terça-feira, 12 de abril de 2011

No vídeo Wellington Menezes de Oliveira conta como planejou o crime na escola em Realengo.

Em Belo horizonte - um circo armado para a punição dos praças e resguardo da imagem de oficiais.

Advogado e parentes de PMs acusados da execução de dois inocentes no maior conjunto de favelas de BH afirmam que há um circo armado na apuração para encobrir oficiais

Na foto que consta do inquérito, militar aparece de luvas ao lado dos corpos


Passados cerca de 50 dias da execução de dois inocentes no Aglomerado da Serra, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, por militares do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), segundo as investigações, parentes de dois policiais acusados – que não participaram diretamente do crime – denunciam um circo armado para a punição dos praças e resguardo da imagem de oficiais. Um deles é o tenente-coronel Newton Antônio Lisboa, comandante do Rotam, que, de acordo com os denunciantes, esteve no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) poucas horas depois dos assassinatos. Lisboa teria sido avisado das mortes e foi fardado, ainda de madrugada, ao hospital, onde estavam as vítimas, inclusive o soldado Jonas Rosa, que alegava ter sido atingido por um tiro amortecido pelo colete à prova de balas.

Continue lendo - Blog Ponto Zero

Um dos policiais presos por suspeita de envolvimento na morte das duas pessoas em Belo Horizonte, foi encontrado morto em uma das celas no 1º Batalhão da Polícia Militar. PORTAL G1

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Parabéns Capitão Assumção


Que Deus te ilumine, todos os dias de sua vida.
Feliz Aniversário!

PMs que atuaram na tragédia de Realengo SERÃO PROMOVIDOS

O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o secretário de Estado de Segurança José Mariano Beltrame e o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Mário Sergio de Brito Duarte vão estar presente nesta terça-feira (12/4), às 7h, na solenidade de assinatura das Promoções por Ato de Bravura dos Policiais Militares do Batalhão de Polícia Rodoviária.

O evento vai acontecer no Salão Nobre do Quartel-General da PM, Rua Evaristo da Veiga 78/2º andar, Centro. O cabo Denilson Francisco de Paula será promovido a terceiro-sargento.

O cabo Ednei Feliciano da Silva será promovido a terceiro-sargento.

O terceiro-sargento Márcio Alexandre Alves será promovido a segundo-sargento.

Eles atuaram na última quinta-feira (07/04) socorrendo alunos que estavam sendo vitimados por Wellington Menezes de Oliveira que entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, atirando e atingindo fatalmente 12 crianças. Wellington foi alvejado pelo policial e, em seguida, cometeu suicídio. A ação dos policiais evitou que a tragédia tivesse maiores proporções.

SITE DA PMERJ

HCPM recebe a visita da presidente do Clube de Regatas do Flamengo Patrícia Amorim

A presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Patrícia Amorim, visitou na noite de sábado, 09 de abril, o estudante Alan Mendes da Silva de 13 anos, internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio. Alan que é um dos sobreviventes do atentado à Escola Tasso da Silveira, em Realengo, recebeu a visita surpresa por volta das 18h na UTI pediátrica do HCPM. A presidente trouxe camisas autografadas, bonés e outros presentes e fez questão de convidar Alan e toda sua família a comparecer a sede do clube na Gávea, tão logo receba alta médica. Patrícia afirmou que durante o jogo de domingo, 10 de abril, contra o Botafogo, a equipe do Flamengo fará um minuto de silêncio em homenagem às vítimas desta tragédia. O pequeno flamenguista que cursa a 7ª série do ensino fundamental é considerado um herói, porque, mesmo estando baleado no rosto, no ombro e na mão, teve muita força e coragem para correr cerca de 150 metros e avisar a guarnição do 3º Sargento PM Márcio Alexandre Alves que de imediato se deslocou para a escola, evitando assim que este triste episódio tivesse um desfecho ainda mais trágico.



SITE DA PMERJ

domingo, 10 de abril de 2011

Xerife no banco dos réus: Beltrame é acusado de crime de responsabilidade


O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, vai julgar nesta segunda-feira (11) o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, por ação de crime de responsabilidade.

O secretário é acusado de não ter respondido o requerimento de informações, solicitado pelo deputado Paulo Ramos (PDT), sobre os nomes, postos, graduações e funções dos policiais militares e civis, afastados ou na ativa.

O requerimento foi feito em 2008, quando Paulo Ramos era presidente da Comissão de Trabalho e Legislação Social e Seguridade Social da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.

O secretário é acusado também de não ter prestado esclarecimentos sobre a possível relação de policiais inativos que foram recontratados para a prestação de serviços internos.

O partido dos militares

Oficiais, soldados e mulheres de integrantes das Forças Armadas e das polícias militares criam uma nova legenda para tentar voltar ao poder agora pelo voto.


Na terça-feira 5, a presidente Dilma Rousseff foi homenageada com a maior das condecorações militares, a Grã Cruz. Diante dos comandantes das Forças Armadas, ela fez uma referência aos anos de chumbo da ditadura, ao ressaltar que o Brasil soube corrigir seus caminhos e alcançou a maturidade institucional. O País vive dias de democracia plena e houve, sem dúvida, importantes mudanças nas casernas. Tanto assim que militares planejam agora voltar à política, mas sem truculência. Até o fim do mês será criado o Partido Militar Brasileiro, legenda que antes mesmo do registro oficial já conta com 17 mil pré-filiados, entre oficiais da reserva do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e integrantes da Polícia Militar e dos Bombeiros.

Há diretórios sendo criados em 27 Estados, site na internet e até hino, gravado no YouTube, em que um coro entoa palavras de ordem como soberania, democracia, igualdade e segurança pública. O novo partido terá como bandeira o combate à violência e à corrupção. Não aceitará filiação de fichas-sujas e nem fará coligações majoritárias se não for cabeça de chapa. “Os políticos não têm coragem para combater o crime organizado e estão mais interessados em se servir do poder”, diz o presidente do PMB, Augusto Rosa, que é capitão da PM em Ourinhos (SP). Ele afirma que o partido é de centro-direita, apesar de defender a política econômica e os programas sociais do governo.

Rosa faz um mea-culpa: “O golpe de 1964 foi um erro”. Mas sua posição não é majoritária. Também devem aderir à legenda vários generais da reserva, inclusive dirigentes dos clubes militares, tradicionais redutos do conservadorismo. Além disto, o PMB pretende lançar co­mo candidato a presidente da República em 2014 o general Augusto Heleno, que na semana passada foi proibido pelo comando do Exército de fazer uma palestra intitulada “A contrarrevolução que salvou o Brasil”. Rosa e seus companheiros de farda defendem posições tão polêmicas como as do deputado federal Jair Bolsonaro (DEM-RJ). “Somos contra o casamento gay, a legalização do aborto e da maconha, e a favor da redução da maioridade penal”, afirma.

Apesar das restrições legais à atuação política de militares, Rosa, graças a providenciais licenças, concorreu a deputado federal nas eleições de 2002 pelo PDT, nas de 2006 pelo PV e, finalmente, em 2010 pelo PSB. A presidente do diretório do PMB no Distrito Federal, Ivone Luzardo, mulher de militar, também foi candidata a deputada distrital no ano passado pelo DEM. Apesar da frustração nas urnas, tanto Rosa como Ivone acham que o PMB não terá dificuldade em reunir as 500 mil assinaturas para o registro oficial.

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REVISTA ISTOÉ

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O PM merece sim, ser tratado como herói.

O sargento da Polícia Militar Márcio Alves, que baleou o atirador após ataque na Escola Municipal Tasso da Silveira.


Há 18 anos na corporação da PM, Alves relembrou o início da carreira, quando queria ser militar e decidiu fazer prova para a polícia.

