quarta-feira, 31 de agosto de 2011

DEPUTADO PAULO RAMOS - minha solidariedade aos bombeiros militares, que retornam às escadarias desta Casa

Quero manifestar, primeiro, minha solidariedade aos bombeiros militares, que retornam às escadarias desta Casa, inconformados com o tratamento a eles dispensado por S.Exa. o Governador depois de tanto esforço, de tanta mobilização, de tanto sacrifício e de tantas manifestações de reconhecimento por parte da população. A reivindicação era simples: um piso de R$ 2 mil – aliás, um piso modesto –, não sendo acolhida a política de gratificações de abonos, abonos que não contemplam os inativos, que não contemplam todos igualmente, abonos que são perdidos quando da entrada de férias ou em casos de doença ou acidente. Uma gratificação que podemos adjetivar de precária.

Os bombeiros não se deixaram seduzir, não se deixaram dividir e aí estão de volta. Eles foram acusados de tudo diretamente pelo Governador Sérgio Cabral, que depois, em sendo pilhado em falcatrua do conhecimento da população depois de uma tragédia, acuado, recuou; seduziu sua base de sustentação nesta Casa para subscrever o Projeto da anistia administrativa; reconsiderou termos usados em relação aos bombeiros e beneficiou alguns com gratificações. Os bombeiros estão de volta e, com toda certeza, vão receber as mesmas manifestações de apoio.

Paulo Ramos

SEGUNDO O BLOG DO RICARDO GAMA, O RESULTADO DO DNA DO SUSPOSTO CORPO DO MENINO JUAN JÁ SAIU


terça-feira, 30 de agosto de 2011

NEM ACREDITEI, MAS A REPORTAGEM ABAIXO É DO GLOBO!!!

Servidores do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, das áreas da saúde estadual e da educação federal se reuniram na tarde desta terça-feira na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na Rua Primeiro de Março, no Centro, em um movimento integrado para reivindicar melhores salários e melhores condições de trabalho. O grupo critica a concessão de gratificações em vez de aumentos salariais, pois estas são perdidas após a aposentadoria.

Em um carro de som, o cabo Benevenuto Daciolo, dos Bombeiros, está pedindo uma maior participação da PM que, de acordo com ele, ainda tem presença tímida nesta terça-feira. Até o momento, a manifestação é pacífica e há presença de agentes do 5º BPM no local. Um deles estimou em 350 pessoas o número de manifestantes na escadaria e no entorno da Alerj.

Os manifestantes estão usando uma gravação de áudio atribuída ao governador Sérgio Cabral, que seria da época da campanha em 2007, em que ele diz que os servidores devem ser valorizados e que a folha de pagamento do Estado não é alta.

O GLOBO



RIO PACIFICADO - aumenta o registro de assassinatos em áreas com UPPs

Dois corpos foram encontrados na madrugada de ontem no Morro da Casa Branca, na Tijuca, onde funciona desde maio do ano passado uma UPP. Com os dois homicídios, sobe para nove o total de mortes em favelas pacificadas, apenas nos últimos três meses.

"Comandante de Polícia Pacificadora, o coronel Robson Rodrigues da Silva afirmou que nem todos os casos registrados este ano tem a ver com o narcotráfico. Segundo ele, alguns dos homicídios são crimes passionais".

JORNAL EXTRA

domingo, 28 de agosto de 2011

RIO PACIFICADO - tráfico voltou ao Complexo do Alemão


POLÍCIA MILITAR do Rio afirma que tráfico voltou ao Complexo do Alemão

A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro afirma que ao menos um chefe do tráfico de drogas dos complexos do Alemão e da Penha voltou às comunidades da zona norte da cidade, apesar das ocupações do Exército.

Conforme a PM, Paulo Roberto de Souza Paz, o Mica, tem andado livremente pelas favelas, ameaçado moradores, frequentado festas e coordenado a venda de drogas. O Exército diz não ter conhecimento disso.

Conforme o major Marcus Vinícius Bouças, "os traficantes não passariam pelas nossas blitze". A presença de Mica no complexo, porém, é confirmada por policiais. Em 21 de julho, um caminhão de cerveja foi roubado em um dos acessos à favela Parque Arará, em Bonsucesso, e os PMs afirmam que a carga foi usada no aniversário de Fabiano Atanázio, o FB, que contou com a presença de Mica. Para o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, enquanto existir consumidor, haverá tráfico.

Folha de S. Paulo.


A POLÍCIA VIROU UMA FÁBRICA DE FORMAR NOVOS RECRUTAS

A pressa de formar policiais ainda que totalmente despreparados, certamente tem uma boa explicação política. É no minimo uma inrresponsabilidade do governo que esta tentando mostrar que a segurança publica será resolvida com quantidade. Precisamos de uma polícia bem preparada e não inchada!!!

FONTE:NOTÍCIAS TERRA

A Polícia Militar vai ganhar um reforço e tanto. Até o fim do ano que vem, 12 mil novos soldados vão integrar os quadros da corporação para ampliar o patrulhamento nos pontos críticos do Estado. Os novatos são oriundos do último concurso, que teve o número recorde de mais de 70 mil inscritos. Para alcançar o índice de contratações, a PM vai formar cerca de 500 recrutas por mês, totalizando sete mil policiais a mais até dezembro. O efetivo atual é de quase 40 mil.

Os novos militares serão distribuídos tanto nas Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) quanto nos batalhões de áreas. O planejamento da divisão ainda não foi concluído, mas um estudo preliminar feito pela corporação indica que áreas com grandes índices de criminalidade, como as zonas Norte e Oeste, devem ser contempladas com o reforço em suas tropas.

Uma verdadeira força-tarefa atua no levantamento de informações e testes dos recrutas: cerca de 250 policiais dão apoio à pesquisa social, exames médicos e psicológicos. O curso de formação tem duração de seis meses e, desde 2010, teve ampliada a grade curricular com sete novas disciplinas, entre elas, direitos humanos.

Um dado curioso levantado entre os recrutas é que, dos sete mil formados até o fim de 2011, mil são mulheres. A grande procura pelas vagas femininas na corporação já havia chamado a atenção da cúpula da PM, que empregou boa parte das 'fems', como elas são chamadas no jargão militar, nas UPPs. A unidade do Morro de São Carlos foi a que recebeu o maior contingente da 'tropa de batom': 53 mulheres.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

PM troca comando de 23 batalhões, entre eles o de São Gonçalo

O comando da Polícia Militar anuncia até amanhã a mudança no comando de 23 batalhões da unidade. A modificação, de acordo com fontes da PM, faz parte da rotina da corporação. Entre as trocas feitas pelo comando geral, está a do comandante do 7º BPM (Alcântara). Para essa unidade, vai o atual comandante do 14º BPM (Bangu), tenente coronel Djalma Beltrami. Para o 12º BPM (Niterói) vai o coronel Mendes, que era comandante do batalhão de Mesquita. O tenente-coronel Paulo Henrique de Moraes deixa o comando do batalhão de Niterói para assumir a unidade de Mesquita.

