apurar violência de policiais em protesto no Rio

O Comando da Polícia Militar determinou a abertura de inquérito para apurar atos de violência cometidos por policiais durante a manifestação de ontem (13) na Tijuca, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com nota divulgada pela PM, vídeos de cinegrafistas amadores mostram atos a violência policial.
Além de abrir o inquérito policial-militar (IPM), o comando repudiou os excessos cometidos por seus subordinados que acompanhavam o protesto. Um dos vídeos, feitos pelo Jornal Nova Democracia, (assista o vídeo) mostra um policial militar chutando o rosto de um jornalista, que já estava caído no chão. Ele é observado por outros policiais que nada fazem para impedir a ação.
O Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro divulgou nota no fim da noite de ontem informando que 15 jornalistas foram agredidos por policiais ou se feriram com armas não letais desses agentes. Manifestantes também se feriram.
A PM diz que todas denúncias e imagens relativas ao excesso na ação de policiais militares estão sendo encaminhadas à corregedoria da corporação para ajudar nas investigações. Cidadãos podem fazer denúncias à Ouvidoria da Polícia pelo telefone 3399-1199. AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

 
A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.
“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”
Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.
Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.
As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Mapa da Violência. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. No ano passado, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.
 CARTA CAPITAL

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Deputada Janira Rocha rebate acusações levianas do Jornal Extra

Matéria publicada no dia 09/07/2014 com o título "Pelo menos 44 deputados estaduais do Rio ficaram mais ricos durante o atual mandato" acusa Janira de ser a deputada que "mais enriqueceu",desde 2010 na Alerj. Janira tem apenas uma casa financiada em 20 anos pela Caixa Econômica Federal e um carro que ainda está pagando em 36 parcelas. Não vai funcionar essa tentativa covarde de calúnia contra quem luta ao lado do povo.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Se os governos anteriores tivessem feito o seu “dever de casa”, o funcionalismo público estaria muito mais valorizado.

Todos os que nos leem são sabedores de que somos críticos de muitas ações e decisões tomadas pelos governantes, enxergando em muitos deles pessoas despreparadas e oportunistas.
O Governador Fernando Pezão, ao contrário do seu antecessor vem demonstrando, ao que parece, que pretende “fazer política" com base na palavra empenhada e não em promessas de campanha.
Criticamos quando é devido, mas reconhecemos que a fala proferida pelo governador em sua entrevista foi extremamente coerente com outras declarações que foram feitas em reuniões com o SINDPOL-RJ.
Há muito que melhorar e certamente, em razão de interferências externas e espúrias, nos causaram espécie algumas modificações no que fora inicialmente negociado. Porém é inegável que conseguimos um avanço importante com a incorporação da Gratificação de Delegacia Legal aos nossos vencimentos, porque esta impactará também para os aposentados e pensionistas e o SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, ao contrários de outros pseudo-representantes da categoria, não demanda melhorias apenas para os servidores da ativa.
Há muito que melhorar e, como disse o Governador, precisamos tentar reduzir as parcelas e fazer a reposição das perdas inflacionárias que certamente incorrerão sobre a citada incorporação, mas é inegável que avançamos um pouco mais na valorização da categoria Policial Civil. E, como bem lembrou o Governador, se os governos anteriores de Garotinho, Benedita e Rosinha tivessem feito o seu “dever de casa”, o funcionalismo público estaria muito mais valorizado.
Mas ainda há tempo e nós, POLICIAIS CIVIS, vamos continuar a fazer o nosso melhor pela SEGURANÇA de nosso estado, prendendo os criminosos violentos e também os fraudadores e estelionatários que tanto prejuízo causam aos cofres públicos.
Nossos agradecimentos ao SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, na pessoa de seu Presidente Inspetor Francisco Cháo de La Torre e de sua competente diretoria, bem como ao Governador Fernando Pezão a quem agradecemos, juntamente com o Chefe de Polícia, Dr. Fernando Veloso, que esteve ao nosso lado nessa caminhada.
Vida que segue…
Seguimos na luta com FORÇA e HONRA, porque isso ninguém nunca conseguirá nos tirar. (GRUPO PCERJ )


segunda-feira, 30 de junho de 2014

LANÇAMENTO DA PRÉ CANDIDATURA DO DACIOLO A DEPUTADO FEDERAL


Aguardamos a todos os amigos, bombeiros e policiais militares, para estarmos juntos no próximo passo rumo a nossa DIGNIDADE. 
Aguardo todos lá. Juntos Somos Fortes!!!