- Poder ajudar a sociedade é sempre muito importante. Nem tudo é perfeito, mas nós policiais tentamos fazer tudo da melhor maneira possível, acho que hoje conseguimos, apesar de toda a tristeza - lamentou.

O sargento considerou a tragédia o momento mais difícil de sua carreira. - Já enfrentei situações trágicas, combates com traficantes, mas nunca nesta proporção, uma tragédia envolvendo crianças. Foram cenas muito fortes. Tenho o sentimento de tristeza, mas também tenho o sentimento de dever cumprido. Foi um dia duro, cansativo. Vou chegar em casa, vou abraçar minha família, ver meus filhos, tomar um banho e tentar descansar - acrescentou.

Graças a coragem e a determinação do sargento da Polícia Militar, Márcio Alves outras crianças não foram assassinadas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Blogueiro Ricardo Gama diz que se algo lhe acontecer a culpa é de Cabral

Em uma de suas mais novas postagens na internet, depois de ser liberado do Hospital Copa D'or, em Copacabana (Zona Sul do Rio), o blogueiro Ricardo Gama, vítima de atentado que lhe resultou em três tiros no rosto e um no pescoço, ataca mais uma vez o governador Sérgio Cabral. Agora, segundo o texto do blog, Gama parece insinuar que o governador tem responsabilidade em seu atentado.

"Me lembro bem, como se fosse ontem, algumas pessoas do governo dizendo que eu ia me arrepender pelo que tinha feito com Sérgio Cabral ao expor o seu lado verdadeiro. E digo mais: Sr. Governador Sérgio Cabral, já estou em casa, todo quebrado, mal consigo enxergar direito, e sem nenhuma proteção. Se algo acontecer de novo comigo ou com a minha família, a culpa terá um nome: GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL".

O Jornal do Brasil entrou em contato com Ricardo Gama por e-mail, para que ele esclarecesse as declarações. No entanto, o blogueiro retornou aos nossos e-mails.


Também procurada, a assessoria de imprensa do governador não comentou a postagem, e limitou-se apenas a informar que se o blogueiro diz que a culpa é do Cabral porque ele não está tendo proteção em casa, o assunto deve ser tratado com a Secretaria de Segurança do Rio.

Ricardo Gama é filiado ao Partido da República (PR), ao qual pertence o ex-governador do Rio e grande inimigo político de Sérgio Cabral

Delegado prefere o silêncio

Responsável pelas investigações do atentado sofrido por Ricardo Gama, no último dia 23, no bairro Peixoto, em Copacabana (Zona Sul do Rio), o delegado titular da 12ª DP (Copacabana) Antenor Lopes Martins Junior informou na tarde desta quarta-feira (6) que não dará informações sobre o caso enquanto as investigações não forem concluídas.

"As investigações estão caminhando. O caso é muito complexo e não darei dados do caso enquanto não terminar de investigar", sentenciou o delegado.

Blog polêmico

Em seu blog, Ricardo Gama tece duras críticas não apenas a Cabral, mas também ao prefeito Eduardo Paes. Pouco antes do atentado, textos contando que um "empresário" que abastecia a Favela da Rocinha de cocaína estava voltando às ruas também foi bem acessado. Já num outro texto, ele afirma: "cinco vagabundos da quadrilha do traficante Nem da Favela da Rocinha envolvidos em tiroteio em hotel estão voltando para o Rio de Janeiro".

Mulher de Cabral é advogada do Metrô Rio, cuja tarifa é a mais alta do país, acusa blogueiro


JORNAL DO BRASIL

terça-feira, 5 de abril de 2011

Câmara Municipal homenageia Major Burity



CIDADÃO HONORÁRIO DE MACEIÓ
O major do Corpo de Bombeiros de Alagoas, Carlos Burity ( que é carioca), que ficou detido no Quartel-geral da corporação por conta das críticas feitas à falta de estrutura necessária para apagar um incêndio ocorrido no sábado, 2, no Pavilhão do Artesanato em Pajuçara, recebeu homenagem da Câmara Municipal.

Desabafo de um Bombeiro para o Brasil inteiro ouvir

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Major do Corpo de Bombeiros é preso após ‘críticas’ em operação

Major Buriti foi preso por determinação do
comando do Corpo de Bombeiros

O major do Corpo de Bombeiros de Alagoas, Carlos Burity, se encontra recolhido no Quartel-geral da corporação por conta das críticas feitas à falta de estrutura necessária para apagar um incêndio ocorrido no sábado, 2, no Pavilhão do Artesanato em Pajuçara.

Durante o combate as chamas, faltou água e a corporação precisou ser socorrida por dois carros de uma empresa particular, conforme informações dos lojistas. Diante da situação, os bombeiros foram alvo de protestos e vaias. Em entrevista à imprensa, Burity salientou que ouve críticas há 16 anos, mas o problema é da estrutura da corporação.

“Há 16 anos venho sendo feito de palhaço”, disse. "Todos sabem que faltam viaturas e equipamentos e somos nós quem escuta as reclamações da população como as de hoje. É preciso que todos saibam que a tropa é dedicada e faz o impossível para prestar o serviço ao alagoano", destacou ainda no local.

Burity confirmou a própria prisão por meio de seu perfil no twitter, ao tempo em que começou a receber solidariedade de seus seguidores. “Falei algo demais? Eu devo mentir”, colocou ainda ao falar de sua detenção. De acordo com informações obtidas pelo Alagoas24Horas, o major do Corpo do Bombeiros será detido por 72 horas por determinação do secretário de Defesa Social, coronel Dário César.

Paralelo à prisão, o major responderá a processo disciplinar pelas críticas feitas em público. Segundo uma fonte que esteve com Burity, o major demonstra revolta com o fato da determinação ter vindo do comando e ressalta que sempre foi um defensor da corporação. “Não cometi nenhum crime. Só fiz criticar problemas na estrutura, em um momento de estresse, com toda a população criticando o Corpo de Bombeiros”, colocou.

Burity já foi ouvido pelo comando do Corpo de Bombeiros. No dia do incêndio, o major sequer estava de serviço. Ao saber da ocorrência, ele colocou a farda e saiu de casa para ajudar os companheiros na operação de contenção das chamas no Pavilhão do Artesanato.


Fonte

Deputado Paulo Ramos(PDT), alerta os Servidores


O Governador do Estado encaminhou à Assembléia Legislativa, Projeto de Lei tratando da Delação Premiada em processos administrativos no serviço público.

Com a fachada moralista e sob o pretexto de combater a corrupção, de modo a atrair a opinião pública, alguns incautos e outros equivocados, especialmente parlamentares de oposição, a proposta não consegue ocultar a sua natureza fascista e terá as seguintes conseqüências, caso aprovada:

- desagregação a mais completa em todos os setores do serviço público.

- criação de um clima de desconfiança e ódio entre servidores em todos os locais de trabalho.

- incentivo a vinganças pessoais e ao carreirismo.

- valorização do execrável dedo-duro ( delator).

- criação de poderoso instrumento nas mãos de chefes inescrupulosos para atingir os servidores mais combativos. Bastará, para tal, em qualquer situação concreta, aliciar envolvidos em processos, para, em troca de benefício, comprometer os servidores que se opõem ao que vem acontecendo com o serviço público, principalmente as lideranças sindicais.

Ao que tudo indica, agora no segundo governo, quando os servidores estão mais escaldados, com mais inclinação para a participação nas mobilizações reinvindicatórias, a fascista delação premiada aparece, devendo ser analisada e repudiada por todos os servidores e por todos aqueles que defendem o servidor e os serviços públicos.