Confira a lista dos novos comandantes:

2º Batalhão - Coronel José da Silva Macedo Junior

6º Batalhão - Coronel José Artur Samaha de carvalho

7º Batalhão - Coronel Djalma José Beltrami Teixeira

12º Batalhão - Coronel Sergio Luiz Mendes Afonso

14º Batalhão - Coronel Antônio Henrique de oliveira

15º Batalhão - Tenente Coronel Marcelo Moreira Malheiros

16º Batalhão - Tenente Coronel Gláucio Moreira da Silva

17º Batalhão - Coronel Wolney Dias Ferreira

19º Batalhão - Tenente Coronel Cláudio Costa de Oliveira

20º Batalhão - Tenente Coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes

21º Batalhão - Tenente Coronel Claudia de Melo Louvain

22º Batalhão - Tenente Coronel Cláudio Luiz silva de Oliveira

27º Batalhão - Álvaro Sérgio Alves Moura

31º Batalhão - Tenente Coronel Luiz Otávio Lopes da Rocha Lima

34º Batalhão - Tenente Coronel Célia Gonçalves Rodrigues

35º Batalhão - Coronel Danilo Nascimento da Silva

39º Batalhão - Tenente Coronel Antônio Marcos NetoBPTUR - Tenente Coronel Aziza Cunha RamalhoDAS - Tenente Coronel Bernadete Campbel.Regimento - Coronel Cristiano Luiz Gaspar

CQPS - Coronel João silvestre de Araújo Silvestre

UP - Tenente Coronel Ricardo Arlen de Gouveia Matos

7º CPA/EM - Coronel César Augusto Tanner de Lima Alves

O GLOBO

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PMs são afastados em Niterói com base em decisão de juíza assassinada

Cinco policiais militares lotados no 12º BPM (Niterói), na Região Metropolitana do Rio, foram afastados do patrulhamento de rua, com base em decisão da juíza Patrícia Acioli, assassinada há 14 dias. Segundo informações do comandante da unidade, coronel Paulo Henrique de Moraes, a 7ª Vara Criminal de São Gonçalo encaminhou a decisão para a Corregedoria da PM ontem. Assim, os policiais estão fazendo apenas serviços administrativos.

Apesar de não conhecer o teor das investigações nas quais seus PMs são réus, ele indica que pelo que leu da decisão, a acusação parece ser de homicídio.

"Não diz explicitamente no documento que a investigação dos cinco PMs é por homicídio, mas me parece que seja", disse o comandante, na manhã desta quinta-feira.

A juíza determinou o afastamento dos policiais por causa de irregularidades cometidas pelos agentes quando eles ainda trabalhavam no Batalhão de São Gonçalo, município vizinho.

Apesar de ver com bons olhos a decisão da Justiça, o comandante queixa-se da redução de seu efetivo nas ruas.

"Eu tinha 890 homens para policiar Niterói e Maricá. Agora tenho cinco a menos. Afastar os PMs para investigar com cautela é muito importante, mas diminuir o número de homens nas ruas não é", opinou o coronel que está há oito meses à frente da tropa niteroiense.

JB

Novos soldados da UPP não têm farda nem salário





LEIA: Sem fardas, policiais têm a formatura adiada pela PM

LEIA
: Alunos do Cfap ficam dois meses sem ajuda de custo de R$ 711

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Tenente-coronel da PM acusado de ser mandante de um assassinato

A juíza Patrícia Acioli, tinha pela frente a missão de julgar um tenente-coronel da PM acusado de ser mandante de um assassinato. A magistrada chegou a decretar a prisão do oficial em dezembro de 2010, mas ela determinou a libertação dele em março passado. O tenente-coronel, que integrou a cúpula da corporação, teria sido baleado numa emboscada em 2009.

JORNAL EXTRA

BOMBEIROS DIA 30 NAS ESCADARIAS DA ALERJ

Curso particular de tiro pertence a um coronel que comanda uma importante unidade da PM. Será?


Falta de preparo dos novos policiais militares do Rio

LinkJá repararam que nada funciona no governo Cabral, em nenhuma área? Acontecem as coisas mais inacreditáveis. Eu denunciei aqui no blog, que Cabral e Beltrame reduziram o tempo de treinamento dos novos policiais. Na época de Rosinha a formação durava 9 meses, e depois havia o estágio em um batalhão, antes de serem incorporados. Agora, os recrutas da PM se formam em apenas 6 meses e o estágio foi abolido. Isso foi o que eu mostrei, mas a situação é muito pior do que eu pensava.

O jornal Extra mostra que como não há munição para os futuros policiais treinarem, instrutores da PM orientam os jovens a se matricular num curso particular de tiro, que, aliás, as inscrições são feitas dentro do próprio CEFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças). O aluno tem que pagar R$ 450 para treinar tiro e apenas por 3 dias. Quem autoriza isso, é o comandante, coronel Mário Sérgio?

Para piorar, a PM do Rio, na contramão de todas as polícias do mundo, acabou com a avaliação psicológica, trocando-a por exame psicotécnico semelhante ao do DETRAN. O resumo é assustador: os novos policiais vão para a rua sem o mínimo de treinamento, sem nenhum estágio e sem avaliação psicológica. Não estão preparados nem para defender a própria vida, quanto a mais a da população.


Em tempo: Acabo de receber uma informação de que esse curso particular de tiro pertence a um coronel que comanda uma importante unidade da PM. Será?

BLOG DO GAROTINHO


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

PM proíbe membros da CPI das Armas de fiscalizar depósito em Niterói

A CPI das Armas foi impedida de entrar no depósito central de armamento da Polícia Militar, em Niterói. Já no depósito da Polícia Civil, a visita comprovou a precariedade das instalações onde há 150 mil armas acauteladas.

O pedido de visita ao depósito da PM em Niterói não foi aleatório: a comissão apurou um caso de um servidor da unidade que fornecia armas e munições para grupos criminosos. O comando da unidade alegou que a inspeção só seria possível com autorização prévia do comandante-geral, coronel Mário Sérgio. O presidente da CPI, Marcelo Freixo, reclama que hovue cerceamento do trabalho legislativo, já que não seria necessário esse tipo de autorização prévia a parlamentares.


Policial de UPP é assassinado na Zona Oeste do Rio

O soldado PM Sílvio Miranda Coutinho Robledo de 26 anos, que atuava na Unidade de Polícia Pacificadora do Andaraí, foi encontrado morto dentro de um carro na manhã desta segunda-feira em Campo Grande. Ele foi assassinado com um tiro na cabeça

O soldado estava na PM há dois anos.

sábado, 20 de agosto de 2011

Policial civil entra no Complexo da Maré por engano e acaba morto por bandidos

Depois de entrarem, por engano, na Favela Boa Esperança, localizada no Complexo da Maré, um policial civil morreu e outro ficou ferido. Walter Cardoso chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Os policiais Evandro e Walter seguiam para o Centro pela Linha Vermelha, mas acabaram errando o caminho e entraram dentro da comunidade. Eles foram abordados por homens armados e houve intensa troca de tiros. Os dois policiais foram atingidos.

Evandro, que estava dirigindo o carro, foi baleado duas vezes em uma das pernas. mesmo ferido, ele conseguiu dirigir até o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Operado para a retirada das balas, ele está fora de risco.

Segundo informações da polícia, Evandro e Walter seguiam pela Linha Amarela e decidiram passar pela Linha Vermelha para evitar um engarrafamento na Avenida Brasil. Os bandidos teriam tentado roubar o carro em que estavam os policiais, quando os mesmos reagiram.

