terça-feira, 15 de julho de 2014

Candidatos ao governo do Rio de Janeiro e suas propostas


GAROTINHO: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-anthony-garotinho-para-governo-do-rio-13257030

CRIVELA: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-marcelo-crivella-para-governo-do-rio-13258055

PEZÃO: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-luiz-fernando-pezao-para-governo-do-rio-13257731

LINDBERHG: http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-lindbergh-farias-para-governo-do-rio-13258009

TARCÍSIO MOTTA : http://oglobo.globo.com/brasil/conheca-as-propostas-de-tarcisio-motta-para-governo-do-rio-13258134

PM abre investigação para apurar violência de policiais em protesto no Rio

O Comando da Polícia Militar determinou a abertura de inquérito para apurar atos de violência cometidos por policiais durante a manifestação de ontem (13) na Tijuca, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com nota divulgada pela PM, vídeos de cinegrafistas amadores mostram atos a violência policial.
Além de abrir o inquérito policial-militar (IPM), o comando repudiou os excessos cometidos por seus subordinados que acompanhavam o protesto. Um dos vídeos, feitos pelo Jornal Nova Democracia, (assista o vídeo) mostra um policial militar chutando o rosto de um jornalista, que já estava caído no chão. Ele é observado por outros policiais que nada fazem para impedir a ação.
O Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro divulgou nota no fim da noite de ontem informando que 15 jornalistas foram agredidos por policiais ou se feriram com armas não letais desses agentes. Manifestantes também se feriram.
A PM diz que todas denúncias e imagens relativas ao excesso na ação de policiais militares estão sendo encaminhadas à corregedoria da corporação para ajudar nas investigações. Cidadãos podem fazer denúncias à Ouvidoria da Polícia pelo telefone 3399-1199. AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

 
A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.
“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”
Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.
Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.
As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Mapa da Violência. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. No ano passado, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.
 CARTA CAPITAL

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Deputada Janira Rocha rebate acusações levianas do Jornal Extra

Matéria publicada no dia 09/07/2014 com o título "Pelo menos 44 deputados estaduais do Rio ficaram mais ricos durante o atual mandato" acusa Janira de ser a deputada que "mais enriqueceu",desde 2010 na Alerj. Janira tem apenas uma casa financiada em 20 anos pela Caixa Econômica Federal e um carro que ainda está pagando em 36 parcelas. Não vai funcionar essa tentativa covarde de calúnia contra quem luta ao lado do povo.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Se os governos anteriores tivessem feito o seu “dever de casa”, o funcionalismo público estaria muito mais valorizado.

Todos os que nos leem são sabedores de que somos críticos de muitas ações e decisões tomadas pelos governantes, enxergando em muitos deles pessoas despreparadas e oportunistas.
O Governador Fernando Pezão, ao contrário do seu antecessor vem demonstrando, ao que parece, que pretende “fazer política" com base na palavra empenhada e não em promessas de campanha.
Criticamos quando é devido, mas reconhecemos que a fala proferida pelo governador em sua entrevista foi extremamente coerente com outras declarações que foram feitas em reuniões com o SINDPOL-RJ.
Há muito que melhorar e certamente, em razão de interferências externas e espúrias, nos causaram espécie algumas modificações no que fora inicialmente negociado. Porém é inegável que conseguimos um avanço importante com a incorporação da Gratificação de Delegacia Legal aos nossos vencimentos, porque esta impactará também para os aposentados e pensionistas e o SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, ao contrários de outros pseudo-representantes da categoria, não demanda melhorias apenas para os servidores da ativa.
Há muito que melhorar e, como disse o Governador, precisamos tentar reduzir as parcelas e fazer a reposição das perdas inflacionárias que certamente incorrerão sobre a citada incorporação, mas é inegável que avançamos um pouco mais na valorização da categoria Policial Civil. E, como bem lembrou o Governador, se os governos anteriores de Garotinho, Benedita e Rosinha tivessem feito o seu “dever de casa”, o funcionalismo público estaria muito mais valorizado.
Mas ainda há tempo e nós, POLICIAIS CIVIS, vamos continuar a fazer o nosso melhor pela SEGURANÇA de nosso estado, prendendo os criminosos violentos e também os fraudadores e estelionatários que tanto prejuízo causam aos cofres públicos.
Nossos agradecimentos ao SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, na pessoa de seu Presidente Inspetor Francisco Cháo de La Torre e de sua competente diretoria, bem como ao Governador Fernando Pezão a quem agradecemos, juntamente com o Chefe de Polícia, Dr. Fernando Veloso, que esteve ao nosso lado nessa caminhada.
Vida que segue…
Seguimos na luta com FORÇA e HONRA, porque isso ninguém nunca conseguirá nos tirar. (GRUPO PCERJ )


segunda-feira, 30 de junho de 2014

LANÇAMENTO DA PRÉ CANDIDATURA DO DACIOLO A DEPUTADO FEDERAL


Aguardamos a todos os amigos, bombeiros e policiais militares, para estarmos juntos no próximo passo rumo a nossa DIGNIDADE. 
Aguardo todos lá. Juntos Somos Fortes!!!