Esclareço que no Diário Oficial do Poder Legislativo de 3 de março último, paginas 7 e 8, quando da publicação dos debates ocorridos no Plenário em relação ao Projeto de Lei nº 145/2011, que “ estabelece normas sobre a colaboração expontânea nas investigações e processos administrativos e disciplinares aplicáveis aos servidores da administração direta e indireta”, dois deputados ( Paulo Ramos e Zaquel Teixeira) se pronunciaram contra e estranhamente tres deputados que se dizem de oposição ao governo ( Marcelo Freixo, Luis Paulo e Clarissa Garotinho) se manifestaram a favor, o que atesta a força do governo.

Assim, torna-se necessário que os servidores públicos, através de suas representações sindicais, procurem conhecer o Projeto e se posicionar, na medida em que a administração já dispõe de todos os mecanismos para enfrentar e corrigir desvios de conduta, não sendo aceitável a tal da delação premiada que, certamente, acarretará as conseqüências acima mencionadas, dentre outras igualmente nefastas.

A “delação premiada”, insisto ser uma iniciativa fascista, precisa ser rejeitada, a bem do serviço público e da dignidade do servidor.

Fora com os fascistas.

OPINIÃO DO FALSO CORONEL SOBRE A POLÍCIA

Um homem que começou como major, virou tenente-coronel e logo estava trabalhando na cúpula da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, vai lançar um livro: AS GEMADAS DO CORONEL SEM ESTRELA"

"NUM CONTRAPONTO ÀS CRÍTICAS, O FALSO CORONEL FAZ INÚMEROS ELOGIOS À QUALIDADE DOS PRAÇAS. O FALSO CORONEL RECLAMA DA REMUNERAÇÃO DOS POLICIAIS QUE SÃO OBRIGADOS A FAZER BICO PARA SUSTENTAR A FAMÍLIA".

O falso coronel passou dois meses preso. Agora responde a processos de falsa identidade e porte ilegal de arma de uso restrito e pode pegar até seis anos de prisão.

sábado, 2 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A corregedoria da Polícia Militar do Amazonas abriu inquérito para investigar novas denúncias de tortura envolvendo PMs



A corregedoria da Polícia Militar do Amazonas abriu inquérito para investigar duas novas denúncias de tortura envolvendo PMs. Na semana passada, sete foram presos por atirar em um adolescente desarmado.

Nas fotos exibidas por uma dona de casa, as marcas do espancamento são evidentes. Ela saiu de Coari, no interior do Amazonas, para denunciar a suposta violência de policiais militares contra o irmão e três primos - todos agricultores,.

"A única coisa que o major não permitiu foi a morte dos meninos", diz.

A Corregedoria da Polícia Militar abriu inquérito para apurar o caso e enviou uma equipe para o município.

Fonte: G1

Deputado Flávio Bolsonaro e o Vereador Carlos Bolsonaro dizem que pai não é preconceituoso




NOTA DE ESCLARECIMENTO

A respeito de minha resposta à cantora Preta Gil, veiculada no Programa CQC, da TV Bandeirantes, na noite do dia 28/03/2011, são oportunos alguns esclarecimentos.

A resposta dada deve-se a errado entendimento da pergunta - percebida, equivocadamente, como questionamento a eventual namoro de meu filho com um gay.

Daí a resposta: “Não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Não corro esse risco porque os meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu.”

Todos aqueles que assistam, integralmente, a minha participação no programa, poderão constatar que, em nenhum momento, manifestei qualquer expressão de racismo. Ao responder por que sou contra cotas raciais, afirmei ser contrário a qualquer cota e justifiquei explicando que não viajaria em um avião pilotado por cotista nem gostaria de ser operado por médico cotista, sem me referir a cor.

O próprio apresentador, Marcelo Tas, ao comentar a entrevista, manifestou-se no sentido de que eu não deveria ter entendido a pergunta, o que realmente aconteceu.

Reitero que não sou apologista do homossexualismo, por entender que tal prática não seja motivo de orgulho. Entretanto, não sou homofóbico e respeito as posições de cada um; com relação ao racismo, meus inúmeros amigos e funcionários afrodescendentes podem responder por mim.

Atenciosamente,

JAIR BOLSONARO

quarta-feira, 30 de março de 2011

Blogueiro Ricardo Gama conta detalhes do atentado sofrido



Blog provocou crime em Copacabana



VÍDEO - JORNAL O DIA

segunda-feira, 28 de março de 2011

PM inocentado de crime, é reintegrado à corporação 14 anos após expulsão

Cumprindo decisão da Justiça, a Polícia Militar reintegrou no dia 14/03/11 aos seus quadros um soldado que havia sido expulso em 1997, após ser condenado por estupro de uma menina de 8 anos.

O soldado em questão, Sebastião Alfredo Medeiros dos Santos, ganhou na Justiça o direito de voltar a ser policial militar após ser absolvido no processo, na revisão criminal feita pelo Tribunal de Justiça.

Conforme constam dos autos, ele foi acusado de, na madrugada do dia 25 de outubro de 1991, em Rochedo, Sebastião ter abusado da menina, que era prima da amásia, mediante uso de “violência presumida”.

O PM foi condenado a 9 anos de reclusão e a expulsão da corporação foi aplicada como pena acessória. Ele recorreu da sentença e na decisão de segundo grau foi inocentado. Também foi estabelecida à volta à PM.

No mês passado, o TJ determinou que a decisão fosse cumprida.


CAMPO GRANDE NEWS

domingo, 27 de março de 2011

Participe do ato “NAO TOQUEM NOS BLOGUEIROS”

Participe do ato “NAO TOQUEM NOS BLOGUEIROS”, na próxima quarta-feira (30/03), às 19 horas, na praça do Bairro Peixoto, em copacabana.

Faremos uma pequena homenagem ao blogueiro Ricardo Gama.


FERNANDO PEREGRINO

sábado, 26 de março de 2011

Ato covarde!



Coronel Mário Sérgio Duarte, determinou o afastamento do capitão Bruno Schorcht. Ele é acusado de jogar spray de pimenta em manifestantes durante um protesto pelo pagamento do Aluguel Social em Niterói.

"Determino o afastamento do policial, a instauração de um inquérito policial militar e também que ele seja imediatamente submetido a um programa de treinamento e capacitação para uso de material não letal", disse o coronel Mário Sérgio.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Por que os Blogs incomodam tanto,a ponto de atentarem contra a vida de Ricardo Gama e de levarem o Capitão Melquisedec à Polícia Federal?


DEPOIS DO ATENTADO A RICARDO GAMA,CAPITÃO MELQUISEDEC É CHAMADO À POLÍCIA FEDERAL PARA DAR EXPLICAÇÕES SOBRE SEU BLOG

A democracia corre um grande risco no Brasil.O direito à liberdade de expressão está sendo alvo de diversos ataques. O governo federal, por várias vezes, levantou a hipótese de controlar a Imprensa e os governos estaduais têm o costume de mandar prender quem manifesta seu pensamento,agora,para assombro do povo brasileiro,nesta semana tivemos um blogueiro,o advogado Ricardo Gama, alvo de um atentado em Copacabana,Rio de janeiro,quando recebeu quatro tiros,sendo três na cabeça,em plena manhã no bairro mais famoso do Brasil.

Como se não bastasse essa tragédia, O Capitão Melquisedec Nascimento,editor do Blog Militar Legal, está sendo investigado pela Polícia Federal por causa de opiniões emitidas em seu Blog Militar Legal.Segundo informações iniciais,o motivo da convocação seriam as opiniões de caráter Religioso emitidas em seu blog , ou seja, até mesmo o direito de Liberdade de consciência e de crença está sendo motivo de perseguições no Brasil.