Domingo - Pelotão SOS Bombeiros na Meia Maratona

Senhores, o SOS Bombeiros tem um pelotão de 70 corredores inscritos na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que acontece neste domingo, dia 21. Para os corredores inscritos, o ponto de encontro é em São Conrado (altura do Posto 13), concentração para a corrida às 7h para organização do pelotão e entrega de camisas. A largada será às 8h. Lembramos que a retirada dos kits da corrida com o chip é individual e só será realizada nos dias 18, 19 e 20 (não haverá retirada no dia da corrida!!!). Para os demais do SOS Bombeiros, a concentração é no ARCO DE CHEGADA, no Aterro do Flamengo, onde receberemos o pelotão. É FUNDAMENTAL TODOS ESTAREM DE CAMISETAS VERMELHAS PARA MOSTRARMOS NOSSA PRESENÇA, COM FAIXAS E BANDEIRAS, distribuindo fitas vermelhas. www.sosbombeiros.com.br

NENHUM PASSO DAREMOS ATRÁS!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SEIS PESSOAS PRESAS NA FAVELA DANON EM NOVA IGUAÇU, INCLUSIVE UMA TESTEMUNHA DO CASO JUAN

Depois de quase dois meses da operação na favela Danon, em Nova Iguaçu, na qual o menino Juan de Moraes foi morto, ontem, pela primeira vez, policiais do 20º BOPM (Mesquita) entraram na comunidade em ação contra tráfico de drogas no local. Seis pessoas foram presas, entre elas o chefe do tráfico Edson José Diniz da Silva, conhecido como Ed, e cinco menores apreendidos.

Eles foram flagrados numa casa com 349 trouxinhas de maconha, 424 papelores de cocaína, 25 pedras de crack, material para endolação, uma pistola, um radiotransmissor, R$ 250 e um pé de maconha. A polícia chegou ao grupo depois de receber denúncias de tráfico de drogas na comunidade. Segundo a PM, os acusados passaram a madrugada de ontem embalando drogas e dormiam quando foram encontrados. Não houve reação.

Segundo Delmir Gouvea, delegado da 56ª DP (Comendador Soares), onde o caso foi registrado, os presos responderão por tráfico de drogas e associação ao tráfico, e os menores serão citados em fato análogo. Ed foi autuado ainda por porte de arma de fogo.


OBS: Entre os presos está uma mulher de 21 anos que prestou depoimento sobre o CASO JUAN

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cabral publica decreto no Diário Oficial concedendo gratificação de R$ 1 mil para policiais militares do Batalhão de Choque

O governador Sérgio Cabral publica decreto no Diário Oficial desta segunda-feira concedendo gratificação de R$ 1 mil para policiais militares do Batalhão de Choque. De acordo com o texto, há a necessidade de valorização desses PMs, dada a especificidade, complexidade, dinamismo e versatilidade do seu trabalho. A lotação máxima estabelecida para o batalhão é de 1.196 homens.


GRATIFICAÇÃO NÃO É SALÁRIO!

Delegado que agrediu cadeirante vai prestar serviços comunitários

O delegado da Polícia Civil Damasio Marino, que agrediu um cadeirante em uma discussão em São José dos Campos (São Paulo), em janeiro, foi condenado nesta terça-feira a uma pena de três meses de detenção, em regime aberto, por lesão corporal. O juiz Carlos Gutemberg de Santis Cunha, da 4ª Vara Criminal de São José dos Campos, converteu a pena em prestação de serviços comunitários.

Damasio poderá recorrer em liberdade. A defesa do delegado não atendeu às ligações da reportagem.

O juiz decidiu absolver Damasio dos crimes de injúria e ameaça. O magistrado também considerou que não houve abuso de poder, como havia afirmado a Promotoria. Com isso, foi descartado tirar o cargo do delegado.

A agressão ocorreu após o delegado estacionar na vaga reservada a pessoas com deficiência, levando o advogado cadeirante Anatole Morandini a tirar satisfações. Um exame mostrou lesão por objeto contundente na cabeça do cadeirante.

Em depoimento no fim de junho, Marino negou ter dado coronhadas em Morandini, como diz a vítima. O advogado do delegado disse que só deu 'dois tapas' em reação a uma cusparada do cadeirante e que o ferimento pode ter ocorrido devido a um anel que Marino usa.

Após pedir transferência, Marino trabalha atualmente em uma delegacia de Presidente Venceslau (611 km de São Paulo), no oeste paulista.


Funkeiro provoca a polícia no YouTube e acaba preso

TAUBATÉ SÃO PAULO - Com duas armas nas mãos, Rafael Leo de Moura, 24, gravou um vídeo e postou no youtube, no qual provoca a polícia. Nas imagens, gravadas na casa do MC Atentado, Moura chega a beijar uma das armas. Antes de iniciar a divulgação do funk, ele diz que está "preparado para a guerra" e afirma: "pode vir policinha".

Já em um trecho da música, Moura canta: "É o Osama bin Laden chamando pra guerra. É porque é Deus no Céu. E PPC manda na Terra".

No vídeo, dizendo-se preparado para a guerra, ele expõe armas de fogo e desafia a polícia paulista a vir pegá-lo.

Não deu outra. Não durou uma semana após a publicação do vídeo e o "artista" teve sua carreira interrompida para passar um tempo atrás das grades, Flagrado pela Polícia Militar com papelotes de crack, Moura responderá por incitação ao crime e tráfico de drogas.



Tráfico da Nova Brasília tem prejuízo de R$ 50 mil, R$ 30 mil só em armas 4.5

Seis homens foram presos nesta segunda-feira e grande quantidade de drogas e armamento foram apreendidas numa operação da PM que contou com cães farejadores na favela Nova Brasília, na Engenhoca, zona norte de Niterói. A polícia chegou ao local após receber denúncia sobre a chegada de um carregamento de 100 quilos de cocaína enviada de uma favela do Rio.

Segundo a polícia, dois dos suspeitos seriam traficantes oriundos do Morro do Catumbi e outros dois da Chatuba, no Rio, sendo um deles foragido da Justiça. Junto com os supostos traficantes havia um menor de 15 anos.

Os policiais cercaram os quatro acessos à comunidade e com a ajuda de dois cães farejadores, o labrador Scott e a pastora belga Luna - que estreou nas operações da PM, não demoraram a encontrar o entorpecente, espalhado por diferentes pontos do morro.

Balanço - A ação teve início por volta das 10 horas e terminou cinco horas depois, com apreensão de 2.100 sacolés de cocaína, 117 trouxinhas de maconha, 116 pedras de crack, 300 gramas de uma mistura de pó branco, além de quatro pistolas, uma delas com mira a laser e duas granadas, uma delas com alto poder de destruição, podendo lançar estilhaços a até 30 metros.

Também foram apreendidas 30 munições intactas de fuzil 762 e dois carregadores completos para as pistolas.

Mira a laser - O prejuízo para o tráfico local foi estimado em mais de R$ 50 mil, sendo R$ 20 mil em drogas e R$ 30 mil em material bélico. Um dos agentes que participaram da operação na comunidade contou que a pistola com mira a laser tem alto valor no mercado negro, visto que a arma possui carregador alongado e, consequentemente, grande capacidade de tiro, funcionando como uma mini metralhadora capaz de realizar 30 tiros de uma só vez.

Ainda segundo o policial militar, os rádios transmissores apreendidos durante a operação na favela eram de modelos que não permitiam que a polícia captasse com facilidade a frequência em que se comunicavam. O caso foi registrado na 78ª DP (Fonseca).