Dia 6 de julho às 14hs -  Estrada Capitão Pedro Afonso, 590- Vargem Grande

domingo, 29 de junho de 2014

Manifestação na Tijuca termina com quinze presos

 A Polícia Militar divulgou neste domingo (29), uma nota sobre as prisões e apreensões feitas na noite de sábado durante um protesto na Tijuca. Os manifestantes protestavam contra a Copa do Mundo, a violência nas UPPs e a prisão dos manifestantes Caio, Fábio e Rafael. Representantes dos índios da Aldeia Maracanã - que não aceitaram a proposta do Minha Casa, Minha Vida - e dos garis que não estão satisfeitos com as negociações com o governo, também se juntaram ao grupo.
O protesto, de acordo com a nota, reuniu 300 manifestantes. O grupo se concentrou na Praça Saens Peña, na Tijuca, e de lá seguiu em passeata em direção ao Maracanã. A PM montou barreiras para impedir o acesso ao estádio. Ainda na Tijuca, o grupo entrou em confronto com policiais, que usaram spray de pimenta. 
Segundo a PM, vinte rojões com pregos e 178 ouriços foram apreendidos por policiais do Serviço Reservado do 6º BPM (Tijuca) e quinze pessoas foram detidas por desacato e agressão. Na nota, a PM afirma que "os manifestantes jogaram bombas caseiras nos policiais do Batalhão de Grandes Eventos". As ocorrências foram encaminhadas para a 17ª e 19ª DPs. JORNAL DO BRASIL 

Delegado diz que 30% dos bandidos presos por crimes de homicídio em Niterói são do Rio

 Delegado Wellington Vieira: favela de Itaboraí virou “entreposto” da droga que vai para a Região dos Lagos
Cerca de 30% de um total de 116 presos por homicídio em Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, nos seis primeiros meses deste ano, são bandidos do Rio. A informação é do delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Wellington Vieira, e, segundo ele, confirma o envolvimento de traficantes da capital em crimes cometidos na região. O policial, porém, não usa o termo migração de bandidos.
— Não encaro isso como migração, mas como uma mobilidade dos bandidos, que atravessam a Ponte Rio-Niterói, e cometem crimes. Alguns ficam na cidade; outros voltam para o Rio — afirma o Vieira, que desde janeiro comanda a nova DH, instalada no Centro.

70% SÃO EGRESSOS DO SISTEMA PENAL
Vieira ressalta que os presos são autores ou coautores de homicídios e que a maioria dos crimes está ligada ao tráfico de drogas. O delegado conta também que 70% dos detidos são egressos do sistema penitenciário.
Um dos inquéritos conduzidos pelo delegado revela que o traficante Marcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, mesmo preso em Catanduvas (PR), controla a venda de drogas no Complexo do Alemão, foi um dos mandantes do assassinato do sargento da PM Joilson da Silva Gomes, de 40 anos, na Estrada Velha de Maricá. O crime ocorreu em fevereiro, e a vítima levou mais de 50 tiros, horas depois de participar de uma incursão que acabou com um baile funk realizado por bandidos do Morro do Caramujo, na Zona Norte. A comunidade, considerada pela polícia como a de maior poderio bélico do tráfico em Niterói, também está sob o domínio de Marcinho VP.
— Identificamos a participação de bandidos do Complexo do Alemão e do Caramujo na execução do policial militar. A ordem partiu do Marcinho VP, que é o “dono” do morro. Ele determinou a execução não só do Joilson, mas do irmão deste, o PM Jonas, que comandou a operação, mas saiu ileso. A ordem recebida pelo grupo que representa a liderança da facção que comanda o Complexo do Alemão e por bandidos de Niterói, como Luiz Claudio Gomes, o Pão com Ovo, que comanda o tráfico de drogas nas favelas Vila Ipiranga e Nova Brasília, e Rodrigo da Silva Rodrigues, o Tinenem, que cumpre ordens de Marcinho, e é o chefe do tráfico do Caramujo — explicou o delegado.
A Delegacia de Homicídios — que desde que foi reformulada em janeiro, conta com 150 policiais civis e dez delegados; antes funcionava na Rua São João com um delegado e 20 agentes —investiga ainda o envolvimento do traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, — que está preso e é chefe do tráfico em 11 favelas do Complexo da Maré — em homicídios cometidos em Niterói. Menor P tem ligação com um bandido da comunidade conhecido como Pimpolho, acusado de ter assassinado um traficante, em maio. A morte aconteceu durante uma guerra pela venda de drogas no morro, que levou à tortura duas mulheres e colocou em lados opostos traficantes de drogas ligados a Wallace Torres, o Anão (chefe do tráfico, mas preso em março do ano passado), e ao Menor P.
O delegado aponta ainda o envolvimento de traficantes do Rio com a favela da Reta Velha, em Itaboraí, controlada pela mesma facção que comanda o Complexo do Alemão. Vieira afirma que a comunidade se tornou uma espécie entreposto para a distribuição de drogas na Região dos Lagos e tem um faturamento estimado em cerca de R$ 2 milhões mensais.
— Essa droga vem do Rio para Itaboraí, para depois ser distribuída em cidades como Cabo Frio e Búzios — afirma Vieira.