No próximo dia 05 de Abril de 2011,às 14h,estaremos na Delegacia da Polícia Federal de Nova Iguaçu, prestando depoimento por causa de opiniões emitidas em nosso blog.

MILITAR LEGAL

Major da PM famoso por confusões volta a armar barraco

Um ano e quatro meses após ser detido em uma blitz da Operação Lei Seca, em Niterói, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro e apontar sua arma para um tenente, o major da Polícia Militar Fernando Corrêa de Oliveira, 41 anos, se meteu em mais uma confusão, na noite do último sábado, dia 19 de março. Desta vez, foi na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de São Gonçalo (DEAM-SG), onde ele usou o sistema de som da viatura da PMERJ para pronunciar palavras ofensivas, difamatórias e ameaçadoras contra um casal que realizava um registro contra ele na especializada.

De acordo com a Polícia, o fato ocorreu por volta das 23h. As vítimas, uma militar da Marinha e seu companheiro, um cabo da PM, foram encaminhados à especializada após denunciar o oficial na 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) por mandar mensagens com conteúdos ofensivos e fazer ligações para assediar a militar. Segundo o registro de ocorrência 00832/1928, a mulher, que há 12 anos teve um breve relacionamento com o major, passou a ser “perseguida” por ele nos últimos meses.

Segundo os agentes, no momento em que as vítimas registravam o caso, o oficial chegou à delegacia com a viatura da corporação, acompanhado de outro PM. Fardado e armado, ele utilizou uma espécie de megafone do veículo para contrangê-los com palavras de baixo calão. O casal teve que deixar o local escoltado por policiais da 2ª DPJM.

A delegada Marta Dominguez, titular da DEAM-SG, entrou em contato com o oficial da Supervisão, coronel Lettieri, para determinar a prisão do major, mas ele fugiu antes da chegada dos policiais.

Histórico de confusões e arbitrariedades

Em novembro de 2009, o major discutiu com um tenente da Operação Lei Seca que participava de uma ação em Icaraí, na Zona Sul de Niterói. Segundo a PM, ele chamou o colega de farda de “um m…” e de “moleque fedendo a leite”, antes de sacar sua pistola e apontá-la para a cabeça do policial. Em seguida, o major tentou fugir, mas foi detido e levado para a 77ª DP (Icaraí), onde foi autuado por desacato, arruaça, desobediência e teve a carteira de motorista e o seu carro apreendidos. O comandante geral da PMERJ, coronel Mário Sérgio Duarte, chegou a afirmar que ele seria exonerado, mas o oficial continuou na corporação.

Em São Gonçalo, ele ameaçou três funcionários de um ferro-velho que se negaram a lhe vender peças separadamente. Ele fechou o estabelecimento e manteve os funcionários em cárcere privado durante três horas. Vizinhos comunicaram o caso a policiais da 74ª DP (Alcântara), que foram recebidos a tiros pelo oficial. O major ainda teria chamado os policiais civis de “ladrões” e o delegado de “m…”, na ocasião. Na delegacia, ele teria danificado o vidro da sala a cabeçadas. O oficial foi condenado em primeira instância por abuso de autoridade, dano de carro policial, dano de delegacia policial e desacato.

Em outro caso, o major xingou uma soldado que operava o serviço 190. Ele havia telefonado para o número de emergência e solicitado o envio de patrulha a um local. Irritado com a policial, ele invadiu o centro de operações sem se apresentar ao comandante e a teria ofendido. Na ocasião, o oficial foi condenado a seis meses de prisão em regime aberto, com sursis em dois anos, pelo Conselho Especial de Justiça da Auditoria de Justiça Militar.

Curiosamente, Oliveira é autor de uma coletânea de legislação sobre procedimentos policiais militares, que trata, inclusive, da lei do abuso de autoridade.

ROBERTA TRINDADE

quarta-feira, 23 de março de 2011

DELEGADO FALA SOBRE O CASO RICARDO GAMA



Espero que todos entendam a gravidade desse fato e com certeza ele está incomodando alguém "TODO PODEROSO". Nós bloqueiros exigimos a apuração dos fatos com extremo rigor!

VAMOS FAZER UMA CORRENTE DE ORAÇÕES PEDINDO AO SENHOR PELO BLOGUEIRO RICARDO GAMA.

terça-feira, 22 de março de 2011

Cel Bonfadini para comandar a corporação


Para Bonfadini, que é de uma família de militares, arregaçar as mangas faz parte da sua trajetória na PM.

Fonte: Jornal do Comércio

sexta-feira, 18 de março de 2011

Policial Militar tem surto de estresse em Santa Catarina e tira a roupa na rua



Era noite e um grupo de oito crianças e adolescentes estava na rua. De repente um morador irritado com o barulho chegou de carro. "Para o carro, chega um policial fardado, com a arma na mão, eram criança de 10, 11 anos, o maior tinha 12, no muro, chamando de vagabundo, ele queria até bater nas crianças", conta um morador.

Parte da cena foi gravada pelo pai de um dos jovens, mostra o policial fora de si e logo depois ele começa a tirar a roupa. “Vou tirar a farda aqui também, que eu não quero mais receber um salário miserável da polícia pra aguentar desafororo”, disse ele.

Segundo testemunhas, o pior não está gravado. Foi quando tudo começou por volta das sete da noite. Os moradores dizem que o policial militar chegou a atirar duas vezes em direção ao grupo e ainda obrigou um dos adolescentes a segurar a arma.

“Ele chegou, pediu pra atirar nele, falou que não quer mais trabalhar ali, até atirou na gente, ainda bem que não pegou", conta o adolescente.

O PM só se acalmou quando policiais, chamados pelos moradores, chegaram. A marca de um dos tiros está na calçada. Um dos jovens teve de receber atendimento médico. "Chamaram até o SAMU pra fazer o atendimento nele, porque tava chorando direto, ficou transtornado”.

O policial foi identificado. É o soldado Mario Caspechen, trabalha há 15 anos na corporação. Segundo o comando da PM, não é a primeira vez que ele tem esse tipo de problema. Chegou a passar por tratamento e depois disso foi considerado apto para o serviço. A polícia abriu inquérito para apurar o caso.

“Nesse primeiro momento ele foi afastado do serviço e vai ser encaminhado à junta médica em Florianópolis, que vai avaliar o que aconteceu com ele no dia de ontem, se teve um surto psicológico ou problema de stress”, diz Cel. Adilson Michelli, comandante 17° Batalhão PM/Joinville.

O excesso em servidores públicos vai desde advertência à demissão. Não existe padrão, mas ainda é cedo para julgar.

Policiais querem a PEC 300, e não bicos!

PARECE QUE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTÁ, EXCLUÍDA DO RIO DE JANEIRO, QUANDO POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES LUTAM PELA ISONOMIA, O GOVERNO TENTA POR INTERMÉDIO DE DECRETO INSTITUCIONALIZAR BICOS FEITOS POR POLICIAIS MILITARES, ESTE É UM DOS MAIORES ABSURDOS COMETIDOS CONTRA A CONSTITUIÇÃO E A DEMOCRACIA, ACHO QUE NÃO EXISTE DEPARTAMENTO JURÍDICO NO PALÁCIO GUANABARA, OU QUE OS DEPUTADOS DO RIO, SÃO FANTOCHES PARA ESTE GOVERNADOR.
QUEM SABE ALGUM CHEFE DE MILÍCIA, ESTEJA COBRANDO ESTE FAVOR PARA NÃO DENUNCIAR MAIS ALGUÉM DO GOVERNO, A COISA DENTRO DO RIO ESTÁ MUITO MAL EXPLICADA, PERDEU-SE O RESPEITO AS LEIS E A SOCIEDADE A COISA ESTÁ ESCRACHADA, ESSE GOVERNADOR NÃO ENTENDE QUE POLICIAL QUE FAZ BICO, FAZ SACRIFÍCIOS OU É BANDIDO. OLHE BEM O QUE ESTÁ FAZENDO GOVERNADOR! ISTO NÃO É UMA BRINCADEIRA, NÃO RATIFIQUE O FILME TROPA DE ELITE II .