Bombeiro é executado em lava a jato

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Rio pacificado do Cabral - Pms atacados, Pms apedrejados e Bombeiro assassinado

1- Policiais da UPP do São Carlos são atacados a tiros

Cerca de 15 bandidos fortemente armados atacaram a tiros três policiais da Unidade de Polícia Pacificadora do Morro do São Carlos, no Estácio. O ataque ocorreu por volta das 3h40 desta madrugada. Não houve feridos.

Os criminosos ocupavam uma posição estratégica no morro, segundo um morador. Os tiros partiram da localidade da Bica, onde fica a sede da Associação de Moradores. Ainda de acordo com a testemunha, os policiais faziam o patrulhamento na Rua Major Freitas, quando os criminosos atiraram.

O PMs revidaram e houve violenta troca de tiros. Cerca de cinco viaturas do Batalhão de Choque chegaram ao morro para ajudar os policiais da UPP.

O ataque pode ter sido uma represália à prisão do traficante Rodrigo, conhecido como RD. Ele foi detido com drogas na favela.


2- Três PMs ficam feridos após tumulto em baile no Morro do Turano

Um tumulto generalizado deixou três policiais feridos e 13 pessoas detidas no Morro do Turano, no Rio Comprido, no fim da noite deste domingo. Os policiais foram até a quadra no alto da comunidade, na localidade conhecida como Raia, por volta das 23h30, para acabar com um baile.

Os moradores reagiram e agrediram os PMs com pedras, pedaços de pau, latas de bebidas e coquetel molotov. O Batalhão de Choque foi chamado para auxiliar os policiais da UPP e os frequentadores do baile reagiram mais uma vez. A polícia usou balas de borracha para tentar conter a multidão.

Os policiais feridos por pedradas foram encaminhados para exame de corpo delito no Instituto Médico Legal. Já os detidos foram levados para a 18ª DP (Praça da Bandeira) onde o caso foi registrado.

Os moradores se queixam do rigor usado pelos policiais da UPP para acabar com os bailes após as 22h. Segundo eles, se a comunidade está pacificada não faz sentido restringir o horário de lazer.


3- Bombeiro é morto a tiros quando lavava carro da corporação em lava-jato em Queimados

O segundo sargento do Corpo de Bombeiros José Edvan Santos, de 45 anos, foi assassinado a tiros, na manhã deste domingo, quando estava num lava-jato na Rua Odilon Braga, no Centro de Queimados, na Baixada Fluminense. Motorista do comandante do comandante do Grupamento Especial Prisional (GEP), que fica em Benfica, José estava no local para lavar o carro da corporação e foi atingido por disparos feitos por dois homens numa moto. O bombeiro ainda foi levado para a UPA de Queimados, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado na 55ª DP (Queimados).

domingo, 14 de agosto de 2011

GREVE DOS PMS DO PIAUÍ - Um policial foi atropelado

O Policial Militar do Maranhão, Alexandre Henrique Rios Leite, foi atropelado por uma viatura do Bope em frente à sede das Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone) na noite de sábado, durante a manifestação dos PMs piauienses chamada "Operação Polícia Legal - Tolerância Zero", na qual estes reivindicam melhores condições de trabalho e salariais.
O policial militar Alexandre Henrique Rios Leite, lotado Maranhão, foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina depois de ser atropelado pela viatura conduzida pelo motorista do tenente coronel Márcio Santos, comandante do BOPE. Segundo PMs que faziam manifestação em frente ao batalhão da RONE, o comandante do grupamento teria ordenado que seu motorista jogasse o carro contra os manifestantes.
O militar atropelado é do Maranhão, estava em Teresina apoiando o movimento grevista, foi arrastado por vários metros.




"Os policiais estão fazendo só o que é legal". Se não tem viatura, não tem carteira de habilitação, não tem colete, nem os equipamentos de trabalho, a estrutura necessária, então é ilegal trabalhar assim. A não ser que queira tornar legal o que é ilegal.

Em área de UPP, drogas têm preço na embalagem. Maconha custa R$ 1,99

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora do São Carlos, na região central do Rio, prenderam um suposto traficante portando uma variedade de drogas quando ele descia o Morro da Mineira, e foi abordado pela guarnição comandada pelo sargento Murilo, da PM.

Com o suspeito, maconha, crack, cocaína, ecstasy e haxixe. Quase tudo embalado, com preço e mensagens que incentivam a compra: "Alucinante", diz o pacotinho de crack. "Voltei!", aparece escrito no saquinho com maconha.

O indivíduo, segundo os policiais, descia o morro quando deu de cara com os PMs, que faziam uma ronda pelo local. Ele não reagiu, e portava 39 pedras de crack, oito comprimidos de ecstasy, 59 trouxinhas de maconha, uma pequena quantidade de haxixe e um rádio comunicador.

As embalagens de maconha e crack, além dos dizeres, já vêm com o preço dos "produtos". Um saquinho com maconha custa R$ 1,99. Já o crack, também vendido em saquinhos, custa R$ 5. Uma outra embalagem, na qual se lê apenas a inscrição "Pedra", tem o preço impresso de R$ 20.

O suspeito, que não estava armado, foi identificado apenas como Rodrigo, o RD, e encaminhado para a 6ª D.P. (Cidade Nova), onde fou autuado. O material apreendido foi encaminhado para análise da perícia.

sábado, 13 de agosto de 2011

Juíza executada prendia PMs e tinha relações perigosas com policiais

Em depoimento no dia 25 de março de 2011, a juíza Patrícia Acioli,, contou à Corregedoria Interna da Polícia Militar que o principal motivo do fim do relacionamento com o cabo da PM Marcelo Poubel Araújo, com quem "viveu maritalmente" por cinco anos, foi a ingerência do militar nos processos que ela julgava sobre "autos de resistência" - execuções sumárias camufladas pelos policiais após troca de tiros. Ela declarou que Poubel "defendia os colegas de farda".

O depoimento faz parte da sindicância aberta na 2ª Delegacia de Polícia Judiciária, subordinada à corregedoria, para apurar as suspeitas de agressão corporal, invasão de domicílio e ameaça de morte praticadas pelo cabo Poubel, no dia 2 de fevereiro, contra a juíza e o então namorado, o inspetor penitenciário Dayvid Eduardo Nunes Martins. Ele teria entrado na casa da juíza, em Piratininga, e surpreendido os dois no quarto.

Cabo PM Marcelo Poubel no enterro da juíza

Juíza foi vista com ferimento

Patrícia negou as agressões, mas o subtenente Marcos Antônio Fernandes, que atendeu à ocorrência de Piratininga, declarou que encontrara a juíza na porta de casa "de cabelos molhados, sinal de que havia acabado de tomar banho, e com um corte no rosto, que ainda sangrava". Ela não autorizou a revista na residência, e Poubel só se apresentou dias depois.

À sindicância, Patrícia disse apenas que Poubel era submetido, desde 2006, a tratamento psiquiátrico e psicológico, pois desenvolvera trauma após sofrer "profunda antipatia dos colegas de farda" no 7 BPM (São Gonçalo), onde era lotado. A origem desta hostilidade seria a atitude da juíza, como ela própria descreveu, ao condenar policias militares envolvidos com grupos de extermínio.

Porém, no mesmo depoimento, ela admitiu que Poubel passou a discordar das sentenças contra PMs.

Na madrugada de sexta-feira, pouco depois da execução da juíza, o cabo esteve no local do crime. Após gritar "Pati, estou aqui", vaticinou:

- Agora, eu sou o bola da vez. Vão me pegar.

