sexta-feira, 5 de junho de 2009

DESAFIANDO O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

AFASTADO, COMANDANTE DO BATALHÃO CONTINUA NO CARGO
http://coturnocarioca.blogspot.com/2009/06/cupula-da-pm-e-uma-acao-entre-amigos.html

5 comentários:

Anônimo disse...

E O CEL DAVI QUE NINGÉM MAS FALOU SOBRE O AUXÍLO MORADIA. ELE TEM QUE DEVOLVER O DINHEIRO AOS COFRES PÚBLICOS.

ferreirão disse...

ISSO NÃO VAI DAR EM NADA! ELES ESTÃO ACIMA DAS LEIS E MANDAM MAIS QUE UM JUIZ. VERGONHA

Anônimo disse...

deixe o beltrame comandar a policia militar.cel beltrame.

Anônimo disse...

É lamentável isso tudo que está acontecendo na POLÍCIA MILITAR, me parece que os oficiais querem se perpetuarem no poder.
Temos tido péssimos exemplos pelos batalhões mostrando que este tipo de ditadura "velada" só traz prejuízos ao povo. Precisamos sim de um novo modelo de polícia comprometido com toda corporação
e não apenas com oficiais.
A Democracia pré supõe alternância no poder e isto nos não podemos perder jamais sob o risco de vermos voltar a ditadura.

Anônimo disse...

O número de homicídios no Rio de Janeiro no primeiro trimestre deste ano foi 8% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados hoje (5) pelo Instituto de Segurança Pública do estado, entre janeiro e março deste ano, ocorreram 1.695 assassinatos contra 1.570 no ano passado.

Assim como aconteceu com os homicídios, o número de latrocínios, ou seja, de roubos seguidos de morte, também teve aumento no primeiro trimestre: 62 vítimas neste ano, contra 53 no ano passado. Também apresentaram aumento roubo de veículos e roubo a transeuntes.

Por outro lado, a polícia do Rio de Janeiro foi menos letal neste ano, já que o número de autos de resistência, ou seja, de mortes em confrontos com a polícia, no primeiro trimestre, foi 24% menor do que no mesmo período do ano passado. Foram 272 mortes entre janeiro e março de 2009, contra 378 nos três primeiros meses do ano passado.

A polícia também fez mais prisões, passando de 3.518 detenções em 2008 para 4.253, neste ano, e mais apreensões, passando de 2.422 ocorrências em 2008 para 2.846, em 2009.

Agência Brasil