Dia 6 de julho às 14hs -  Estrada Capitão Pedro Afonso, 590- Vargem Grande

domingo, 29 de junho de 2014

Manifestação na Tijuca termina com quinze presos

 A Polícia Militar divulgou neste domingo (29), uma nota sobre as prisões e apreensões feitas na noite de sábado durante um protesto na Tijuca. Os manifestantes protestavam contra a Copa do Mundo, a violência nas UPPs e a prisão dos manifestantes Caio, Fábio e Rafael. Representantes dos índios da Aldeia Maracanã - que não aceitaram a proposta do Minha Casa, Minha Vida - e dos garis que não estão satisfeitos com as negociações com o governo, também se juntaram ao grupo.
O protesto, de acordo com a nota, reuniu 300 manifestantes. O grupo se concentrou na Praça Saens Peña, na Tijuca, e de lá seguiu em passeata em direção ao Maracanã. A PM montou barreiras para impedir o acesso ao estádio. Ainda na Tijuca, o grupo entrou em confronto com policiais, que usaram spray de pimenta. 
Segundo a PM, vinte rojões com pregos e 178 ouriços foram apreendidos por policiais do Serviço Reservado do 6º BPM (Tijuca) e quinze pessoas foram detidas por desacato e agressão. Na nota, a PM afirma que "os manifestantes jogaram bombas caseiras nos policiais do Batalhão de Grandes Eventos". As ocorrências foram encaminhadas para a 17ª e 19ª DPs. JORNAL DO BRASIL 

Delegado diz que 30% dos bandidos presos por crimes de homicídio em Niterói são do Rio

 Delegado Wellington Vieira: favela de Itaboraí virou “entreposto” da droga que vai para a Região dos Lagos
Cerca de 30% de um total de 116 presos por homicídio em Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, nos seis primeiros meses deste ano, são bandidos do Rio. A informação é do delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Wellington Vieira, e, segundo ele, confirma o envolvimento de traficantes da capital em crimes cometidos na região. O policial, porém, não usa o termo migração de bandidos.
— Não encaro isso como migração, mas como uma mobilidade dos bandidos, que atravessam a Ponte Rio-Niterói, e cometem crimes. Alguns ficam na cidade; outros voltam para o Rio — afirma o Vieira, que desde janeiro comanda a nova DH, instalada no Centro.