Poubel tinha uma mesa no gabinete da juíza, onde comparecia fardado. Não saía dali nem nas conversas mais reservadas e demonstrava intimidade ao abrir as gavetas de Patrícia, para pegar chaves e papéis.

Há cinco anos, o cabo foi baleado na Rodovia Niterói-Manilha, na altura do Bairro Boa Vista, enquanto pilotava uma moto Honda Twister. Dois homens, também de moto, mas sem placa, aproximaram-se e o atingiram no braço esquerdo.

Já o caso da agressão domiciliar só chegou ao conhecimento da polícia por iniciativa do inspetor penitenciário. No boletim de ocorrência 00364/0081/2011, da 81ª DP (Itaipu), Dayvid relata que Poubel, após invadir o quarto, tomar-lhe a arma durante briga corporal e obrigar o casal a ficar de joelhos, passou a agredi-los com socos e chutes, além de "puxões de cabelo" na juíza.

Inspetor relatou agressão

Ao repetir o que sofrera à sindicância, em depoimento no dia 5 de fevereiro, o inspetor contou que o militar ameaçara "sufocar Patrícia com um saco plástico, pois sabia que ela tinha pavor desta prática". Poubel, segundo o relato do inspetor, também teria se deitado na cama e apontado a arma para a porta, supostamente para forjar uma troca de tiros antes de matar o casal.

- Ele disse que era o rei da forjação (sic) - disse Dayvid.

O inspetor fez exame de corpo de delito. Ele foi atingido no maxilar, nas costelas e teve o nariz quebrado. Conta que, desde então, tem medo de continuar morando em São Gonçalo. Não há, contudo, prova material na sindicância sobre a agressão à juíza.

Dayvid começou a namorar a Patrícia em janeiro e, nessas condições, compareceu ao gabinete da magistrada, no dia 2 de fevereiro, atendendo a uma intimação assinada por ela à chefia do inspetor.

Na intimação, anexada à sindicância, Patrícia alegou que queria a presença de Dayvid para depor no processo que investiga a morte de Alexandre Thome Ivo Rajão, jovem de 14 anos massacrado por um grupo supostamente rival em São Gonçalo.

Conhecida por ser linha-dura, Patrícia, de 47 anos, era uma espécie de arqui-inimiga dos maus policiais. Estima-se que tenha condenado mais de 60 deles nos últimos dez anos de atuação. Ela ingressou na magistratura em 14 de dezembro de 1992. Antes de ir para a área criminal, trabalhou no Juizado da Infância e da Juventude. Desde 1999, estava à frente de centenas de processos na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, agindo principalmente no combate a milícias, grupos de extermínio e máfias do transporte alternativo e do óleo (o grupo roubava combustível de navios). No início da carreira, quando foi defensora pública, ela já teria sofrido um atentado.

Patrícia tinha três filhos, de 10 a 20 anos. Ela gostava de exibir fotos deles no celular. Quando estava com os amigos, longe do fórum, esquecia o ar solene do tribunal e gostava de usar jeans e camiseta. Os colegas da pós feita na UFF dizem que ela não bebia, o que não a impedia de ir a barzinhos para bater papo. Nunca falava sobre as ameaças, mas tinha verdadeira paixão pela magistratura e falava empolgada sobre o resultado de algumas sentenças.

Chegou a relatar uma investigação sobre policiais militares acusados de um assassinato em que ela foi até o local ajudar na coleta de provas, acompanhando a polícia. Era comum também tomar depoimentos na casa de vítimas.

- Ela ia junto com os policiais, tamanha vontade que tinha de elucidar os crimes. Não tinha pose, colocava a mão na massa - disse um amigo dos tempos de faculdade.

Outra colega da pós-graduação, psicóloga, classificou a juíza Patrícia Acioli como uma mulher vaidosa, mas sem excessos, e muito bem-humorada:

- Nos divertíamos muito. Ela era muito simples e alegre. Acho que carregava um peso tão grande que precisava respirar, dar uma relaxada.

O GLOBO

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Juíza morta 'humilhava os réus'

O deputado estadual Flávio Bolsonaro, afirmou na manhã desta sexta-feira, em sua página no Twitter, que a juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo tinha o costume de "humilhar gratuitamente réus". Para o deputado, a magistrada colecionava muitos inimigos, "não pelo exercício da profissão", mas por suas supostas atitudes de humilhação.

"Cansei de receber em meu gabinete policiais e familiares, (...) acusando-a de chamá-los de "vagabundo" e "marginal" nas oitivas. Orientava sempre que deveriam formalizar denúncia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra ela, por abuso de autoridade, nunca para tomar atitude violenta contra ela", disse.
Confira a entrevista.

O senhor esperava tanta repercussão em relação a seu comentário?

Flávio Bolsonaro - O que eu coloquei no meu Twitter não é novidade, principalmente, para quem é do meio policial. Acho inadimissível a morte de uma juíza, da forma como ela foi assassinada. Agora, o que eu quis mostrar é que ela tinha muitos inimigos não pelo fato de ela exercer o seu trabalho. Acredito que ela tinha muitos inimigos pela forma como ela se portava dentro da vara criminal. Eu recebia no meu gabinete inúmeras queixas e reclamações especificamente desta juíza no tocante a essa forma como ela tratava principalmente policiais que sentavam no banco dos réus. Ela humilhava os policiais, botava o dedo na cara deles, falavam que eram bandidos, marginais. Neste nível. Não só os policiais, como os familiares deles cansavam de ir ao meu gabinete para fazer reclamações. Eu sempre orientava que eles gravassem essas ameaças e botassem no papel, representasassem contra a magistrada no Conselho Nacional de Justiça. Não sei se eles chegavam ao ponto de fazer isso, mas era uma magistrada que agia com preconcento com relação a policiais e a seus julgamentos.Se você começar a observar as conversas nas redes sociais, já tem jornalistas que trabalham na área criminal, dizendo que ela tinha a fama de ser muito justo, mas quem está perto diz que ela era justa com os inimigos, para os quais ela aplicava a lei. Agora, para os amigos era muito frouxa.

O senhor, inclusive, colocou isso no seu Twitter. Mas o senhor não acha inapropriado fazer esse tipo de comentário em relação a uma pessoa que não pode se defender? Não pensou também que, pelo fato de a juiza ter morrido nas circunstâncias em que morreu, seria inapropriado aquele comentário?

Não acho. Não estou fazendo acusações contra ela. Só estou repercutindo uma das razões que acredito que fizeram ela ter muitos inimigos. Se eu tivesse feito um comentário como esses "defensores dos direitos humanos" colocam a favor dela, eu seria elogiado. Agora, como fiz comentários de fatos concretos... Eu recebi ligação já de um defensor público e dois promotores de Justiça que tiveram oportunidade de trabalhar com ela. Eles disseram: "Deputado, parabéns. Não é porque ela foi morta que a gente tem que canonizar". O que não pode ser confundido é rigor na aplicação da lei com abuso de autoridade. Com a forma desrespeitosa com que ela tratava as pessoas lá dentro. Então, é por essa razão que acho que ela angariou muitos inimigos.

O senhor fala em agressões gratuitas, humilhação. Ela investigava policiais acusados de participação em milícias, grupos de extermínio. A impressão que dá é que o senhor está mais preocupado com a humilhação a esses policiais do que com os fatos em si.