Email recebido.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Opinião e posicionamento do Deputado Paulo Ramos sobre a política de Segurança Pública

Discurso do Deputado Paulo Ramos na ALERJ


Os que estão nesta Casa há mais tempo sabem de minha opinião, do meu posicionamento em relação à política de Segurança Pública levada a efeito pelo governo.

Aliás, a atual política de Segurança Pública, baseada no confronto e na visão militar da eliminação de um inimigo adrede selecionado – o morador da favela – se baseia no uso da força. Progressivamente, com o passar do tempo – superado o governo Marcello Alencar; superado o período Garotinho e Benedita; superado o primeiro governo Sérgio Cabral – a mesma política de extermínio dos pobres continua em vigor, exigindo cada vez mais força. O dado mais evidente do uso da força, com rótulo falso, são as unidades chamadas de “polícia pacificadora”, porque de pacificadora nada têm, embora o rótulo seja esse.

Os profissionais da Segurança Pública também são vítimas dessa política, porque são jogados – agora em grandes efetivos. Antes eram os Destacamentos de Policiamento Ostensivo – este sim, preventivo; este sim para um bom relacionamento com a comunidade e para o recolhimento das informações. Se os Conselhos Comunitários de Defesa da Cidadania, do Governo Brizola, se essa política anterior tivesse prevalecido, seguramente agora estaríamos diante de outro quadro.

Já há mais tempo eu tive a oportunidade de afirmar desta tribuna que em pouco tempo haveria conflito e confronto com as próprias unidades chamadas de “polícia pacificadora” – o DPO ampliado, incorporando um efetivo muito maior e suprimido de outras regiões do Estado – logo haveria um enfrentamento.

E agora vejo – assustado, mas não surpreso – nas manchetes: “Policial de UPP Mata Homem, em confronto”. Foi um episódio no Morro do Andaraí. Claro, houve o enfrentamento ou às vezes até a dúvida, mas o próprio profissional da Segurança Pública, o próprio policial militar, além de não ter qualquer garantia, e estimulado por essa política – no momento da dúvida ou da mínima agressão, tem como reação a eliminação do inimigo. Isto porque se de um lado qualquer policial morto já é visto antecipadamente com envolvimento em qualquer atividade criminosa ou desvio de conduta, qualquer morador de comunidade carente – qualquer favelado morto – já é traficante de entorpecentes. Essa é a máxima que prevalece em nosso Estado.

E aí, Sr. Presidente, vejo também em outros jornais que na Cidade de Deus, tendo em vista uma ocorrência que não resultou em morte mas que, pelo menos, significou um confronto, os policiais militares agora estão afastados e sob investigação.

No Morro dos Macacos, vários policiais militares – em função de uma ocorrência – estão afastados para investigação. Qualquer dia, em todas as comunidades, onde há Unidade de Policia Pacificadora, os policiais militares estarão afastados para investigação, pois, na verdade, o modelo é repressivo, é de constrangimento. Se num primeiro momento há um alívio, no momento seguinte a comunidade qualquer dia vai ter a dúvida se era melhor conviver com aquilo que existia ou se é melhor conviver com o braço armado do Estado. Porque, no fundo, no fundo, não existe nenhuma medida preventiva, os serviços públicos não são levados à comunidade.

Se, porventura, houvesse uma opção para uma política de respeito aos direitos humanos, uma política verdadeira de prestação de todos os serviços públicos, o Governo do Estado teria se inspirado nos centros comunitários de defesa da cidadania - os sessenta e seis -, porque as comunidades desses, sim, essas comunidades sentem saudades. Mas houve a necessidade de vários governos sucessivos, utilizando a força, e a força do extermínio, para que de repente unidades supostamente pacificadoras pudessem, com grandes efetivos, tentar resolver problemas da população, que não são problemas de polícia, são problemas ligados à educação, são problemas ligados ao verdadeiro emprego com bom salário. E isso tudo não acontece.

Encerro dizendo o seguinte: progressivamente, vai ficando confirmado que a política de segurança pública é uma política que se baseia, prática e exclusivamente, na força, e não vai levar a lugar nenhum, a não ser ao confronto, ao extermínio, à morte de pessoas inocentes e à morte de policiais.


Fonte: Comunicação Social da Alerj

domingo, 6 de março de 2011

A última descoberta de Cabral

O Brasil continua a sua vocação de garantir a impunidade. Por causa disso tornou-se conhecido internacionalmente como lugar de refúgio de criminosos internacionais de ponta e de praça atraente para lavagem e reciclagem de capitais sujos. As polícias brasileiras são vistas como violentas e incapazes de extirpar as bandas podres. O sistema prisional restou famoso não só por gerar índices altíssimos de reincidência, mas, ainda, pela entropia interna e pelas facilidades obtidas por líderes de organizações criminais.

A fama não é injusta. O Supremo Tribunal Federal (STF), durante toda a sua existência, condenou criminalmente apenas um político. O deputado condenado, vulgo Tatico, não foi para a cadeia. Fica livre e sem fiscalização durante o dia. À noite, permanece em repartição apartada dos criminosos em regime fechado. Grandes mafiosos como Tommaso Buscetta, narcotraficantes do porte de Juan Carlos Abadia, tiranos latino-americanos do calibre de Alfredo Stroessner e impiedosos sanguinários como Cesare Battisti buscaram porto seguro no Brasil.

No Congresso Nacional tramita um projeto de lei que, se aprovado, acabará com o crime de evasão de divisas. Dinheiro sem origem conhecida e encaminhado ilegalmente ao exterior poderá, caso aprovada a lei, retornar ao Brasil mediante recolhimento de tributo. Em outras palavras, legaliza-se a lavagem de dinheiro.

No segundo mandato do governo Fernando Henrique Cardoso, o órgão de inteligência antilavagem e reciclagem de capitais, conhecido como Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) suspeitou de apenas 568 casos. E foi sua atribuição, durante quatro anos, vigiar bancos, cartões de crédito, leasing, factoring, loterias, mercados de arte, joias, pedras e metais preciosos, bolsas de mercadorias e futuros. O resultado numérico alcançado pelo Coaf, num país­ sério, não demandaria mais do que meio dia de trabalho.

Às vésperas do carnaval, coube ao governador Sérgio Cabral anunciar o envio à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto de lei inovador. Sem saber como solucionar o velho problema da banda podre da polícia estadual e com justo receio de ser desacreditada a política de implantação de unidades pacificadoras, Cabral aposta as fichas no instituto da delação criminal premiada, jamais cogitada para contemplar policiais, inspetores e demais funcionários públicos corruptos.

Sancionada a Lei Cabral, o agente da autoridade do governador, que é o servidor público, poderá, ainda que criminoso, garantir o emprego e evitar a demissão a bem do serviço público. Essa será a nova ética da administração Cabral. Em vez de fiscalizar pelas corregedorias, apurar em inquérito policial, levantar pelos serviços de inteligência sinais de riqueza sem causa ou outras patologias criminais, o governador do Rio de Janeiro liquida com o princípio da probidade ínsito à função pública.