70% SÃO EGRESSOS DO SISTEMA PENAL
Vieira ressalta que os presos são autores ou coautores de homicídios e que a maioria dos crimes está ligada ao tráfico de drogas. O delegado conta também que 70% dos detidos são egressos do sistema penitenciário.
Um dos inquéritos conduzidos pelo delegado revela que o traficante Marcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, mesmo preso em Catanduvas (PR), controla a venda de drogas no Complexo do Alemão, foi um dos mandantes do assassinato do sargento da PM Joilson da Silva Gomes, de 40 anos, na Estrada Velha de Maricá. O crime ocorreu em fevereiro, e a vítima levou mais de 50 tiros, horas depois de participar de uma incursão que acabou com um baile funk realizado por bandidos do Morro do Caramujo, na Zona Norte. A comunidade, considerada pela polícia como a de maior poderio bélico do tráfico em Niterói, também está sob o domínio de Marcinho VP.
— Identificamos a participação de bandidos do Complexo do Alemão e do Caramujo na execução do policial militar. A ordem partiu do Marcinho VP, que é o “dono” do morro. Ele determinou a execução não só do Joilson, mas do irmão deste, o PM Jonas, que comandou a operação, mas saiu ileso. A ordem recebida pelo grupo que representa a liderança da facção que comanda o Complexo do Alemão e por bandidos de Niterói, como Luiz Claudio Gomes, o Pão com Ovo, que comanda o tráfico de drogas nas favelas Vila Ipiranga e Nova Brasília, e Rodrigo da Silva Rodrigues, o Tinenem, que cumpre ordens de Marcinho, e é o chefe do tráfico do Caramujo — explicou o delegado.
A Delegacia de Homicídios — que desde que foi reformulada em janeiro, conta com 150 policiais civis e dez delegados; antes funcionava na Rua São João com um delegado e 20 agentes —investiga ainda o envolvimento do traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, — que está preso e é chefe do tráfico em 11 favelas do Complexo da Maré — em homicídios cometidos em Niterói. Menor P tem ligação com um bandido da comunidade conhecido como Pimpolho, acusado de ter assassinado um traficante, em maio. A morte aconteceu durante uma guerra pela venda de drogas no morro, que levou à tortura duas mulheres e colocou em lados opostos traficantes de drogas ligados a Wallace Torres, o Anão (chefe do tráfico, mas preso em março do ano passado), e ao Menor P.
O delegado aponta ainda o envolvimento de traficantes do Rio com a favela da Reta Velha, em Itaboraí, controlada pela mesma facção que comanda o Complexo do Alemão. Vieira afirma que a comunidade se tornou uma espécie entreposto para a distribuição de drogas na Região dos Lagos e tem um faturamento estimado em cerca de R$ 2 milhões mensais.
— Essa droga vem do Rio para Itaboraí, para depois ser distribuída em cidades como Cabo Frio e Búzios — afirma Vieira.

'PERCENTUAL É SIGNIFICATIVO'
Para Paulo Storani, ex-capitão do Bope e antropólogo da UFF, o índice de 30% de bandidos do Rio presos em Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, é significativo e confirma uma tendência de migração dos criminosos de áreas pacificadas do Rio.
— Esse número tem significado em qualquer dado estatístico. Desde que começou a pacificação, eu já alertava para essa possibilidade de migração do crime. Muitos dos bandidos que agiam na Zona Sul do Rio, cometiam crimes em áreas próximas e retornavam para suas favelas de origem. Então, após a chegada das UPPs, eles passaram a sair para regiões atrativas. E Niterói é uma delas. É uma cidade com economia forte, população com alto poder aquisitivo e um efetivo policial em queda ao longos dos últimos anos, no 12º BPM (Niterói) — avalia o oficial. O GLOBO

O bacanal dos partidos

 Nas eleições, prevalecerão as "coligações orgiásticas". Nelas, ninguém é de ninguém. Se não houver reforma, a orgia aumentará

Os arranjos partidários para as eleições deste ano atingiram um novo paradigma de promiscuidade alarmante até mesmo para o sumaríssimo padrão de coerência programática dos partidos brasileiros. Nas coligações para as eleições presidenciais, prevaleceu a regra das feiras de escambo. O valor do apoio de um partido é medido pelo tempo de televisão que ele pode acrescentar
à propaganda do candidato. Pouco importa se as lideranças nos Estados se engajarão na campanha. Nos palanques regionais, todo mundo ficou livre para se aliar com quem lhe for mais conveniente. Prevaleceu uma ordem: "liberou geral", como naquelas animadas festas em que ninguém é de ninguém.
Essa bizarrice estimulou a reprodução de "coligações orgiásticas", na feliz metáfora cunhada pelo deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ). Um dos fundadores do Rede, grupo da ex-senadora Marina Silva, aliado do PSB para apoiar a candidatura presidencial do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, Sirkis se revoltou com a coligação feita por seu partido na eleição do Rio de Janeiro. Oposição ao governo Dilma, o PSB se aliou ao PT na eleição fluminense e apoiará a candidatura do senador Lindbergh Farias ao governo estadual, em troca do apoio dos petistas à candidatura ao Senado do ex-jogador Romário.
 