Na boa. É porque o Bolsonaro está falando que já partem para essa linha. Não estou passando a mão na cabeça do mau policial, que tem que apodrecer na cadeia. Estou falando que muitas dessas pessoas que ela tratava dessa forma, ela absolvia depois. Eram inocentes. Um polcial facilmente senta no banco dos réus. Ele está na ponta da linha. Até os que sentavam como testemunhas eram tratados dessa forma.Até que prove o contrário, todo mundo é inocente. Mas essa máxima não valia para policiais.

O senhor usou o termo a "patrulha do politicamente correto" e os "pré-conceituosos", alegando que essas pessoas estavam colocando palavras na sua boca. Mas este não é um rótulo que comumente colam no discurso dos Bolsonaro.

Esse preconceito de que falo é que as pessoas ficam contra muitas vezes não contra a situação, mas contra o Bolsonaro. Se você pegar as pessoas agora que estão criticando o meu posicionamento, vai ver que são praticamente as mesmas que estavam contra o posicionamento dos Bolsonaros com relação à denúncia que fizemos sobre a distribuição do "kit gay" nas escolas do Brasil. Começam a misturar com homofobia os comentários que fiz em relação à juiza.

O senhor acha que essa reação toda foi pelo fato de o senhor ser um Bolsonaro?

Acho que contribui. Assumo os ônus e os bônus das posições polêmicas que tomamos. Agora, não vou mudar por causa dos politicamente corretos. Vou continuar sendo um parlamentar independente, falando o que eu penso.

JORNAL DO BRASIL


PARABÉNS DEPUTADO!


Por conta da greve da polícia militar, Governador do Piauí, solicitou ao Governo Federal o envio de tropas da Força Nacional de Segurança Pública.

De coletes vermelhos, os policiais e bombeiros se vestiram com a frase "Associações unidas. Isonomia salarial já".

O governador Wilson Martins assinou oficio ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, requerendo tropas da Força Nacional de Segurança para garantir a ordem no estado do Piauí, depois que os policiais e bombeiros militares paralisaram as atividades ontem e fizeram movimento reivindicando melhoria nas condições de trabalho e reajuste salarial. Os delegados da Policia Civil também paralisaram as atividades querendo isonomia salarial com os procuradores do Estado.
O Governo determinou que o comando da Polícia Militar do Piauí e dos Bombeiros enquadrem as tropas. Ontem, depois de uma reunião com a cúpula da Segurança Pública e a equipe econômica do Governo, Wilson Martins resolveu encaminhar oficio ao Ministério da Justiça e determinou que seja aberto um canal de negociação com a categoria. Ele ainda determinou um estudo de reajuste salarial para os militares, que deve ser encaminhado para a Assembléia Legislativa.

"As organizações GLOBO" já apontou os culpados

Horas antes de ser assassinada, juíza decretou prisão preventiva de dois PMs "

Horas antes de ser assassinada com pelo menos dez tiros na porta de casa, na localidade Timbau, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, a juíza Patrícia Acioli, de 47 anos, decretou a prisão preventiva de dois policiais militares do 7º BPM (Alcântara). Carlos Adílio Maciel e Sammy dos Santos Quintanilha são acusados de forjar um auto de resistência, ocorrido no dia 5 de junho deste ano, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo".

O GLOBO

EXTRA


Por que a GLOBO é tendenciosa?
As Organizações GLOBO agem de forma cínica e leviana, sempre desmoralizando a polícia militar.

Juíza é morta a tiros na porta da própria casa

Patrícia Acioli, juíza da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi morta a tiros na porta de casa, dentro de seu carro, em Niterói, por volta das 23h30 desta quinta-feira. De acordo com a perícia, foram disparados pelo menos 15 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente contra o vidro da Fiat Idea Adventure cinza da magistrada, no Tibau, em Piratininga. De acordo com o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Manoel Alberto Rebelo dos Santos, que esteve no local do crime, ela já havia recebido ameaças. Familiares disseram que a juíza foi atacada por homens que estavam em duas motos e um carro. O corpo da juíza foi encaminhado para o Istituto Médico do Legal do Rio devido à proximidade com a Delegacia de Homicídios (DH), responsável pelo caso. Desde o ocorrido, o disque denúncia já registrou dez ligações ligadas ao caso.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

“Um sucesso” disse o comandante Coronel Mário Sérgio


O comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, que na noite do sequestro havia considerado um sucesso a operação da polícia, viu-se obrigado a recuar.
Até Rodrigo Pimentel, comentarista de segurança da TV Globo comentou o desfecho do seqüestro eleogiando o êxito da ação! E agora?

QUEM NÃO TRABALHA, NÃO ERRA. QUEM NÃO ERRA, NÃO É PUNIDO"

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CEARÁ - Policiais Militares denunciam desvio de função

Um cabo da Polícia Militar de Fortaleza morreu após receber um choque elétrico quando realizava a limpeza na sede do 4ª Companhia do 6º Batalhão. Segundo informações da PM, a morte foi imediata.



Amigos e familiares velaram e enterraram, na tarde desta segunda-feira (8), o corpo do cabo da Polícia Militar que morreu eletrocutado dentro de um quartel. José Flávio Pereira Rocha, de 40 anos, estava pintando um alojamento quando encostou em um fio desencapado e recebeu a descarga elétrica. Mesmo considerando o caso uma fatalidade, a Associação dos PM's denuncia que desvios de função são recorrentes na instituição.

Bombeiros e PMs acampam para pressionar por novo piso salarial

terça-feira, 9 de agosto de 2011

NOTÍCIAS DE BRASÍLIA - Policiais e bombeiros querem ocupar galerias do Plenário

Liderados pelo cabo Benevenuto Daciolo, líder dos bombeiros do Rio de Janeiro, manifestantes em defesa da aprovação do piso salarial para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09) querem ocupar as galerias do Plenário. Eles participam neste momento de manifestação no auditório Nereu Ramos.

O clima chegou a ficar tenso, com a ameaça de invasão, mas os apelos do presidente da Comissão de Segurança, deputado Mendonça Prado acalmaram os ânimos. Ficou acertado que os parlamentares vão buscar as senhas para que os manifestantes participem da sessão.

A Polícia Legislativa bloqueou a saída do auditório que leva ao Plenário. Só está liberada a saída que leva diretamente para fora do prédio da Câmara.


AO VIVO - AQUI


O arrastão na Marechal Rondon que o responsável pela área do 3º BPM disse desconhecer


Morador filma arrastão em avenida Marechal Rondon na madrugada da última sexta-feira dia 5



Motoristas denunciam arrastão na Marechal Rondon; PM nega

Motoristas passaram por momentos de pânico, no início da manhã desta sexta-feira, na Avenida Marechal Rondon, altura de São Francisco Xavier. Por volta das 6h, um grupo de homens armados - segundo testemunhas, alguns de fuzil - fecharam a via na altura do motel Flor de Maio. Os bandidos gritaram: "É arrastão! É arrastão!". Cerca de dez carros que passavam pelo local pararam. Pelo menos duas pessoas foram assaltadas. A situação só terminou depois que um homem atirou para o alto, fazendo os criminosos fugirem. As vítimas acreditam que era um policial à paisana que estava num dos veículos parados pelo bando.

A professora de Educação Física Vivian da Matta, de 30 anos, foi rendida por um homem com uma arma curta. O bandido levou a bolsa dela.