'PERCENTUAL É SIGNIFICATIVO'
Para Paulo Storani, ex-capitão do Bope e antropólogo da UFF, o índice de 30% de bandidos do Rio presos em Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, é significativo e confirma uma tendência de migração dos criminosos de áreas pacificadas do Rio.
— Esse número tem significado em qualquer dado estatístico. Desde que começou a pacificação, eu já alertava para essa possibilidade de migração do crime. Muitos dos bandidos que agiam na Zona Sul do Rio, cometiam crimes em áreas próximas e retornavam para suas favelas de origem. Então, após a chegada das UPPs, eles passaram a sair para regiões atrativas. E Niterói é uma delas. É uma cidade com economia forte, população com alto poder aquisitivo e um efetivo policial em queda ao longos dos últimos anos, no 12º BPM (Niterói) — avalia o oficial. O GLOBO

O bacanal dos partidos

 Nas eleições, prevalecerão as "coligações orgiásticas". Nelas, ninguém é de ninguém. Se não houver reforma, a orgia aumentará

Os arranjos partidários para as eleições deste ano atingiram um novo paradigma de promiscuidade alarmante até mesmo para o sumaríssimo padrão de coerência programática dos partidos brasileiros. Nas coligações para as eleições presidenciais, prevaleceu a regra das feiras de escambo. O valor do apoio de um partido é medido pelo tempo de televisão que ele pode acrescentar
à propaganda do candidato. Pouco importa se as lideranças nos Estados se engajarão na campanha. Nos palanques regionais, todo mundo ficou livre para se aliar com quem lhe for mais conveniente. Prevaleceu uma ordem: "liberou geral", como naquelas animadas festas em que ninguém é de ninguém.
Essa bizarrice estimulou a reprodução de "coligações orgiásticas", na feliz metáfora cunhada pelo deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ). Um dos fundadores do Rede, grupo da ex-senadora Marina Silva, aliado do PSB para apoiar a candidatura presidencial do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, Sirkis se revoltou com a coligação feita por seu partido na eleição do Rio de Janeiro. Oposição ao governo Dilma, o PSB se aliou ao PT na eleição fluminense e apoiará a candidatura do senador Lindbergh Farias ao governo estadual, em troca do apoio dos petistas à candidatura ao Senado do ex-jogador Romário.
 
Os concorrentes de Lindbergh não ficaram atrás na elasticidade de suas alianças. Aliado de Dilma, o atual governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), deu sua chancela ao movimento "Aezão" e abrirá seu palanque também para o candidato presidencial do PSDB, Aécio Neves. Na eleição estadual, PSDB, PPS e DEM apoiarão Pezão. Em troca, obtiveram o apoio dos peemedebistas à candidatura do ex-prefeito César Maia (DEM) ao Senado. "É um bacanal", disse o prefeito Eduardo Paes (PMDB), contrariado com a aliança com Maia, seu ex-padrinho político. "É natural, ele saiu do meu útero", respondeu Maia. 
 