Os concorrentes de Lindbergh não ficaram atrás na elasticidade de suas alianças. Aliado de Dilma, o atual governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), deu sua chancela ao movimento "Aezão" e abrirá seu palanque também para o candidato presidencial do PSDB, Aécio Neves. Na eleição estadual, PSDB, PPS e DEM apoiarão Pezão. Em troca, obtiveram o apoio dos peemedebistas à candidatura do ex-prefeito César Maia (DEM) ao Senado. "É um bacanal", disse o prefeito Eduardo Paes (PMDB), contrariado com a aliança com Maia, seu ex-padrinho político. "É natural, ele saiu do meu útero", respondeu Maia. 
 

Atirador de elite pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa

No dia 12 de junho, o mundo dirigiu os olhos ao Itaquerão, em São Paulo. Enquanto todos prestavam atenção nas falhas da cerimônia de abertura, no gol contra de Marcelo e no desempenho do Brasil contra a Croácia, acontecia nos bastidores uma cena digna de filme de ação.
Durante o segundo tempo da partida, um atirador de elite do Grupo Especial de Regate (GER) da Polícia Civil, que fazia a segurança do evento avistou um homem armado muito próximo à tribuna onde a presidente Dilma Rousseff e outros chefes de Estado, além de autoridades da Fifa, assistiam ao jogo de abertura do Mundial. O homem vestia uniforme do Grupo de Ações Táticas (Gate) da Polícia Militar e estava numa área de acesso não permitido. O atirador pediu então autorização para disparar contra o sujeito armado. O pedido foi negado. Se não o fosse, mais de 3 bilhões de espectadores do mundo inteiro assisitiriam à cena.
As informações divulgadas pela Folha foram confirmadas pela Secretaria da Segurança Pública (SSP). O episódio, que causou tensão entre os responsáveis pelo esquema de segurança da Copa do Mundo, foi comentado na manhã desta sexta-feira (27) pelo ministro dos Esportes, Aldo Rebelo. "Esse tipo de episódio não é de dar opinião. A segurança esclareceu que um atirador de elite flagrou, em área proibida, a presença de alguém portando arma e um colete de grupo de elite da Polícia Militar", afirmou, a jornalistas. "Como a área dava acesso às autoridades presentes, o atirador da Polícia Civil pediu  autorização para alvejar o suspeito. Essa autorização foi submetida a quem tem a atribuição de conceder, e ela foi negada, para averiguação. Identificou-se que quem estava na área era um policial militar, que foi retirado de lá posteriormente", afirmou o ministro.
De acordo com a Folha, inicialmente, na sala de comando da operação de segurança, a Polícia Militar havia negado que alguém do Gate fora designado a ficar naquela área. Porém, seguindo a averiguaçãom o homem de uniforme foi reconhecido com sendo, sim, um membro do grupo especial da PM, que fora até ali para apura uma suspeita de bomba – que não se confirmou.
Os policiais civis do GER foram autorizados pelo Exército a se posicionar em um ponto no alto do estádio para monitorar a movimentação. Enquanto isso, cerca de 15 militares do Gate faziam patrulha no interior do estádio. Caso esclarecido: os próprios policiais se confundiram.
Com a divulgação do episódio, o secretário da Segurança Pública do Estado, Fernando Grella Vieira, pediu às duas polícias relatórios sobre o caso. REVISTA ÉPOCA

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Alerj aprova incorporação de gratificação para policiais civis, militares e bombeiros


A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (26/07), em discussão única, durante sessão extraordinária, três projetos de lei de autoria do Poder Executivo que preveem incorporações e reajustes para os servidores das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, inspetores de segurança e administração penitenciária do Estado do Rio. Todas as propostas foram negociadas durante reunião do Colégio de Líderes.

O projeto de lei 3.055/14 incorpora a gratificação de R$ 850, antes destinada somente aos policiais lotados nas Delegacias Legais, ao salário de todos os servidores da corporação. Ele será escalonado ao longo de cinco anos - o texto original falava em sete parcelas. As negociações também permitiram a incorporação da gratificação de encargos operacionais (GEOP) pelos delegados e a garantia de que as gratificações recebidas através de decisão judicial serão absorvidas dentro da incorporação prevista pela lei.