O direito premial foi intuído em 1853 pelo consagrado jurista alemão Rudolf von Ihering. Ele escreveu que, diante da escalada da criminalidade, os juristas e legisladores teriam de se render a ele no futuro. Coube ao juiz italiano Giovanni Falcone motivar o legislador para introduzir esse direito no combate à Máfia. O direito premial foi empregado, também, na repressão ao terrorismo, mas não foi aceito na famosa Operação Mãos Limpas, que apurou a corrupção institucional e na política partidária. Entendeu-se que, eticamente, não se poderia premiar funcionários públicos ou órgãos de poder, como eram os deputados, senadores, primeiro-ministro e presidente. O ex-premier Bettino Craxi teve de fugir para a Tunísia e lá morreu.

A justificativa do chefe da Casa Civil do governo Cabral sobre o projeto de lei chega a estarrecer pela salada conceitual e inversões legais: “As pessoas podem se regenerar. Alguém que comete um crime tem direito de voltar ao convívio em sociedade. Alguém que comete um desvio de conduta é digno de permanecer no serviço público, quando se arrepende”.

Como se sabe, a sanção imposta administrativamente em casos graves é saneadora. A demissão a bem do serviço público fala por si. A pena criminal imposta no devido processo, pela Constituição, é que tem a finalidade ética de emenda (ele usa regeneração), para o retorno ao convívio social. Na delação de Cabral, não há sanção voltada a recuperar, mas pura impunidade, com direito a permanecer na função pública. Raposas a continuar no galinheiro.

Pano rápido. A essa altura pode-se imaginar o juiz Lalau a aplaudir o governador Cabral. E, na tumba, Von Ihering a soltar gargalhadas por não terem entendido nada do que dizia.


TEXTO :Walter Maierovitch é jurista e professor, foi desembargador no TJ-SP

DELAÇÃO PREMIADA

A abordagem dos Pms não foi truculenta

Um coronel da Polícia Militar do Distrito Federal foi preso, no final da noite deste sábado, junto com a esposa e o filho, em uma lanchonete de Copacabana, na Zona Sul, por ter desacatado e ameaçado PMs da Unidade de Polícia Pacificadora da Ladeira dos Tabajaras. De acordo com a polícia, o coronel Almir de Azevedo dos Santos, de 52 anos, a dona de casa Valtamar Pereira, e o filho do casal, um estudante de direito, solicitaram a presença de policiais em uma lanchonete na Rua Hilário de Gouveia, após se desentenderem com um grupo de jovens, que segundo os turistas, estariam furando fila.

Quando os policiais chegaram ao local, o coronel e sua família não gostaram da abordagem dos mesmos alegando truculência e acrescentaram dizendo que os PMs cariocas eram perigosos, corruptos e que estavam de arma em punho sem haver necessidade. Segundo os policiais, o coronel teria ameaçado sacar uma arma.

O trio foi conduzido para a 12ª DP (Copacabana) onde foram autuados por ameaça e desacato a autoridade. O coronel, sua esposa e o filho assinaram um termo de compromisso e foram liberados. Por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o caso será encaminhado para o Juizado Especial Criminal.

Duas testemunhas foram ouvidas pela Polícia Civil, um taxista e um estudante. Eles depuseram em favor dos PMs e contaram que a abordagem não foi truculenta.

O Globo

sexta-feira, 4 de março de 2011

Capitão BM Lauro Botto diz que bombeiros não tinham luvas para lidar com cadáveres na Região Serrana

O capitão do Corpo de Bombeiros Lauro Botto, que foi preso administrativamente após enviar uma mensagem para o celular do secretário de Saúde Sérgio Côrtes pedindo melhores condições de trabalho, foi novamente preso, segundo o "Jornal do Brasil". Ele fez revelações sobre a realidade da corporação, onde faltam equipamentos, por exemplo. Segundo ele, bombeiros não tinham luvas para lidar com cadáveres durante o trabalho de resgate na Região Serrana. Mangueiras furadas e falta de capacetes e roupas contra incêndio também foram problemas citados por ele.

Botto teria divulgado sua primeira prisão, informação que seria confidencial por seus superiores, e por esse motivo, vai cumprir cinco dias na prisão, contados a partir desta terça-feira. Ele alegou que apenas entrou no Ministério Público contra sua prisão e até chegou a cogitar processar a corporação, mas desistiu da ideia. O capitão foi transferido para Resende e revelou problemas comuns no Corpo de Bombeiros.

Segundo ele, a principal reclamação dos agentes é o salário, conforme ele reivindicou através da mensagem para o secretário. Botto contou que estados do Nordeste e do Norte, que são mais pobres, oferecem uma maior remuneração aos bombeiros. Na opinião de Botto, esse seria um dos motivos que levam soldados a entrar no mundo do crime, pois o fato de morar em favelas e estarem insatisfeitos com a remuneração deixa alguns "mais propícios" a ingressar em milícias, por exemplo.

Fonte: SidneyRezende

quarta-feira, 2 de março de 2011

"O Pronasci continua intocável" afirma ministro

O ministro José Eduardo Cardozo garantiu que o Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) e a intensificação das ações de combate às drogas não serão prejudicados pelo corte de R$ 1,52 bilhão no orçamento do Ministério da Justiça. "O Pronasci continua intocável. Todos os nossos programas continuam e garanto que vamos aperfeiçoar os mecanismos de gestão para que possamos cumprir nossas metas."

A declaração foi dada ao sair da cerimônia de criação da comissão especial da Câmara dos Deputados que discutirá propostas para a reforma política. "Vamos tentar fazer mais com aquilo que temos. Estamos buscando todos os mecanismos de gestão, de ação necessária para que isso seja possível", acrescentou Cardozo.

Em relação ao combate às drogas, o ministro disse que a intenção é atuar de forma conjunta com o Ministério da Defesa, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública para fiscalizar as fronteiras.

Agência Brasil

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Foi publicado nesta quinta-feira um decreto no Diário Oficial da União regulamentando o Bolsa Formação


Brasília - A presidente Dilma Rousseff publicou nesta quinta-feira um decreto no Diário Oficial da União regulamentando o Bolsa Formação. O projeto faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci) e é voltado para a qualificação de profissionais da área de segurança.

Para participar os policias, agentes penitenciários e guardas municipais, entre outras categorias, devem receber remuneração bruta mensal de até R$ 1.700 e não ter sido condenado penalmente nem administrativamente de forma grave nos últimos cinco anos. Para receber a bolsa, eles deverão frequentar anualmente os cursos de reciclagem e qualificação propostos pelo Ministério da Justiça.

A bolsa terá o valor de R$ 430. Em um primeiro momento, os estados e municípios devem aderir ao Pronasci para que seus profissionais de segurança podem concorrer à bolsa. Em seguida, são os próprios servidores que deverão se cadastrar pela Internet no sistema.

Os estados e municípios que aderirem ao programa deverão se comprometer, entre outros, com a criação de postos de polícia comunitária e com a adequação da jornada de trabalho destes servidores em 12h, seguidas de 36h de descanso.

O Bolsa Formação é uma das medidas apresentadas pela presidenta Dilma Rousseff para melhorar a qualidade de efetivos policiais e diminuir a corrupção no setor em todo o Brasil.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

DEPUTADOS CONVIDAM BELTRAME PARA FALAR SOBRE MUDANÇAS NA POLÍCIA

A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deverá ouvir o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, para que ele fale sobre as últimas mudanças ocorridas na polícia. A decisão de pedir que o secretário fale sobre o assunto foi tomada nesta quarta-feira, em reunião deliberativa.

Além do convite a Beltrame, a comissão aprovou também a realização de audiências públicas sobre a corregedoria da Polícia Civil; pagamento de horas extras a policiais que trabalham em dias de folga; e armamentos utilizados pelos órgãos de segurança do Estado.