- Tive a presença de espírito de jogar o celular pela janela e ele não viu o aparelho. mas a bolsa se foi - contou ela, que fez o registro de ocorrência do assalto na 23ª DP (Méier).

Já o motorista particular Cléber da Silva, de 58 anos, não teve nada levado. Mas ele saiu correndo do carro quando viu os criminosos armados.

- Nem pensei duas vezes e corri para me esconder. Passo por ali todos os dias e já vi muita coisa, mas nada como isso. Passageiros apavorados saltaram de um ônibus. Foi terrível - disse ele, que ia para o trabalho.

Segundo Cléber e Vivian, carros foram roubados durante o arrastão. Até o momento, porém, não há informações sobre onde esses fatos foram registrados. Responsável pela área, o 3º BPM (Méier) disse desconhecer o arrastão.

EXTRA


domingo, 7 de agosto de 2011

Traficante teve a mão decepada , após tirar o pino de uma granada para jogá-la contra policiais do 9º BPM

No Morro do Chacrinha, um traficante tirou o pino de uma granada para jogá-la contra um carro com policiais do 9º BPM (Rocha Miranda). Entretanto, o explosivo acabou detonando na mão do bandido. Segundo a assessoria da Polícia Militar, ele teve a mão decepada e foi levado pelos próprios policiais até o Hospital Carlos Chagas (Marechal Hermes).

Menor recebe R$ 200 por semana para atacar policiais com granada



Traficantes armados continuam sendo uma ameaça até para o Exército nos Complexos do Alemão e da Penha

Oito meses depois da expulsão de traficantes armados nos Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, a maioria das mais de 600 denúncias feitas à Força de Pacificação é de alerta a respeito da presença de indivíduos armados nas ruas. De acordo com o coronel João Paulo da Cas, integrante da Força de Pacificação, outra denúncia frequente no Disque-Denúncia (0800-171700) é a de abandono de carros roubados.

"Esta quantidade de denúncia é considerada alta. Mas após cada denúncia enviamos uma tropa para avaliar e tomar as providências. Pedimos o apoio da população: se houver pessoas armadas que a comunidade informe e tomaremos as providências necessárias", disse o coronel, que adiantou que vários suspeitos armados foram detidos pelos militares desde a ocupação.

sábado, 6 de agosto de 2011

Servidor estadual pode ser chamado por ordem alfabética para abrir conta no Bradesco

O Bradesco, que passará a pagar os salários dos cerca de 460 mil servidores estaduais a partir do início de 2012, poderá dividir o funcionalismo por órgão e por ordem alfabética para realizar a abertura das contas. Foi essa a estratégia que o bancou usou no início deste ano, quando assumiu a folha de pagamento do governo de Pernambuco. Na época, as contas foram pré-cadastradas e o funcionário, ao comparecer ao posto de atendimento, tinha que levar originais e cópias de CPF e identidade, além de um comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone fixo), e assinar o contrato.

Nas cidades com maior população, foram montadas centrais de atendimento em locais públicos, como as próprias repartições e centros de convenções. Em municípios menores, o atendimento foi feito nas agências do Bradesco. Também foi criado um serviço de atendimento telefônico, com ligação gratuita, para esclarecer as dúvidas dos servidores pernambucanos.

O novo banco do funcionalismo estadual ainda não anunciou oficialmente como será o processo de abertura das contas aqui no Rio. Por meio de nota, a instituição informou que o procedimento “está em fase de estruturação”. Mas a Secretaria estadual de Planejamento e Gestão (Seplag) enviou uma carta aos servidores. Segundo a mensagem, as informações sobre a mudança de banco serão divulgadas este mês. LEIA AQUI

VALE LEMBRAR QUE A LEI 4.948/06 DE AUTORIA DO DEPUTADO PAULO RAMOS - GARANTE O SERVIDOR ESCOLHER O BANCO E AGÊNCIA PARA RECEBER SEU SALÁRIO


PMs apreendem três granadas no Morro da Coroa

Adolescente é apreendido com 3 granadas em morro pacificado

Policiais de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) apreenderam três granadas e um adolescente de 16 anos no Morro da Coroa, zona norte do Rio de Janeiro, na última sexta-feira. Os artefatos são do mesmo tipo dos lançados contra policiais da unidade há 40 dias na mesma comunidade, quando um PM foi atingido e teve uma perna amputada. O adolescente é suspeito de participar do ataque.

A equipe policial recebeu denúncias sobre a presença de criminosos na quadra do Coração da Coroa, no alto da comunidade, no fim da noite de ontem. Eles surpreenderam os bandidos reunidos em um beco e recolheram o jovem, que disse que atuava como segurança e olheiro da quadrilha de traficantes que ainda age no morro. Os outros suspeitos conseguiram fugir.

Por volta das 23h, a mesma equipe de policiais apreendeu uma granada e 10 trouxinhas de maconha, também na quadra do Coração da Coroa. O material estava na laje de uma casa, mas ninguém foi preso. Na noite do dia 25 de junho, quatro policiais da UPP da Coroa foram checar uma denúncia de que traficantes armados estariam numa casa em um beco da comunidade. Uma granada foi lançada pelos criminosos contra os PMs e o soldado Alexsander de Oliveira teve a perna direita amputada, sofrendo também fraturas expostas em um pé e braço.

NOTÍCIAS TERRA


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ENTREVISTA DO CABO DACILO NO BALANÇO GERAL



PROGRAMA DO DIA 4 DE AGOSTO

ATO OBSCENO EM FRENTE A CABINE DA PM NA CINELÂNDIA

Três jovens foram detidos após tirarem fotos com calças abaixadas em frente à cabine da Polícia Militar da Cinelândia

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

NOVO BLOG: PMERJ NO LOCAL

Bombeiros, policiais militares, professores e servidores da saúde, unidos contra o governo do ESTADO



O piso do pessoal da saúde é de apenas R$ 157,00. O PCCS ( plano de cargos, carreira e salários ) aprovado e jamais foi implementado.

Os professores rejeitaram a proposta de reajuste de 3,5% e decidiram continuar a greve


Após o protesto conjunto, Bms e Pms fizeram uma caminhada até o Palácio da Guanabara

VÍDEOS



JUNTOS SOMOS FORTES.

Cabo do Bope denuncia abandono depois de ser baleado no Rio e perder o movimento das pernas



É ASSIM QUE O GOVERNO TRATA SEUS POLICIAIS!!!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Dia 3 de agosto, todos na ALERJ!


http://www.sosguardavidas.com/

Bombeiro desaparece misteriosamente em Realengo

SARGENTO DO CORPO DE BOMBEIROS VALMIR BATISTA SIQUEIRA ESTÁ DESAPARECIDO DESDE O DIA 29 DE JULHO.
A família procura pelo sargento desde o dia 29 de julho. Antes de sumir, ele sacou dinheiro em um caixa eletrônico e comeu em um bar. A última informação é que ele foi levar um amigo a três quadras de sua casa.



Qualquer informação sobre o paradeiro do Sargento BM Valmir Batista Siqueira, ligue para: 22531177 - DISQUE DENÚNCIA

“Se bonde chegar, toma”, diz PM sobre medo de invasão de bandidos


A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro comprou cerca de mil carabinas para serem distribuídas aos policiais que trabalham nas novas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Entretanto, as armas apresentaram defeito.