No caso das negociações referentes a policiais militares e bombeiros, o projeto de lei 3.056/14 incorporou gratificação de R$ 350 a todas categorias de ambas as corporações, também a serem pagos em cinco anos. Já o projeto de lei 3.057/14 concedeu reajuste de 15%, ao longo de cinco parcelas, para inspetores de segurança e administração penitenciária. Foi aprovado ainda que maio será o mês da data-base para a concessão de reajustes da categoria.

Delegado chefe do combate ao crime da PF é encontrado morto com um tiro


O delegado Eduardo Javorski Lima foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, na noite desta quinta-feira (26) dentro da Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul, na Vila Sobrinho, em Campo Grande.
Como ele tinha problemas de depressão e fazia tratamento psicológico, a suspeita é de suicídio. O corpo do delegado foi encontrado em seu gabinete no 3º andar do prédio pela equipe de plantão da Superintendência da PF.
Lima foi encontrado com um tiro na cabeça e atendido por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que constatou o óbito.
Eduardo Jarwoski Lima foi nomeado delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Superintendência da PF em MS no dia 20 de março do ano passado pelo Ministério da Justiça.
A Polícia Civil e uma equipe da perícia já estão no local para apurar as circunstâncias do crime. 
A PF deverá divulgar uma nota sobre o suposto suicídio ainda na noite desta quinta-feira.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

PEZÃO APRESENTA PROPOSTA DE AUMENTO PARA POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES

PROJETO DE LEI3056/2014

            EMENTA:
            MAJORA OS SOLDOS DO QUADRO PERMANENTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DO QUADRO PERMANENTE DO CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DETERMINA A ABSORÇÃO DAS GRATIFICAÇÕES QUE MENCIONA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Autor(es): PODER EXECUTIVO

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:

    Art. 1º - Ficam majorados, a partir do mês de Janeiro de 2015, de acordo com as tabelas constantes do Anexo Único, os soldos dos militares integrantes do Quadro Permanente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – PMERJ, Lei nº 443, de 01 de julho de 1981 e dos servidores públicos integrantes do Quadro Permanente do Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Rio de Janeiro – CBMERJ, Lei nº 880 de 25 de julho de 1985.
    Art. 2º - A partir da majoração a que se refere o artigo 1º, ficam absorvidas e extintas: I - A Gratificação Temporária por Participação no POEPP (Programa de Capacitação em Operações Policiais Militares de Ocupação Estratégica Temporária e Polícia de Proximidade) concedida aos policiais militares integrantes do Quadro Permanente da PMERJ, criada pelo Decreto 42.047, de 24 de setembro de 2009. II - A gratificação por Participação em Programa de Capacitação concedida aos Bombeiros Militares integrantes do Quadro Permanente do CBMERJ, pelo Decreto 43.141, de 16 de agosto de 2011. § 1º - A absorção e extinção a que se refere o caput deste artigo abrangem também as gratificações cujo pagamento tenha sido determinado por decisões judiciais, que serão absorvidas pela majoração do soldo. § 2º - O valor remanescente correspondente à extinção e incorporação de que trata o inciso I do deste artigo será pago sob a forma de Resíduo – Gratificação Temporária por Participação no POEPP até que seja completamente absorvido por majorações do soldo. §3º O valor remanescente correspondente à extinção e incorporação de que trata o inciso II do deste artigo será pago sob a forma de Resíduo – Participação de Capacitação até que seja completamente absorvido por majorações do soldo.
    Art. 3º- Estende-se o disposto na presente Lei, observado o disposto no art. 40, e respectivos parágrafos, da Constituição da República, bem como nas Emendas Constitucionais n° 41, de 19 de dezembro de 2003, e n° 47, de 05 de julho de 2005: I - aos servidores públicos inativos integrantes das categorias funcionais referidas por esta Lei; e II - aos pensionistas de servidores públicos integrantes das categorias funcionais referidas por esta Lei.
    Art. 4º - As despesas resultantes da aplicação desta Lei serão atendidas por dotações próprias consignadas no orçamento do Estado do Rio de Janeiro.
    Art. 5º- Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.