EXTRA

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Capitão do corpo de Bombeiros LAURO BOTTO é punido novamente por ter enviado reinvidicação ao Secretáriode Saúde

Após ser preso com 12 dias de prisão por ter exigido do Secretário de Saúde do Rio de Janeiro no dia 31 de dezembro do ano passado atenção aos problemas da tropa, o Capitão do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Lauro Botto, que ao longo de sua carreira, vem lutando pela dignidade, melhores condições de trabalho e melhores salários para os seus companheiros, foi novamente punido com uma forma de punição muito utilizada como forma de retaliação, que são as famigeradas "transferências".

O mesmo foi transferido da cidade de Magé para a cidade de Resende e como se sabe, tais transferências acarretam prejuízos diversos para aquele que tem que se deslocar de uma cidade onde construiu a sua vida, para de repente e sem motivo, ser movimentado.

Fonte
: Direito dos Policiais Militares do Brasil

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A PMERJ não vai melhorar nunca.


Será que um dia vamos ver uma polícia diferente e, principalmente, mais justa para cada policial que passou muito tempo sendo tratado como lixo pelos seus governadores e , pelos seus oficiais?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Academia de delegados quer que Cabral exonere Beltrame

O presidente da associação dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Adepol-RJ), Wladimir Reale, enviou ao governador Sérgio Cabral, na tarde de segunda-feira uma carta pedindo a exoneração do secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame.

O motivo do pedido a Cabral seriam os "abusos" praticados desde o início da Operação Guilhotina, que pretendia prender policiais civis e militares acusados de corrupção. A ação teve início na última sexta-feira.

Reale não questiona a ação em si, mas repudia as invasões às delegacias e diz que é uma situação inaceitável. Ele diz ainda que a "espetaculosidade" de Beltrame a frente da Secretaria de Segurança pode estar atrelada à candidatura do secretário a algum cargo eletivo.

O texto diz ainda que Beltrame é inexperiente: "É notória a inexperiência do Secretário Beltrame, no que se refere às atividades de polícia judiciária, tendo em conta que recém-saído da Academia Nacional de Polícia em Brasília, com um pouco mais de 2 anos no cargo de Delegado de Polícia Federal, foi nomeado para o cargo político de Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro".

Segundo assessores do governador Sérgio Cabral, nenhuma carta enviada pela Adepol foi protocolada no Palácio Guanabara, em Laranjeiras (Zona Suldo Rio) nesta segunda-feira.

JB

domingo, 13 de fevereiro de 2011

IMPLODIRAM A SECRETARIA DE SEGURANÇA.


Aluga-se um Caveirão, alguém interessado.
A sexta-feira começou com a Operação Guilhotina da Polícia Federal atingindo duramente a banda podre da Polícia Civil e da Polícia Militar.
Toda repressão às bandas podres deve ser comemorada pelas bandas boas, afinal as podres são também responsáveis pelos péssimos salários que recebemos, considerando que não lutam por salários dignos, querem apenas o dinheiro fácil e sujo.
As bandas podres estragam até conquistas dos policiais, os veículos blindados para transporte de tropa são um exemplo dessa deturpação. O uso desses veículos, apelidados como caveirões, foi uma grande conquista para os policiais, que ganharam a possibilidade de entrar em comunidades dominadas pelos traficantes de drogas, sem expor a tropa ao risco de morte.
Infelizmente, a banda podre estraga tudo e logo vislumbrou nos caveirões uma ferramenta excelente para operacionalizar as suas ações criminosas.
Denúncias se multiplicaram sobre a utilização desses veículos blindados para permitir que facções rivais invadissem comunidades para tomá-las, assim como, para transportar milicianos com objetivo idêntico, tomar as comunidades do tráfico.
O uso dos caveirões foi um dos indícios de que alguns comandos estariam apoiando a invasão dos milicianos, boatos que circularam com muita força.
Os caveirões além de garantirem a integridade física dos invasores, não podiam ser rastreados pela Corregedoria, pois não foram implantados neles os equipamentos para a localização (GPS), assim ninguém sabia onde estava um caveirão após ele sair do quartel, uma realidade que continua até os nossos dias, pelo que sei.
Os caveirões eram alugados a preço de ouro.
A banda podre não perde nenhuma oportunidade de obter um por fora.
Aluga-se um Caveirão, alguém interessado.
Prezado leitor, um Oficial que quando era Tenente apanhava a propina do jogo dos bichos, pode se transformar em um Coronel honesto.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Denúncia - CBMERJ

E-mail recebido

Sou 2 Ten BM do 2 GSE e gostaria de fazer alguns esclarecimentos e algumas denúncias relativas à nossa situação principalmente nas UPAs.

Não suficiente as questões inconstitucionais referentes à presença de médicos e enfermeiros do CBMERJ em serviços como SAMU e UPA, a realidade a que estamos participando é realmente perversa.

Hoje enquanto todos os oficiais lotados nas UPAs e SAMU realizam escala de 24h semanal, os 2 Tenentes Enfermeiros cumprem escala de 24x72, comparável apenas aos mais vorazes e capitalistas hospitais particulares. Tal postura de nosso comandante Cel Suarez é injustificável e discriminatória seja pelo critério nível de formação (médicos, pediatras, dentistas, assistentes sociais e enfermeiros TODOS são cargos de nível superior), seja pelo critério de patentes já que os assistentes sociais possuem mesma patente e gozam de melhor escala. Não suficiente convivemos hoje em unidades mistas militar e civis trabalhando juntos com o diferencial de que os últimos também têm escala e remuneração melhores do que nós militares. No caso dos Cabos técnicos de enfermagem a situação é ainda pior, realizam escala de 24x48, algo inédito e nunca visto em nenhum estabelecimento de saúde. Apesar de receberem por esta escala uma gratificação por plantões extras, a escala é compulsória, ou seja, os cabos não podem optar por não receberem a gratificação.

O interessante é que a SESDEC não assume tal escla já que lança no CNES (cadastro nacional de estabelecimentos de saúde) como se os enfermeiros e técnicos cumprissem carga horária de 30horas semanais ou seja omitem pelo menos 12horas de serviço semanal dos oficiais enfermeiros e até 42horas de serviço dos cabos.

Além disso durante todo esse período, ao mesmo tempo em que iludem os militares com gratificações e alegam não possuírem recursos para oferecer aumento salarial real, praticam contratos milionários como o de contratação da Toesa e os alugueis das estruturas das UPAs e agora também das UPPs com a NHJ do Brasil.

Espero que possa ter colaborado e me coloco à disposição para maiores esclarecimentos.

2 Ten BM Enfermeiro

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Beltrame e Sérgio Cabral mereceriam é o Nobel de Marketing!


Vejam como Jornal da Dez, da GloboNews, noticiou o evento.

Como viram, Beltrame, com a sua apreensão muito particular da língua, explicou:
“Prioritariamente, o mais importante (sic) é obter este território, sem aumentar estatísticas de bala perdida, sem aumentar estatísticas de auto de resistência, sem aumentar estatísticas de homicídio ou de ferimento de qualquer pessoa civil. A nossa preocupação é com a população!”

É um humanista! Ele está dizendo, na prática, que enfrentar e prender bandidos é uma prática que contraria os interesses da… população. O Rio caminha a passos largos para legalizar o crime. Não sou eu que estou dizendo, não! São suas autoridades. Isso que Beltrame chama de “prioritariamente o mais importante” se tornou o objetivo único. Desde que bandido pare de desfilar com arma pelos becos e vielas, tudo bem, o resto pode.

Com a ajuda da reportagem, que traduz a intenção da polícia, o coronel Mário Sérgio Duarte, comandante da Polícia Militar, explica o que vai acontecer com os bandidos:
“Esses criminosos, quando fogem para outras áreas, se tornam forasteiros. Então, a própria população se torna hostil à sua presença. Nós vamos realizar operações nessas áreas, mas principalmente naquelas onde receberão UPP, no futuro, com certeza, nós iremos alcançá-los”.