Enquanto esse armamento não vai para a tropa, os policiais trabalham com pistolas e armas não letais. Policiais reclamam que as armas fornecidas a eles são velhas e dizem se sentir inseguros, porque os criminosos usam fuzis e granadas.

Policiais que trabalham em UPPs instaladas no último ano também reclamam da falta de estrutura, como banheiros, refeitórios, uniformes e coletes à prova de balas adequados.

As carabinas compradas pela PM foram devolvidas ao fornecedor e, depois, retornaram à corporação. Atualmente, elas estão em fase de testes para avaliar se têm 100% de condições de serem usadas sem risco para o policial e para a população. Elas serão distribuídas aos policiais somente quando tiverem condições de uso, segundo a assessoria de comunicação das UPPs.

Esse tipo de armamento foi escolhido pela PM porque os fuzis são inadequados para locais de grandes aglomerações, como é o caso das favelas. No entanto, a corporação afirma que há fuzis no policiamento das UPPs, que são distribuídos de acordo com o planejamento operacional e avaliação do território.

No morro dos Prazeres, segundo disse um policial ao R7, são 160 PMs e há somente seis fuzis para a tropa.

Apesar de a PM afirmar que nunca houve tentativa de invasão por parte de criminoso a nenhuma das 17 UPPs, o ataque a policiais da UPP do morro da Coroa (zona norte), no dia 25 de junho, assustou quem atua nessas unidades – um PM perdeu a perna . O R7 ouviu policiais que trabalham nessa comunidade.

Se chegar o bonde (grupo de criminosos), vai tomar (a comunidade com UPP). Não é medo, mas fico apreensivo. No dia em que aquele policial perdeu a perna, tinham seis caras armados e com granadas. Eles iam jogar várias delas em cima de todos os policiais.

Insatisfação

Para o coronel Paulo César Amêndola, especialista em segurança pública e um dos fundadores do Bope (Batalhão de Operações Especiais), muitos agentes têm trabalhado insatisfeitos, porque não entraram na PM para atuar em comunidades pacificadas.

- O Estado determinou que todos os PMs que estivessem se formando no ano passado fossem trabalhar nas comunidades pacificadas. Muitos não se adequam ao perfil do trabalho, que é diferente do que é realizado nas ruas. Eles são treinados a dialogar com o morador. Lá, eles têm de lidar com situações irregulares e com pessoas que conquistaram aquele território de forma ilegal.

Para José Augusto Rodrigues, mestre em ciência política e professor da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a instalação das UPPs foi uma “batalha vencida” pelo Estado, mas ainda é o começo.

- Imagino que, com o tempo, as condições de trabalho vão melhorando. É evidente que, em alguns casos, as UPPs foram instaladas de forma improvisada.

R7

Faltam uniformes, banheiros e coletes à prova de balas em UPPs, denunciam PMs

A rapidez com que o governo do Estado do Rio de Janeiro instala UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) na capital contrasta com as condições ruins de trabalho oferecidas aos policiais que atuam nas comunidades pacificadas. Nos últimos 12 meses a cidade ganhou nove unidades, mas faltam aos PMs dessas novas UPPs uniformes, banheiros, refeitórios e viaturas. Os coletes à prova de balas são de tamanho errado e muitos deixam de usar o equipamento.

A reportagem do R7 entrevistou policiais - que prefeririam não se identificar, temendo represálias - e percorreu algumas favelas pacificadas, onde encontrou PMs trabalhando sem colete à prova de balas. Segundo eles, não há tamanho adequado do equipamento para todos. Um policial que monitora o morro da Coroa, no Catumbi, na região central do Rio, alega que só há coletes grandes e extragrandes.

- Só tem coletes G e GG. Eu prefiro nem usar, porque fica muito grande. Estamos trabalhando no risco.

O mesmo ocorre na UPP do morro dos Prazeres, em Santa Teresa (centro). Um PM relata que o colete grande dificulta a locomoção.

- Eu tenho 1,96 m de altura e com um colete GG minha mobilidade fica ruim. Imagina quem é menor? E não tem colete menor.

Um dos policiais que trabalham no morro do Turano, na Tijuca, zona norte, diz que só recebeu uma farda para trabalhar. Ele mora no interior do Estado e é obrigado a usar a mesma roupa durante toda a semana, pois não dá tempo de lavá-la e secá-la.

- De tanto comer besteira à noite comecei a ter dores de estômago e um exame detectou uma inflamação.Eu vou embora para casa no dia de descanso e não dá tempo de lavar a farda. Tenho que usar a mesma roupa todos os dias.

Outro agente conta ter recebido só uma calça e, ainda assim, de tamanho maior do que veste. O policial então comprou uma calça social preta, mas, após 24 horas de trabalho, ela se rasgou.

- No dia em que eu fui pegar meu uniforme, não tinha calça do meu tamanho. Tive que comprar uma que não é resistente. Houve um dia em que a calça rasgou e eu tive que me virar para costurar.

A Polícia Militar, por meio da assessoria das UPPs, informou que os coletes foram entregues nos tamanhos pedidos pelos policiais, mas admite a possibilidade de ter ocorrido algum erro na distribuição. Segundo a corporação, os PMs devem informar os problemas nos uniformes ao comando para que a troca seja providenciada.

Para o coronel Paulo César Amêndola, um dos fundadores do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e consultor na área de segurança pública, a organização das UPPs apresenta falhas.

- A política das UPPs é interessante, mas está falhando. Eles têm um efetivo grande, mas não suficiente para tomar conta de todas as favelas. O suporte de apoio e a logística de materiais não são adequados.

Sem banheiro e refeitório

Enquanto o governo não constrói bases fixas nas comunidades pacificadas, policiais têm somente contêineres como apoio. No entanto, essas estruturas não têm refeitório, vestiários e número de banheiro suficiente – na UPP do São João (zona norte), há um sanitário para 50 homens. Por isso, os soldados são obrigados a “se virar” para fazer suas necessidades.

Como não há refeitório, os soldados não têm como levar quentinhas para o trabalho e, assim, dependem de bares e restaurantes para comer, opção bem mais cara para quem tem um vale refeição de R$ 162 por mês.


No morro dos Prazeres, há só um banheiro, compartilhado por homens e mulheres. A porta quebrada impede que ela seja trancada.

- As mulheres se sentem mal. Mas aqui todo mundo é profissional.

De acordo com a assessoria de comunicação das UPPs, a construção das bases de alvenaria é um processo complexo, porque é difícil encontrar terrenos ou imóveis para comprar em áreas de ocupação irregular, como as comunidades. Os contêineres, segundo a assessoria, são estruturas provisórias. Entretanto, não há previsão para a instalação de bases permanentes.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Policiais são expulsos da corporação por desvio de conduta


O SARGENTO João Bezerra dos Santos acusado de fazer parte da quadrilha do Roupinol foi expulso.

O TENENTE ( ??????? ) acusado de fazer parte da quadrilha do Roupinol (no mesmo processo ) ganhou por 2x1 o direito de PERMANECER na PMERJ



PM de UPP é assassinado em Realengo

Está marcado para o fim da tarde desta segunda-feira, às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, o enterro do soldado Thiago Moraes Pontes, de 29 anos. O velório será na capela A. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, o PM foi morto na noite de domingo quando estava com sua moto na Rua Pirpirituba, perto do nº 521. Ele teria reagido a um assalto e acabou baleado. O policial foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, mas não resistiu aos ferimentos.

Sergio Cabral ignora os bombeiros militares, diz Cabo Daciolo