Vigência - Janeiro/2015
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.003,41
TEN CORONEL
900
0554
1.803,07
MAJOR
810
0562
1.622,76
CAPITÃO
729
0570
1.460,48
1º TENENTE
656
0588
1.314,24
2º TENENTE
590
0596
1.182,01
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.063,81
SUB-TENENTE
531
0612
1.063,81
1º SARGENTO
488
0620
977,66
2º SARGENTO
443
0638
887,51
3º SARGENTO
403
0646
807,38
CABO
349
0653
699,19
SOLDADO A/B/C
303
0661
607,03
SD ALUNO
250
0703
500,85
ALUNO ESFO
349
0695
699,19



Vigência - Janeiro/2016
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.124,84
TEN CORONEL
900
0554
1.912,35
MAJOR
810
0562
1.721,11
CAPITÃO
729
0570
1.549,00
1º TENENTE
656
0588
1.393,89
2º TENENTE
590
0596
1.253,66
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.128,29
SUB-TENENTE
531
0612
1.128,29
1º SARGENTO
488
0620
1.036,91
2º SARGENTO
443
0638
941,31
3º SARGENTO
403
0646
856,31
CABO
349
0653
741,57
SOLDADO A/B/C
303
0661
643,83
SD ALUNO
250
0703
531,20
ALUNO ESFO
349
0695
741,57



Vigência - Janeiro/2017
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.246,27
TEN CORONEL
900
0554
2.021,64
MAJOR
810
0562
1.819,47
CAPITÃO
729
0570
1.637,52
1º TENENTE
656
0588
1.473,55
2º TENENTE
590
0596
1.325,30
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.192,77
SUB-TENENTE
531
0612
1.192,77
1º SARGENTO
488
0620
1.096,17
2º SARGENTO
443
0638
995,10
3º SARGENTO
403
0646
905,25
CABO
349
0653
783,95
SOLDADO A/B/C
303
0661
680,62
SD ALUNO
250
0703
561,56
ALUNO ESFO
349
0695
783,95




Vigência - Janeiro/2018
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.367,69
TEN CORONEL
900
0554
2.130,92
MAJOR
810
0562
1.917,83
CAPITÃO
729
0570
1.726,05
1º TENENTE
656
0588
1.553,21
2º TENENTE
590
0596
1.396,94
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.257,24
SUB-TENENTE
531
0612
1.257,24
1º SARGENTO
488
0620
1.155,43
2º SARGENTO
443
0638
1.048,89
3º SARGENTO
403
0646
954,18
CABO
349
0653
826,32
SOLDADO A/B/C
303
0661
717,41
SD ALUNO
250
0703
591,92
ALUNO ESFO
349
0695
826,32



Vigência - Janeiro/2019
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.489,12
TEN CORONEL
900
0554
2.240,21
MAJOR
810
0562
2.016,19
CAPITÃO
729
0570
1.814,57
1º TENENTE
656
0588
1.632,87
2º TENENTE
590
0596
1.468,58
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.321,72
SUB-TENENTE
531
0612
1.321,72
1º SARGENTO
488
0620
1.214,69
2º SARGENTO
443
0638
1.102,68
3º SARGENTO
403
0646
1.003,12
CABO
349
0653
868,70
SOLDADO A/B/C
303
0661
754,20
SD ALUNO
250
0703
622,28
ALUNO ESFO
349
0695
868,70

Vigência - Janeiro/2020
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.610,55
TEN CORONEL
900
0554
2.349,49
MAJOR
810
0562
2.114,54
CAPITÃO
729
0570
1.903,09
1º TENENTE
656
0588
1.712,52
2º TENENTE
590
0596
1.540,23
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.386,20
SUB-TENENTE
531
0612
1.386,20
1º SARGENTO
488
0620
1.273,94
2º SARGENTO
443
0638
1.156,48
3º SARGENTO
403
0646
1.052,05
CABO
349
0653
911,08
SOLDADO A/B/C
303
0661
791,00
SD ALUNO
250
0703
652,63
ALUNO ESFO
349
0695
911,08