Ah, bom! Agora está tudo explicado! Uma pergunta: onde está aquele exército de bandidos que fugiu da Vila Cruzeiro para o Alemão e, do Alemão, sabe-se lá para onde?

Um estado como São Paulo, que tem 10,47 homicídios por 100 mil habitantes, tem de aprender que a sua mania de prender bandido vai contra os interesses da população. O certo é adotar a política humanista do Rio, onde há 30 por 100 mil… Por enquanto, é claro! No melhor dos mundos, a bandidagem do Rio migra para outros estados.

Beltrame e Sérgio Cabral mereceriam é o Nobel de Marketing! O interior do Rio e os estados que lhe fazem fronteira que se cuidem. Como os bandidos das favelas da capital não são presos, eles têm de ir para algum lugar, não? E têm de continuar a ganhar a vida. Cabral vai “pacificar” a cidade para a Copa do Mundo. Há algo de muito errado nessa história. O “modelo” Belatrame-Cabral aponta para uma de duas coisas: ou exporta traficante para outros estados ou, então, faz um acordo com eles. Convenham: há uma boa possibilidade de que não tenham fugido. Fez-se um pacto de paz e pronto!

O preço da cocaína no Rio não subiu um centavo. Segundo as leis de mercado, isso significa que o espantoso sucesso da política de segurança de Sérgio Cabral nem arranhou o tráfico. Como dirá Beltrame, “prioritariamente, o mais importante” é maquiar a cidade para a Copa do Mundo.

Sigam o modelo de Cabral, senhores governadores! Vocês também merecem reportagens elogiosas na TV!

Por Reinaldo Azevedo



quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Capitão BM Lauro Botto é preso por enviar torpedo a secretário de Saúde


Dep. Flávio Bolsonaro repudia punição injusta ao Cap BM Lauro Botto

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

APROVADOS PARA ÁREA DE SAÚDE DA PMERJ EXIGEM CONVOCAÇÃO.



Eles estão no cadastro de reserva e após terem sido aprovados em todos os exames, querem ser convocados, considerando as necessidades atuais do sistema de saúde da PMERJ.

Fonte: Blog do Cel Paul

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

CAMPOS - Sem Policlínica, policial militar sofre com descaso na saúde

Um sonho ainda não realizado está virando pesadelo para policiais militares da Região, que esperam a abertura da Policlínica da Policia Militar em Campos, cuja obra foi concluída em junho do ano passado. No entanto, o prédio está tomado por matagal, cobras e ratos. Há um ano doente, o 1º sargento da PM Luiz Fernando Santos Azevedo, 53 anos, 30 deles dedicados à corporação, é um dos que esperam atendimento na unidade. Ele ainda está sem diagnóstico definido, mas sob suspeita de problemas graves no esôfago e na próstata. A assessoria do Governo do Estado afirmou que a responsabilidade sobre a inauguração da Policlínica é do Comando Geral da PM.

De acordo com a esposa do sargento, Regina Barreto de Azevedo, 51 anos, Luiz está com vários pedidos de exames, que até hoje não foram feitos, já que o paciente não tem condições de saúde para enfrentar os 350 quilômetros de Campos até o Hospital da Polícia Militar (HPM), na capital. Ele usa uma sonda na bexiga, implantada após uma crise, no último sábado, por um médico na emergência do Hospital São José, na Baixada Campista.


— O município não tem nada a ver com o problema do meu marido. A sonda colocada no sábado pelo Hospital São José precisa ser retirada em 10 dias. Há 30 anos e oito meses ele contribui com o Fundo de Saúde da Polícia Militar, onde são descontados R$ 42 mensais em seu contra-cheque e agora precisa recorrer ao Sistema Único de Saúde. Eu quero cobrar os nossos direitos, já que descontam esse dinheiro do meu marido e não lhe oferecem assistência médica adequada. É um absurdo um policial morrer por falta de assistência, tendo uma Policlínica da PM pronta e fechada no meio do mato. Além de não inaugurada, o local conta com a proteção de PMs que poderiam estar nas ruas servindo à sociedade. Não estou pedindo favor nenhum, só quero o que é dele por direito — desabafou a esposa do militar.

Leia a matéria completa

FOLHA DA MANHÃ


APÓS REPORTAGEM DO JORNAL

Sargento foi levado em um helicóptero da PM/RJ para o Hospital da Polícia Militar, na Capital

Um dia depois da publicação da Folha da Manhã sobre o não funcionamento da Policlínica da Polícia Militar em Campos – construída desde o ano passado e tomada pelo mato – sem atendimento médico o Iº sargento Luiz Fernando Santos Azevedo, 53 anos, que há um ano está doente sem diagnóstico certo, usando provisoriamente uma sonda de alívio na bexiga, foi levado em um helicóptero da PM/RJ para o Hospital da Polícia Militar, na Capital a pedido do coronel Paulo César Coelho, responsável pelo 6º Comando de Policiamento de Área (6º CPA). Paralelo a transferência do militar o Comando Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMAERJ) justificou ontem, os motivos que ainda não entrou em funcionamento a Policlínica da PM, construída em Campos no ano passado.

De acordo com o coronel Alberto Alves Borges, responsável pela Diretoria Geral de Saúde (DGS) da PM, a inauguração da unidade médica ainda não tem data definida devido a exigências burocráticas. Entre elas o término das licitações para compra de materiais

Em nota enviada a Folha da Manhã, o DGS diz que “A Policlínica não foi inaugurada porque faltam algumas etapas a serem cumpridas. Todo material hospitalar por exemplo, ainda está em fase de licitação. Também foi realizado um concurso na área de saúde para que o quadro seja ampliado e ao término, alguns profissionais serão deslocados para Campos. Assim que essas etapas, dentre outras, sejam cumpridas, a Policlínica será inaugurada”, ainda de acordo com a nota “Existe um tramite governamental estabelecido que deve ser cumprido pela
PMERJ”, disse a nota.

FOLHA DA MANHÃ


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Bico na Prefeitura vai começar em fevereiro

A Prefeitura do Rio vai contratar policiais militares para garantir a circulação das vans legalizadas da Zona Oeste e que deverão começar a rodar em fevereiro. De acordo com o prefeito Eduardo Paes, a indefinição sobre a segurança é que atrasou o início da operação. Boa parte do transporte alternativo na região é controlada por milicianos. A contratação dos PMs será possível assim que o governo do Estado autorizar que policiais, em seus horários de folga, façam ‘bico’ para prefeituras — eles poderão trabalhar fardados.

O Dia

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ministro da Justiça vai ouvir governadores sobre destino da PEC 300


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, declara em entrevista ao Jornal Regional da Rádio Tabajara Am desta segunda-feira (10), que vai aproveitar reunião com governadores sobre programa de combate ao crack, e preparar os caminhos para o destino da Proposta de Emenda Constitucional que cria um piso nacional para policiais e bombeiros, a PEC 300.

Segundo o ministro, só haverá acordo dentro de condições orçamentárias factíveis. "É uma PEC que precisa ser avaliada pelos governadores. Há vários problemas de resistência sobre ela, o que não significa que não buscaremos alternativas para equalizar a questão salarial. Dentro do próprio Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), temos a questão das bolsas. Quero sentar e trabalhar essa questão, que é importante, mas temos que ser realistas. Vamos conversar com os governadores", relata Cardozo.

O assunto voltou ao debate nos últimos dias com a possibilidade de um movimento nacional de greve, em reivindicação a demora na aprovação da Proposta.

Fonte: Tabajara Notícias