Atirador de elite pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa

No dia 12 de junho, o mundo dirigiu os olhos ao Itaquerão, em São Paulo. Enquanto todos prestavam atenção nas falhas da cerimônia de abertura, no gol contra de Marcelo e no desempenho do Brasil contra a Croácia, acontecia nos bastidores uma cena digna de filme de ação.
Durante o segundo tempo da partida, um atirador de elite do Grupo Especial de Regate (GER) da Polícia Civil, que fazia a segurança do evento avistou um homem armado muito próximo à tribuna onde a presidente Dilma Rousseff e outros chefes de Estado, além de autoridades da Fifa, assistiam ao jogo de abertura do Mundial. O homem vestia uniforme do Grupo de Ações Táticas (Gate) da Polícia Militar e estava numa área de acesso não permitido. O atirador pediu então autorização para disparar contra o sujeito armado. O pedido foi negado. Se não o fosse, mais de 3 bilhões de espectadores do mundo inteiro assisitiriam à cena.
As informações divulgadas pela Folha foram confirmadas pela Secretaria da Segurança Pública (SSP). O episódio, que causou tensão entre os responsáveis pelo esquema de segurança da Copa do Mundo, foi comentado na manhã desta sexta-feira (27) pelo ministro dos Esportes, Aldo Rebelo. "Esse tipo de episódio não é de dar opinião. A segurança esclareceu que um atirador de elite flagrou, em área proibida, a presença de alguém portando arma e um colete de grupo de elite da Polícia Militar", afirmou, a jornalistas. "Como a área dava acesso às autoridades presentes, o atirador da Polícia Civil pediu  autorização para alvejar o suspeito. Essa autorização foi submetida a quem tem a atribuição de conceder, e ela foi negada, para averiguação. Identificou-se que quem estava na área era um policial militar, que foi retirado de lá posteriormente", afirmou o ministro.
De acordo com a Folha, inicialmente, na sala de comando da operação de segurança, a Polícia Militar havia negado que alguém do Gate fora designado a ficar naquela área. Porém, seguindo a averiguaçãom o homem de uniforme foi reconhecido com sendo, sim, um membro do grupo especial da PM, que fora até ali para apura uma suspeita de bomba – que não se confirmou.
Os policiais civis do GER foram autorizados pelo Exército a se posicionar em um ponto no alto do estádio para monitorar a movimentação. Enquanto isso, cerca de 15 militares do Gate faziam patrulha no interior do estádio. Caso esclarecido: os próprios policiais se confundiram.
Com a divulgação do episódio, o secretário da Segurança Pública do Estado, Fernando Grella Vieira, pediu às duas polícias relatórios sobre o caso. REVISTA ÉPOCA

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Alerj aprova incorporação de gratificação para policiais civis, militares e bombeiros


A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (26/07), em discussão única, durante sessão extraordinária, três projetos de lei de autoria do Poder Executivo que preveem incorporações e reajustes para os servidores das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, inspetores de segurança e administração penitenciária do Estado do Rio. Todas as propostas foram negociadas durante reunião do Colégio de Líderes.

O projeto de lei 3.055/14 incorpora a gratificação de R$ 850, antes destinada somente aos policiais lotados nas Delegacias Legais, ao salário de todos os servidores da corporação. Ele será escalonado ao longo de cinco anos - o texto original falava em sete parcelas. As negociações também permitiram a incorporação da gratificação de encargos operacionais (GEOP) pelos delegados e a garantia de que as gratificações recebidas através de decisão judicial serão absorvidas dentro da incorporação prevista pela lei.

No caso das negociações referentes a policiais militares e bombeiros, o projeto de lei 3.056/14 incorporou gratificação de R$ 350 a todas categorias de ambas as corporações, também a serem pagos em cinco anos. Já o projeto de lei 3.057/14 concedeu reajuste de 15%, ao longo de cinco parcelas, para inspetores de segurança e administração penitenciária. Foi aprovado ainda que maio será o mês da data-base para a concessão de reajustes da categoria.

Delegado chefe do combate ao crime da PF é encontrado morto com um tiro


O delegado Eduardo Javorski Lima foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, na noite desta quinta-feira (26) dentro da Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul, na Vila Sobrinho, em Campo Grande.
Como ele tinha problemas de depressão e fazia tratamento psicológico, a suspeita é de suicídio. O corpo do delegado foi encontrado em seu gabinete no 3º andar do prédio pela equipe de plantão da Superintendência da PF.
Lima foi encontrado com um tiro na cabeça e atendido por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que constatou o óbito.
Eduardo Jarwoski Lima foi nomeado delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Superintendência da PF em MS no dia 20 de março do ano passado pelo Ministério da Justiça.
A Polícia Civil e uma equipe da perícia já estão no local para apurar as circunstâncias do crime. 
A PF deverá divulgar uma nota sobre o suposto suicídio ainda na noite desta quinta-feira.