Vigência - Janeiro/2021
Cargo
Escalonamento
Níveis
Soldo
CORONEL
1.000
0547
2.731,98
TEN CORONEL
900
0554
2.458,78
MAJOR
810
0562
2.212,90
CAPITÃO
729
0570
1.991,61
1º TENENTE
656
0588
1.792,18
2º TENENTE
590
0596
1.611,87
ASPIRANTE OF.
531
0604
1.450,68
SUB-TENENTE
531
0612
1.450,68
1º SARGENTO
488
0620
1.333,20
2º SARGENTO
443
0638
1.210,27
3º SARGENTO
403
0646
1.100,99
CABO
349
0653
953,46
SOLDADO A/B/C
303
0661
827,79
SD ALUNO
250
0703
682,99
ALUNO ESFO
349
0695
953,46

Sendo assim, o impacto orçamentário está calculado nos seguintes valores, incluindo servidores ativos e inativos:

PMERJ
IMPACTO
ATIVOS
INATIVOS
TOTAL
IMPACTO 2015
772.340.588,51
245.012.193,66
1.017.352.782,17
IMPACTO 2016
857.932.062,51
335.999.019,59
1.193.931.082,10
IMPACTO 2017
943.403.856,61
426.255.695,23
1.369.659.551,84
IMPACTO 2018
1.029.369.641,06
516.059.582,63
1.545.429.223,69
IMPACTO 2019
1.117.237.944,91
605.402.705,59
1.722.640.650,50
IMPACTO 2020
1.207.337.694,39
694.197.785,59
1.901.535.479,98
IMPACTO 2021
1.302.098.266,00
769.647.372,20
2.071.745.638,19

CBMERJ
IMPACTO
ATIVO
INATIVO
TOTAL
IMPACTO 2015
77.433.761,16
35.239.271,04
112.673.032,20
IMPACTO 2016
154.504.838,06
69.519.044,58
224.023.882,64
IMPACTO 2017
231.405.714,75
102.847.675,22
334.253.389,96
IMPACTO 2018
308.288.831,43
135.724.984,89
444.013.816,32
IMPACTO 2019
385.810.370,47
168.344.940,70
554.155.311,17
IMPACTO 2020
464.412.503,02
200.728.147,23
665.140.650,26
IMPACTO 2021
545.602.046,59
229.523.216,74
775.125.263,32


JUSTIFICATIVA

MENSAGEM 40 /2014 Rio de Janeiro, 18 de junho de 2014

EXCELENTÍSSIMOS SENHORES PRESIDENTE E DEMAIS MEMBROS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Tenho a honra de submeter à deliberação de Vossas Excelências o incluso projeto de lei que “MAJORA OS SOLDOS DO QUADRO PERMANENTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DO QUADRO PERMANENTE DO CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DETERMINA A ABSORÇÃO DAS GRATIFICAÇÕES QUE MENCIONA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.”
O Projeto de Lei versa sobre a concessão de reajuste sobre os soldos dos militares integrantes do Quadro Permanente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – PMERJ, Lei nº 443, de 01 de julho de 1981 e dos servidores públicos integrantes do Quadro Permanente do Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Rio de Janeiro – CBMERJ, Lei nº 880 de 25 de julho de 1985.
A proposta prevê o parcelamento do reajuste em 7 parcelas anuais, iniciando o pagamento da primeira parcela em janeiro de 2015.
O objetivo principal do Projeto em questão é a valorização dos servidores da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiro Militar, que tem como função institucional a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, conforme previsto no § 5º do art. 144 da Constituição Federal.
Desta forma, o presente projeto acarretará uma remuneração mais atraente para os concorrentes em futuros concursos e ao mesmo tempo aos dos já servidores, valorizando e motivando-os a tornar a Instituição mais eficiente.
Assim, na firme convicção de, mais uma vez, poder confiar no apoio desse egrégio Poder Legislativo no acolhimento da iniciativa, solicito seja atribuído ao processo legislativo o regime de urgência previsto no art. 114 da Constituição do Estado e reitero a Vossa Excelência e aos digníssimos Membros dessa nobre Assembleia Legislativa os protestos de elevada estima e distinta consideração.

Luiz Fernando de Souza Governador